Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

terça-feira, 16 de julho de 2024

Oficinas Singulares #48 | Vicente Sardinha

 


 À semelhança do desenhar com… esta sessão consiste numa conversa informal - em Livestream - sobre a prática do desenho.

Nesta 48ª sessão convidamos o Vicente Sardinha para nos falar da sua abordagem e a desafiar-nos a desenhar - no/ num local - de acordo com o seu modo de ver.
A conversa será apresentada em direto no facebook e partilhada no nosso blogue e canal de Youtube.

Instagram - Vicente Sardinha
Facebook - www.facebook.com/vicente.sardinha

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#oficinassingulares
@vicentesardinha

segunda-feira, 15 de julho de 2024

António Paes Godinho

Um personagem fascinante, para descobrir no livro de José António Falcão, que foi apresentado na Casa de Santiago - outro local notável em Santiago do Cacém.


sexta-feira, 12 de julho de 2024

Castelo Novo

Em Castelo Novo, o "Edifício da Câmara" foi sofrendo ampliações e alterações ao longo dos tempos e, em cada momento, foram sendo realizadas de acordo com o gosto e convicções da época (e muito bem). No reinado de D Manuel I foram acrescentados na fachada o brasão, a esfera armilar e a cruz de cristo.


quinta-feira, 11 de julho de 2024

Castelo Novo

O castelo de Castelo Novo.
Uma interessante obra de recuperação. Não está no local mais alto das redondezas mas fica em cima de uns rochedos impressionantes.


Praça de Luís de Camões, Lisboa

Fui desenhar com os Arrábida Sketchers em mais um Desenho à Quarta

Andámos pela Praça Luis de Camões em Lisboa :--)



quarta-feira, 10 de julho de 2024

Castelo Novo

Que bem se estava na PEDRA NOVA, em Castelo Novo, com a Gardunha por horizonte.


sexta-feira, 5 de julho de 2024

Depois da Tempestade

A aguarela DEPOIS DA TEMPESTADE é seguramente uma das minhas preferidas de toda a obra conhecida de Roque Gameiro.
Graças aos esforços do Museu, e a oportunos e generosos empréstimos pode agora ser vista esta peça ao lado de duas outras (ensaios? tentativas?) do mesmo tema, no mesmo local e com as mesmas técnicas. Um verdadeiro aperfeiçoamento do resultado. Até final de Agosto, no Museu de Aguarela Roque Gameiro.
Na mesma exposição, com o tema O MAR PORTUGUÊS há várias outras belíssimas aguarelas da Praia da Ursa, Adraga, Peniche, ... todo o litoral português.
Uma exposição a não perder!
https://www.facebook.com/MuseuDeAguarelaRoqueGameiro/?locale=pt_PT
https://www.tribop.pt/



Comidas


 

quarta-feira, 3 de julho de 2024

S. João


Os dias de verão e as festas dos santos populares, são sempre motivopara um desenho
 

terça-feira, 2 de julho de 2024

Festival Terras sem Sombra

Os músicos La Nave Va lutaram literalmente contra ventos e marés, com todas as dificuldades que um clima húmido e ventoso trás ao desempenho de um ensemble ao ar livre, à beira do Rio Sorraia. Mas valeu a pena. Estão todos de parabéns.



sexta-feira, 28 de junho de 2024

quarta-feira, 26 de junho de 2024

terça-feira, 25 de junho de 2024

segunda-feira, 24 de junho de 2024

Festival Terras sem Sombra

Mais um grande encontro com o FTSS. Em Ferreira do Alentejo, que tem muito para descobrir, um excelente concerto com o Quartetto di Venezia. Este é daqueles que não esquecem.

 

Cavalhadas 2024

 


Origem

«A tradição das Cavalhadas de São Pedro surgiu por volta de 1563, após a erupção do vulcão Pico do Sapateiro (atualmente denominado Pico Queimado). Esta erupção, embora inicialmente caracterizada por uma explosividade moderada, apresentou escoadas lávicas que soterraram grande parte da freguesia da Ribeira Seca. Porém, a igreja de São Pedro e a imagem do padroeiro escaparam ilesas e, consequentemente, a população decidiu criar esta tradição como forma de agradecimento ao santo.

Cavalhadas

As cavalgadas percorrem as ruas da cidade da Ribeira Grande, parando em determinados locais onde são proferidos discursos do Rei e lidos versos pelos lanceiros.
Ao longo deste percurso, as marchas assumem uma formação específica, em que os cavaleiros, com os seus diferentes papéis, desempenham diferentes funções. Neste grupo de homens vestidos com roupas brancas decoradas com flores diversas e chapéus pretos, também ornamentados, podemos destacar o Rei ou “Maioral” (destacando-se pela barba branca que usa), os seus 2 lanceiros e, entre as restantes dezenas de cavaleiros, há 3 corneteiros. No final desta formação, existem outros 2 lanceiros.
As cavalgadas iniciam-se no Solar de Mafoma, onde os cavaleiros são avaliados em factores como postura, ornamentação dos seus trajes, entre outros.
Daqui partem para a igreja de São Pedro, onde darão 7 voltas à sua volta (7 dons do Espírito Santo) e depois o Rei fará um discurso diante dela. Seguindo o percurso, a marcha seguirá até à Câmara Municipal da Ribeira Grande onde dará 3 voltas ao Jardim Municipal, em referência à Santíssima Trindade (Pai, ​​Filho e Espírito Santo).
Depois, a marcha percorrerá as ruas da cidade, regressando eventualmente ao Solar de Mafoma.»

