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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Desenhar em Bruxelas-Reflexos
Para terminar esta saga de Desenhar em Bruxelas ,aqui vai a praça Flagey. em Ixelles, onde,no sábado(21/09) à noite, os repuxos estavam ligados.
Isto, apesar da chuva.
Desenhei bastante e foram 7 dias maravilhosos a redescobrir uma cidade que julgava conhecer.
Isto ,antes de começar a rabiscar.
Desenhar em Bruxelas-Kate Newby,la loge
Entrei no museu de arquitectura la loge,que fica num edifício ,da década de 1930,outrora sede da ordem maçónica «o Direito Humano».
Não estava ninguém(só a recepcionista) e tive tempo para sentir o ambiente,desenhar e aguarelar.
A neozelandesa Kate Newby (expõe até 16 de novembro) revela uma relação harmoniosa com o espaço envolvente, em que a obra não domina o espaço ,nem o espaço a obra.
Foi o que aconteceu em «la loge».Gostei.
Não estava ninguém(só a recepcionista) e tive tempo para sentir o ambiente,desenhar e aguarelar.
A neozelandesa Kate Newby (expõe até 16 de novembro) revela uma relação harmoniosa com o espaço envolvente, em que a obra não domina o espaço ,nem o espaço a obra.
Foi o que aconteceu em «la loge».Gostei.
Açores
Dois desenhos feitos essencialmente com Tinta da China no Varadouro no Faial um pouco antes de se chegar ao vulcão.
O Picaroto foi o restaurante onde almocei. Primeiro reparo ao Faial - não se está a comer bem. Aqui de entrada comemos umas divinais lapas grelhadas mas a seguir veio uma carne mal temperada e de vacas açorianas que deveriam ser da pré-história pois a carne era rija, o que naquelas paragens me parece inadmissível!
O desenho das rochas tem uma cara, juro que não exagerei. Aliás todos os que ali chegam é a primeira coisa que dizem! Ficam na zona das piscinas naturais que são belíssimas!
O Picaroto foi o restaurante onde almocei. Primeiro reparo ao Faial - não se está a comer bem. Aqui de entrada comemos umas divinais lapas grelhadas mas a seguir veio uma carne mal temperada e de vacas açorianas que deveriam ser da pré-história pois a carne era rija, o que naquelas paragens me parece inadmissível!
O desenho das rochas tem uma cara, juro que não exagerei. Aliás todos os que ali chegam é a primeira coisa que dizem! Ficam na zona das piscinas naturais que são belíssimas!
Portugal é... pastéis de nata caseiros
Experimentando uma confecção caseira dos pastéis de nata. A produção teve duas fases laboratoriais - a fase massa e a fase creme. A fase massa (a única ilustrada) consistia em descortinar o melhor método para a colocação da massa nas formas. O crescimento da massa no forno deve muito à disposição estrutural da massa. No método #1, a massa cresceu tanto que expulsou o creme das formas. O método #2 resolveu o dilema de forma mais elegante.
Na fase creme, o objectivo era perceber, das várias receitas de creme sacadas da internet, qual era a que mais nos agradava. No final, não houve consenso, mas percebemos que muitas delas exageravam no açúcar.
Encontro de Desenho: Retratos da Covilhã
A minha contribuição para o Encontro de Desenho: Retratos da Covilhã. Apesar da chuva e do vento, este foi um bom dia para desenhar. Obrigado a todos!
domingo, 29 de setembro de 2013
Enquanto espero
Não gosto de esperar. Estar a "fazer nada" também não. Já que tinha que esperar e por uma boa causa, sai um desenho de mim por mim....
PROJECTO todos13_5ª. Edição_VII Parte.
E a festa de Todos - Saberes e Sabores Culturais continuou....
Ainda em 14 Set13 do Museu Júlio Pomar dirigimos ao
Palácio de S. Bento eram entre as 17 às 18.30 horas.
O objectivo era o de escutar uma história de Kohlhaas (séc.XVI) - "Michael
Kohlhaas". Constituiu uma adaptação do texto de Henrich von Kleist e
fulgurante interpretação de Marco Batiani e corresponde a uma obra prima do
romantismo alemão. Desta vez não me distraí nem com o que se passava à minha
volta, nem com registo de desenhos no meu caderno, porque de hábito, preocupo-me
sempre em registar os croquis instantâneos no meu suporte. Fiquei deveras admirada porque não
é usual essa minha atitude em apenas só escutar com atenção uma peça de teatro. Gostei
desse peça que se adequa a situação atual: a Lei, o Poder e a Justiça. Para além
de tomar conhecimento desse significado, também foram demostradasi e aplaudidas a atuação inédita do actor Marco Baliani
que sem sair da cadeira onde se encontrava, manipulava os ruídos com os pés. Percebia--se muito bem pelos gestos, pela voz em tom alto, de boa dicção e com apoio do
equipamento de tradução que se projetava num écran devidamente preparado. No conjunto, muito
invulgar esse espetáculo.
