Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

quarta-feira, 24 de julho de 2024

Livro "Lamego: a Terra, a História e a Gente"

A Igreja de Santa Maria de Almacave, em Lamego, desenhada no mesmo local da capa do livro "Lamego: a Terra, a História e a Gente", num registo rápido, um ano e meio depois.

O livro, com textos de Luís Gaivão, desenhos meus e design de Ana Sena, saíu há poucos dias da Guide -  Artes Gráficas, onde foi impresso. É uma edição do Município de Lamego, a quem caberá divulgar e disponibilizar para venda.
Os desenhos (com pintura incluída) e os textos foram realizados no local.

segunda-feira, 22 de julho de 2024

sábado, 20 de julho de 2024

Oficinas Singulares #48 | Vicente Sardinha

Nesta 48ª sessão - com o Vicente Sardinha - comemorativa da nossa existência. Só de pensar que tudo começou com a pandemia e, «já lá vão 4 anitos». Para mim é sempre um gosto conversar sobre estas coisas, espero que gostem e aceitem a proposta do Vicente.

«A minha proposta consiste em cada um fazer um pequeno desenho do que se apresenta à sua frente: a paisagem, o que está em cima da mesa, os pés, as mãos,... depois numerá-lo ( 1 ), colocar a data e escrever "café da manhã". O desafio consiste em continuar, todos os dias, a fazer um desenho, do mesmo modo que tomamos todos os dias um café, de preferência sempre no mesmo caderno, numerado e datado. Seguiram também alguns exemplos da proposta.» Vicente Sardinha


instagram - Vicente Sardinha Facebook - www.facebook.com/vicente.sardinha #USkPAzores #USkPortugal #urbansketchers #oficinassingulares @vicentesardinha

quarta-feira, 17 de julho de 2024

Castelo Novo

A LAGARIÇA é um lagar para pisar uva e uma tina para recolha do mosto cavada, em tempos imemoriais, na própria rocha de uma rua de Castelo Novo.


terça-feira, 16 de julho de 2024

Oficinas Singulares #48 | Vicente Sardinha

 


 À semelhança do desenhar com… esta sessão consiste numa conversa informal - em Livestream - sobre a prática do desenho.

Nesta 48ª sessão convidamos o Vicente Sardinha para nos falar da sua abordagem e a desafiar-nos a desenhar - no/ num local - de acordo com o seu modo de ver.
A conversa será apresentada em direto no facebook e partilhada no nosso blogue e canal de Youtube.

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segunda-feira, 15 de julho de 2024

António Paes Godinho

Um personagem fascinante, para descobrir no livro de José António Falcão, que foi apresentado na Casa de Santiago - outro local notável em Santiago do Cacém.


sexta-feira, 12 de julho de 2024

Castelo Novo

Em Castelo Novo, o "Edifício da Câmara" foi sofrendo ampliações e alterações ao longo dos tempos e, em cada momento, foram sendo realizadas de acordo com o gosto e convicções da época (e muito bem). No reinado de D Manuel I foram acrescentados na fachada o brasão, a esfera armilar e a cruz de cristo.


quinta-feira, 11 de julho de 2024

Castelo Novo

O castelo de Castelo Novo.
Uma interessante obra de recuperação. Não está no local mais alto das redondezas mas fica em cima de uns rochedos impressionantes.


Praça de Luís de Camões, Lisboa

Fui desenhar com os Arrábida Sketchers em mais um Desenho à Quarta

Andámos pela Praça Luis de Camões em Lisboa :--)



quarta-feira, 10 de julho de 2024

Castelo Novo

Que bem se estava na PEDRA NOVA, em Castelo Novo, com a Gardunha por horizonte.


sexta-feira, 5 de julho de 2024

Depois da Tempestade

A aguarela DEPOIS DA TEMPESTADE é seguramente uma das minhas preferidas de toda a obra conhecida de Roque Gameiro.
Graças aos esforços do Museu, e a oportunos e generosos empréstimos pode agora ser vista esta peça ao lado de duas outras (ensaios? tentativas?) do mesmo tema, no mesmo local e com as mesmas técnicas. Um verdadeiro aperfeiçoamento do resultado. Até final de Agosto, no Museu de Aguarela Roque Gameiro.
Na mesma exposição, com o tema O MAR PORTUGUÊS há várias outras belíssimas aguarelas da Praia da Ursa, Adraga, Peniche, ... todo o litoral português.
Uma exposição a não perder!
https://www.facebook.com/MuseuDeAguarelaRoqueGameiro/?locale=pt_PT
https://www.tribop.pt/



