Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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domingo, 10 de outubro de 2021

(a)Riscar o Património 2021

  Este ano estive em Coimbra com os Montemor Sketchers, que organizaram o encontro do (a)Riscar o Património na zona da Judiaria Nova. O tema deste ano incidiu sobre o Património Inclusivo e Diversificado.




sábado, 2 de outubro de 2021

(a) Riscar o Património_Lisboa

Precisamente há uma semana, estivemos a desenhar no Largo de S. Domingos (junto ao Rossio) em mais uma edição do (a) Riscar o Património. Confesso que já passei imensas vezes pelo local, mas nunca me tinha apercebido da variedade e colorido de chapéus que por lá andam! O desenho permite, sem dúvida, um olhar mais atento!




Convento da Arrabida


 Quando o Sol da manhã ainda estava a acordar a as nuvens lhe dificultavam o trabalho.

A manhã tem sombras longas e algo frias. O dia desponta e prometia bom convivio e divertidos desenhos.

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

(A)Riscar o património - Évora, Malagueira

Dia de (A) Riscar o património é dia de viagem a Évora. Tem sido assim a minha tradição e este ano não foi excepção. O encontro deste ano foi dedicado ao bairro da Malagueira.



 

(a) Riscar o Património 2021 - ENVIO DE DESENHOS

 

No passado sábado teve lugar mais uma edição do (a)Riscar o Património e foram vários os grupos que organizaram encontros. Foram feitos muitos desenhos.

Enviem os desenhos digitalizados para os e-mails jalves@dgpc.pt e mbotto@dgpc.pt com a melhor qualidade possível, de preferência digitalizados a 300 DPI. 

Evitem enviar fotografia dos desenhos.

Obrigado a todos pelas participações.

(a)Riscar o Património 2021 - Lisboa - Largo de São Domingos

 



(a)Riscar pela Judiaria Nova de Coimbra

 


sábado, 25 de setembro de 2021

(a)Riscar o Património em Belver

As aguarelas do Pedro Costa realizadas no encontro (a)Riscar o Património em Belver.

(a)Riscar o Património em Belver

Entre abertas de Sol e aguaceiros de chuva, aqui ficam os meus desenhos resultantes do encontro de Belver.
Mais um dia muito bem passado.

(a)Riscar o Património em Belver

O grupo da ex-Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos respondeu ao apelo de participar no encontro (A)Riscar o Património, organizando o encontro de Belver.
Aqui fica a foto de grupo dos participantes neste encontro.

(a)Riscar o Património - Porto





 

(a)Riscar o Património-Património diversificado e inclusivo




 Na Igreja de S.Domingos e no Largo de S.Domingos 

(A) Riscar o Património - Lisboa

 


quarta-feira, 22 de setembro de 2021

(a)Riscar o Património ed. 8 | Património diversificado e inclusivo

Os Urbansketchers Açores, a Aurora Social e a CRESAÇOR - Cooperativa Regional de Economia Solidária, CRL foram muito bem acolhidos em Vila Franca do Campo. A Dra. Nzinga Oliveira e a artesã Alexandra Costa encarregaram-se de nos guiar pelas Tendas da Vila passando também pelo Forno Comunitário. Gostei muito de estar à conversa com o Mestre João José Rodrigues - João da Rita - como é conhecido, por ser filho de sua mãe Rita, decidiram os mais antigos. Há tempos chamavam-lhe o «último Oleiro da Vila», parece-me um epípetro exagerado, não só se espera que o mestre João tenha muitos anos pela frente, como o seu filho lhe segue habilidosamente as passadas.

Passamos pelo forno Comunitário, lá nos contaram que cozia durante quatro dias e quatro noites. Muita lenha era precisa para manter o forno à temperatura necessária para a cozer tantas peças. Seguiu-se a tenda do mestre José Batata, que expõe peças únicas e dignas de vitrina. Como tínhamos diversos polos para visitar, o grupo foi-se fragmentando, ficando alguns a desenhar aqui e ali.
Acabei na olaria do Mestre António Batata a desenhar com barro vermelho - o que me permitiu acentuar - no desenho - as cores das peças que ali fizemos. Os Utentes da Aurora Social desenharam em Barro e participaram com interesse pela atividade, mas tiveram de sair mais cedo, foi pena.

No final, nesta olaria à beira-mar, experimentámos as rodas mecânica e a manual, eu sentei-me na roda mecânica e desastrosamente tentei erguer uma peça, já nem ousei pôr os pés na outra.
Agradeço a todos aqueles que estiveram connosco em mais uma jornada do património em especial à Aurora Social e Cresaçor por tão simpática colaboração.