Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Encontro Nacional dos USKP no Porto



Às portas de São Bento e com vista para a Sé Catedral. 
As clarabóias continuam a fascinar-me, um dia desenho uma em pormenor!
Fica um obrigado pelo excelente fim-de-semana.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Nós fazemos Paisagem


Tenho andando a ler "A invenção da Paisagem" de Anne Cauquelin e a ideia de que nós «fazemos» paisagem têm-me permanecido no pensamento. Não é a noção de o fazer a desenhar, mas sim a de contextualizar, distanciar e enquadrar a paisagem mesmo sem o saber. Talvez a paisagem se apodere de nós primeiramente…

Não sei se já alguma teria publicado por aqui um desenho uma paisagem natural, sempre me foquei mais nas pessoas e na cidade, mas sinto cada vez mais uma necessidade de perceber o desenho da natureza. No fim-de-semana passado estive pelo Gerês e tive que tentar desenhar aquelas montanhas. O vento não facilitou a tarefa e deixou a sua marca nas páginas a fechar constantemente… revelou-se desafiante e tão mais difícil de que uma cidade… mal posso esperar por voltar lá e tentar de novo!


segunda-feira, 16 de maio de 2016

Praça dos Leões – Porto


Desenhar pessoas nem sempre é fácil, normalmente no comboio ou numa mesa de café fico-me pelos rostos, é-me mais díficil controlar os movimentos do corpo a andar e sempre irrequieto.
Contudo ao sentar-mo-nos num lugar da rua e ao olhar para quem passa, quem fica, quem olha, quem corre para o trabalho ou para o turista deslumbrado, permite-nos reparar em várias coisas. A Praça dos Leões é um sítio estratégico e central na cidade. Há imensa gente a passar, os turistas fotografam ora a fonte ora o edifício da reitoria… ora olham para o mapa ora olham para o telefone à procura de direcções. Há quem fique 2/3 minutos, há quem fique 10… A nossa forma de olhar para as coisas varia, é curioso pensar o que cada um deles vê, o que cada um procura, quem são, o que fazem e qual é a sua história.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Rio Minho


Ultimamente tenho lido mais sobre desenho do que desenhado, a minha última publicação  aqui data dos finais de 2013… desde então tenho experimentado técnicas diferentes, visto coisas diferentes, pensado coisas diferentes. O tempo que o desenho nos traz é uma das coisas que tem feito sentir necessidade de voltar a ele com "mais tempo". O poder parar face à sociedade acelerada que nos rodeia tem sido um respirar de ar fresco.
E com este desenho na margem do Rio Minho, com Espanha à vista, feito num fim-de-semana de andar a pé sem pressas e compromissos, espero voltar a publicar com a frequência de outrora…

domingo, 4 de agosto de 2013

Cabo Carvoeiro


Num dia de Verão com muito sol e cheiro a mar.
Numa bela caminhada pela península de Peniche.

domingo, 28 de abril de 2013

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Entroncamento <-> Lisboa



Para mim continuam a ser sempre os comboios os sítios mais apetecíveis de desenhar.
Nem sempre é fácil, com modelos demasiado perto ou demasiado longe, mas a variedade de pessoas e de ângulos diferentes faz com que a experiência seja sempre diferente e compensadora. 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Bairro Alto


O único que se viu terminado...
Os elementos arquitectónicos são das coisas que menos me sinto à vontade para desenhar, embora um desafio seja sempre um desafio e por isso vou continuar a insistir.

domingo, 11 de novembro de 2012

Doutoramento Honoris Causa - Nadir Afonso


Já foi no dia 5, mas foi com certeza um dos pontos altos desta minha semana. A possibilidade de estar presente e a possibilidade de ouvir Nadir Afonso discursar foi algo de excepcional, fez-me sorrir e pensar. Um exemplo de vida.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Cova da Alfarroba - Peniche



Mais do que a paisagem, a areia e o mar, na praia gosto de desenhar as pessoas que passam e vão passando inúmeras vezes à junto à água. 

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Hora de Almoço na Fnac


Já não coloco nada aqui desde o nosso encontro em Campo de Ourique.
Seja porque razão for não tenho desenhado muito desde aí. Mas o Verão está a chegar e há muita coisa à espera de ser desenhada! Mal posso esperar por sair por aí com o caderno numa mão e desenhar sem preocupações.
Este foi feito numa Fnac do Porto durante a hora de almoço.

sábado, 31 de março de 2012

Campo de Ourique


Comecei por desenhar no Cemitério dos Prazeres mas entretanto começou a chover e por isso refugiei-me no Mercado onde fiz mais alguns desenhos.
Por último e ainda durante a manhã, o Jardim da Parada.

domingo, 25 de março de 2012

Intouchables

 
 
Finalmente! Depois de andar o dia todo à briga com o computador para ele funcionar como deve de ser, aqui estão os desenhos feitos no cinema!
A experiência foi óptima e sobretudo curiosa, de início a maior dificuldade foi saber como conjugar tudo no papel não esquecendo os planos sempre a mudar. Assim sendo, além dos desenhos cegos tentei também memorizar imagens e ir compondo-as ao longo da narrativa.
As aguarelas foram posteriores.

sexta-feira, 23 de março de 2012

O habitual


Não tenho tido muito tempo/paciência para digitalizar desenhos, por isso hoje foi dia de agarrar no caderno e metê-los no scanner. Este é mais um dos habituais desenhos de viagem.
E amanhã é dia de meter a mochila às costas e pés ao caminho para Campo de Ourique.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Mais um dia, Mais uma viagem.




Ir sentada nos lugares ao meio da carruagem é muito pouco prático.
Mal há espaço para tirar o caderno da mochila, cruzar as pernas e pousar o caderno para desenhar.
É sempre um desafio. E os desafios são bons!

Umas das coisas que mais difere de um desenho que simplesmente espreita pelo corredor, pela freixa entre os bancos ou e por um reflexo no vidro, é o facto de as pessoas estarem tão próximas que quase que entram pelo caderno sem pedir e antes mesmo do próprio desenho começar.
Por vezes é difícil encaixá-las, por vezes fujo disso e desenho quem vai no banco do outro lado do corredor. Mas desta vez não, as férias estão a começar e a próxima viagem para norte já será em 2012, há coisas que precisam de ser experimentadas, há coisas que devem ser mudadas, é preciso ver as coisas de forma diferente e procurar novos limites.

A todos um Feliz Natal!