Comidas


 

quarta-feira, 3 de julho de 2024

S. João


Os dias de verão e as festas dos santos populares, são sempre motivopara um desenho
 

terça-feira, 2 de julho de 2024

Festival Terras sem Sombra

Os músicos La Nave Va lutaram literalmente contra ventos e marés, com todas as dificuldades que um clima húmido e ventoso trás ao desempenho de um ensemble ao ar livre, à beira do Rio Sorraia. Mas valeu a pena. Estão todos de parabéns.



sexta-feira, 28 de junho de 2024

quarta-feira, 26 de junho de 2024

terça-feira, 25 de junho de 2024

segunda-feira, 24 de junho de 2024

Festival Terras sem Sombra

Mais um grande encontro com o FTSS. Em Ferreira do Alentejo, que tem muito para descobrir, um excelente concerto com o Quartetto di Venezia. Este é daqueles que não esquecem.

 

Cavalhadas 2024

 


Origem

«A tradição das Cavalhadas de São Pedro surgiu por volta de 1563, após a erupção do vulcão Pico do Sapateiro (atualmente denominado Pico Queimado). Esta erupção, embora inicialmente caracterizada por uma explosividade moderada, apresentou escoadas lávicas que soterraram grande parte da freguesia da Ribeira Seca. Porém, a igreja de São Pedro e a imagem do padroeiro escaparam ilesas e, consequentemente, a população decidiu criar esta tradição como forma de agradecimento ao santo.

Cavalhadas

As cavalgadas percorrem as ruas da cidade da Ribeira Grande, parando em determinados locais onde são proferidos discursos do Rei e lidos versos pelos lanceiros.
Ao longo deste percurso, as marchas assumem uma formação específica, em que os cavaleiros, com os seus diferentes papéis, desempenham diferentes funções. Neste grupo de homens vestidos com roupas brancas decoradas com flores diversas e chapéus pretos, também ornamentados, podemos destacar o Rei ou “Maioral” (destacando-se pela barba branca que usa), os seus 2 lanceiros e, entre as restantes dezenas de cavaleiros, há 3 corneteiros. No final desta formação, existem outros 2 lanceiros.
As cavalgadas iniciam-se no Solar de Mafoma, onde os cavaleiros são avaliados em factores como postura, ornamentação dos seus trajes, entre outros.
Daqui partem para a igreja de São Pedro, onde darão 7 voltas à sua volta (7 dons do Espírito Santo) e depois o Rei fará um discurso diante dela. Seguindo o percurso, a marcha seguirá até à Câmara Municipal da Ribeira Grande onde dará 3 voltas ao Jardim Municipal, em referência à Santíssima Trindade (Pai, ​​Filho e Espírito Santo).
Depois, a marcha percorrerá as ruas da cidade, regressando eventualmente ao Solar de Mafoma.»

Tapada de Mafra

Um recanto da Tapada Nacional de Mafra num dia tão bom durante o Encontro Nacional dos Urban Sketchers Portugal em Mafra :-)

Agradeço aos Urban Sketchers Portugal e à Junta de Freguesia de Mafra por um fantástico fim de semana.

E deixo, também, os parabéns à equipa de filmagem que fez vídeos de excelência!




terça-feira, 18 de junho de 2024

Oficinas Singulares #47 | Pedro Alves

«Uma das coisas que mais me atribulava no início da minha aprendizagem com aguarelas, era ver como alguns aguarelistas faziam as manchas e os céus tão naturais e fluidos e mais tarde percebi que mais que misturas na paleta, uma folha de aguarela molhada é o ideal para misturar cores de forma espontânea e natural. Iremos então recorrer a essa técnica para desenvolver céus fantásticos e deixar a água trabalhar por nós.... (Pedro Alves)»

Alâmpadas de São Pedro



[Voltei à Ribeira Seca, isto é que é gente de trabalho…]

Voltei à Ribeira Seca da Ribeira Grande para continuar os meus desenhos. Espreitei na Casa das Cavalhadas onde, todos os dias, se desenvolve um trabalho de criação de Alâmpadas com crianças em ateliê de tempos Livres. É um serviço de mediação que explora materiais mais duráveis. As frutas são modeladas com pasta de papel e são pintadas posteriormente, as flores são realizadas com cartolinas e papéis coloridos permitindo a criação de novos objetos e a interiorização de uma matiz cultural. O entusiasmo não se limita apenas aos mais jovens, envolve pessoas de todas as idades, evidenciando a ligação entre diferentes gerações. Música, cantorias e muito trabalho acompanhado da limpeza permanente da sala onde tudo acontece. E, entre as remeças de flores para «desfolhar» lá se ouve «_E viva o Mordomo, Viva!!!» com um «Viva» coletivo.