Tapada de Mafra

Um recanto da Tapada Nacional de Mafra num dia tão bom durante o Encontro Nacional dos Urban Sketchers Portugal em Mafra :-)

Agradeço aos Urban Sketchers Portugal e à Junta de Freguesia de Mafra por um fantástico fim de semana.

E deixo, também, os parabéns à equipa de filmagem que fez vídeos de excelência!




terça-feira, 18 de junho de 2024

Oficinas Singulares #47 | Pedro Alves

«Uma das coisas que mais me atribulava no início da minha aprendizagem com aguarelas, era ver como alguns aguarelistas faziam as manchas e os céus tão naturais e fluidos e mais tarde percebi que mais que misturas na paleta, uma folha de aguarela molhada é o ideal para misturar cores de forma espontânea e natural. Iremos então recorrer a essa técnica para desenvolver céus fantásticos e deixar a água trabalhar por nós.... (Pedro Alves)»

Alâmpadas de São Pedro



[Voltei à Ribeira Seca, isto é que é gente de trabalho…]

Voltei à Ribeira Seca da Ribeira Grande para continuar os meus desenhos. Espreitei na Casa das Cavalhadas onde, todos os dias, se desenvolve um trabalho de criação de Alâmpadas com crianças em ateliê de tempos Livres. É um serviço de mediação que explora materiais mais duráveis. As frutas são modeladas com pasta de papel e são pintadas posteriormente, as flores são realizadas com cartolinas e papéis coloridos permitindo a criação de novos objetos e a interiorização de uma matiz cultural. O entusiasmo não se limita apenas aos mais jovens, envolve pessoas de todas as idades, evidenciando a ligação entre diferentes gerações. Música, cantorias e muito trabalho acompanhado da limpeza permanente da sala onde tudo acontece. E, entre as remeças de flores para «desfolhar» lá se ouve «_E viva o Mordomo, Viva!!!» com um «Viva» coletivo.

domingo, 16 de junho de 2024

Na praia


 

Alâmpadas de São Pedro


Hoje fomos desenhar as Alâmpadas de São Pedro na Ribeira Seca da Ribeira Grande. Confrontei-me com um projeto comunitário muito bonito. O sr. Amaral foi-nos explicando o processo de construção destes objetos únicos. “Todos participam neste convívio, mas já perdemos muita gente que fazia parte da comunidade”. Enquanto uns fazem as Alâmpadas outros cozinham e o ambiente de festa parece continuo. Também as crianças são envolvidas numa espécie de serviço educativo que as faz construir estes objetos em papel e lhe ensina a tradição. Fomos extremamente bem acolhidos e é certo que lá voltarei para aprender desenhando. Para quem não sabe “As alâmpadas são arranjos feitos com flores e frutos, que de alguma maneira fazem lembrar um lampadário. Destinam- se a ornamentar a paroquial da Ribeira Seca da Ribeira Grande e a oferecer a pessoas ou entidades públicas que se queira honrar durante as festas de São Pedro. Os Frutos utilizados são fruta lampa, nome que se dá aos primeiros frutos da estação. “Lampa” é também, além de “ alâmpada”, uma das palavras que existem em Português com o mesmo significado e “lâmpada”. Foi provavelmente da confusão entre lampa, com o sentido de fruta temporã, e lampa, com o significado de lâmpada, que surgiu o termo alâmpada para designar estas ofertas de flores e frutos que, segundo o Dr. Cortes Rodrigues, terão tido origem nas que foram feitas com os primeiros frutos colhidos depois da esterilidade provocada pela erupção vulcânica da de 1563.”

Texto de Dr. Daniel de Sá

Ribeira Grande, junho de 1994







quarta-feira, 12 de junho de 2024

Desenhar Alâmpadas


Vamos desenhar Alâmpadas no dia 15 de junho pelas 10:30h, estes objetos enquadram-se nas celebrações da Festa de São Pedro, na freguesia da Ribeira Seca, da Ribeira Grande. 

Os Urban Sketchers Azores associam-se a esta festividade para registar o fabrico das “Alâmpadas”. Este encontro será no salão de festas mesmo no largo da igreja da Ribeira Seca.

As festas de São Pedro ou Cavalhadas de São Pedro, no concelho da Ribeira Grande fazem parte do património cultural imaterial da ilha de São Miguel e as “Alâmpadas” também fazem parte desta tradição secular. São essencialmente arranjos florais em forma de lampário e compostos pelas flores e frutos da época, como as hortênsias, os bordões de S. José, o milho, a laranja, o limão, o ananás, entre outros.

Estes ornamentos são pendurados nas varandas ou paredes das casas de quem oferece um contributo financeiro/material em sinal de promessa para o santo. É uma forma de agradecer a fertilidade da terra para as novas colheitas. 


O encontro terá inicio às 10:30h e finaliza às 13:00h, mas há a possibilidade de acompanhar os trabalhos à tarde. Assim, quem quiser ficar a desenhar durante a tarde, deve levar lancheira.

Oficinas Singulares #47 | Pedro Alves (DIA 18 de junho pelas 10:00 açores/11:00h continente)

À semelhança do desenhar com… esta sessão consiste numa conversa informal - em Livestream - sobre a prática do desenho.

Nesta 47ª sessão convidamos o Pedro Alves para nos falar da sua abordagem e a desafiar-nos a desenhar - no/ num local - de acordo com o seu modo de ver.

A conversa será apresentada em direto no facebook e partilhada no nosso blogue e canal de Youtube.

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