Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Hotel Ritz

O encontro no hotel Ritz Four Seasons foi em Fevereiro, mas a dificuldade em digitalizar o caderno gigante estava a deixar estes desenhos no esquecimento. Vieram agora à luz do dia!


Havendo a opção de ir ao terraço, não hesitei um segundo em ir lá acima. O Matias dormia no carrinho, estava um pouco de vento, mas já um belo Sol e por ali me lancei a esta panorâmica feita com o galho de madeira e a tinta da china.


Depois o Matias acordou e tivemos de descer. Sentei-me num belo sofá do salão nobre e deixei-me ir sem pensar em composição ou outra coisa qualquer, por isso, ficou um espaço vazio do lado direito da página...
Fui procurar a Ketta e ela estava a desenhar esta escultura do Lagoa Henriques. Sentei-me ao lado dela e desenhei também. O dela, feito com a tinta da china e aparo, ficou maravilhoso.

Enviei ontem os meus desenhos para o hotel. Espero que ainda vão a tempo...

domingo, 1 de maio de 2016

Atrasada (como sempre)

Como alguém que desenha em cadernos, tenho dois hábitos que há muito que pretendo abandonar: usar vários (é mais do que dois) cadernos ao mesmo tempo e publicar neste blog desenhos de encontros anteriores. Tenho imensos cadernos por acabar (de dois ou três anos atrás) e só agora, visto a esta distância de tempo, é que gosto mais dos desenhos do que na altura em que foram feitos!


terça-feira, 29 de março de 2016

SOB O OLHAR DUMA URBAN SKETCHER_VI

Venho tarde mas aqui vai o meu contributo em 20Fev16, num dia deveras frutuoso  que ocorreu no RITZ FOUR SEASON’S HOTEL LISBOA

Fig 1. Vista de Lisboa, do terraço do Ritz onde contém pista de corrida pedestre e um ginásio
Fig 2. Junto à porta principal do r/c, de manhã, como nota curiosa, encontra-se uma pequena mesa e um recipiente com água, para os atletas frequentadores do ginásio.
Fig 3.  Passagem para o Ritz-bar
Fig 4.  A cozinha com excelente apetrechos e indumentária profissional

Fig. 5, Uma vistosa escadaria e decoração

Um espaço, ambiente e recetividade embora já passada, a não esquecer com agradecimento à organização dos USKP e ao estabelecimento hoteleiro.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Ritz Four Seasons

O projecto do Hotel Ritz, iniciado em 1952, foi o último do Arquitecto Porfírio Pardal Monteiro, que acabaria por falecer em 1957 dois anos antes da conclusão da obra. Foi indiscutivelmente um projecto disruptivo na sua obra, resultando numa solução totalmente nova no contexto da sua carreira enquanto arquitecto e no seu habitual discurso estético. À semelhança de outros seus projectos, Pardal Monteiro voltou a contar com a intervenção de vários artistas plásticos, que tornam este edifício num autêntico museu do modernismo Português.
Este Sábado também fiz um desenho no Hotel Ritz, inebriado pelas tapeçarias artesanais de Almada Negreiros, no lounge que lhe dá o nome. No final da tarde, enquanto descia a Rua Castilho com o Vicente Sardinha, comentei a falha grave que é não ter feito ainda um desenho do exterior, de um dos edifícios mais bonitos da cidade de Lisboa...


Uma escultura do mestre Martins Correa, fiquei por ali presa na beleza daquele trabalho



uma aventura no hotel ritz


Encontro 95_Ritz

Só fui quase a meio da tarde...mas ainda deu para dois desenhos!



Desenhar confortavelmente sentada

No Salão Nobre do Hotel Ritz

Hotel Ritz

Só a tapeçaria do Almada salva este desenho...


Ritz Four Seasons - Lisboa



O desenho feito no Ritz onde os Urban Sketchers foram convidados a desenhar.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Ritz

A cozinha do Ritz.
À primeira vista não se percebe, mas tudo tem um preceito, tudo tem uma função... e funciona!

Bem vindos à bolha!

Ao fim da manhã é grande a azáfama na sala de jantar do Ritz. As mesas devem estar criteriosamente postas, tudo tem que estar no seu devido lugar. Dão-se as últimas instruções sobre a ementa, o que é importante  explicar em cada prato, o que se deve perguntar sobre a forma como cada cliente quer o seu. Os empregados - muitos! -  movem-se silenciosamente como num bailado, num ritmo cadenciado, sorridentes, bem vestidos, impecavelmente penteados e barbeados. Muitos deles são novinhos, provavelmente acabados de sair de uma escola de  hotelaria e respiram felicidade. Parece outro mundo.  E é agradável. Bem vindos à bolha!


cozinheiro

no fantasma da sua cozinha...

Lisboa, do terraço do Hotel Ritz

Assim, tão clara, espraiada como para uma aula de geografia e urbanismo, nunca tinha visto. Linhas de festo, vales, colinas, bairros antigos e modernos, daqui mais dominados pelos "castelos" dos hospitais, da judiciária e do turismo do que pela ruina de São Jorge, foi difícil trocar os olhos de ver tudo pelos que andam ligados à mão...