No dia seguinte:"15 de setembro, das 10h às 13h - desenhar com a Alexandra Belo e o
Vítor Mingacho". Era da programação confesso que acalentava alguma
expetativa em participar e apreciar uma vez mais a atitude desses bons
cuadernistas, assim como os respetivos trabalhos.
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1. A SALA DO SENADO |
O ponto de
encontro registou-se à entrada da Fundação Mário Soares de seguida estão os
passos concretizados..
Subindo na Rua da Paz fomos guiados à Interculturacidade para assistirmos a
uma lição e contacto com a língua persa: o seu alfabeto, o som, a sua estrutura
e cultura. Escrever, falar e ouvir, constituíram os itens necessários para que todos -
professor de origem iraniana Davoud Ghorbanzadeh e o público que assistia -interviessem nessas duas horas.
Ao invés do que se passou na Sala do Senado, que me perdoem,
mas abstive-me apenas em escutar e... desenhar, muito embora fosse convidada a
participar. Acrescento, que deixo aqui a minha simpatia pelos intervenientes
assim como a indicação dos interessantes simples mas eficazes recursos
pedagógicos aplicados assim como o bom ambiente gerado.
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2. NO CENTRO CULTURAL |
Desta
forma, ainda dou a conhecer a ficha dos carateres da língua persa com a
correspondente transcrição e da equivalência em português.
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2. APRENDENDO OUTROS IDIOMAS (Persa)
Até o final dessa manhã de 15 Set mantivemos-nos sempre a desenhar na
Igreja das Mercês.
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3. IGREJA DAS MERCÊS.
Jogando
Um dia, à
noite, um jogo maluco chamou a minha atenção. E tal eu sei jogar. Mas
depois e tal não saiu assim tão bem…
Amarfanha-se a interioridade quando o leste se perde e o sol se perturba. Deixam de ser comunicantes os vasos. E todas as alterações são possíveis. E se os ventos alterassem os pontos cardeais? Melhor. E se algum vulcão acrescentasse novos e apagasse outros? Um pequenino "big bang" em comparação com o desnorte e irresponsabilidade em que vivemos. Termino este lavar de alma com as magníficas palavras de Herberto Hélder "a ironia não salva mas ressalva". HFM
O desenho em baixo foi feito quando saí de manhã cedo e apanhei, por entre os prédios, a ruína da casa de férias da Quinta das Conchas. Mais um desnorte e desaproveitamento. Os pingos da chuva ajudaram a fazer da tinta uma aguada. Estamos em crise e a água tem de ser poupada!
O desenho em baixo foi feito quando saí de manhã cedo e apanhei, por entre os prédios, a ruína da casa de férias da Quinta das Conchas. Mais um desnorte e desaproveitamento. Os pingos da chuva ajudaram a fazer da tinta uma aguada. Estamos em crise e a água tem de ser poupada!
sábado, 28 de setembro de 2013
Desenhar em Bruxelas-Horta III
O atelier, no r/c, tem uma simplicidade monacal.
Desenhar em Bruxelas-Ixelles,la Cambre
O espaço da Abadia de la Cambre (fundada no sec.XI,por beneditinos),além da igreja, alberga o Instituto Geografico e a escola de arte fundada por Van de Velde.
Entrei nesta última, onde almocei numa excelente e pequena cafeteria.
A escada de acesso ao 1ºandar é iluminada por luz natural através de uma espécie de claraboia vertical.
É sobretudo um espaço com muita paz, diferente do resto.
Entrei nesta última, onde almocei numa excelente e pequena cafeteria.
A escada de acesso ao 1ºandar é iluminada por luz natural através de uma espécie de claraboia vertical.
É sobretudo um espaço com muita paz, diferente do resto.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
PROJECTO todos13_5ª. Edição_VI Parte.
Seguidamente, no final da tarde de 14Set13,saímos do Museu Júlio Pomar em direcção a um outro local.
Entretanto, verifica-se que nesse tipo de encontro acabamos por deparar conhecidos e amigos que já não víamos há algum tempo, o que é agradável e deste modo ainda ouvimos a expressão contemporânea:"Olhó Dinis...Tudo bem?".

PROJECTO todos13_5ª. Edição_V Parte.
...continuando a história...
No dia 14 SET13 depois do almoço dirigimo-nos ao Museu Júlio
Pomar.
De construção recente fica num edifício recuperado pelo arquiteto Siza Vieira. É apetrechado
de uma coleção de obras doadas pelo próprio Júlio Pomar à Fundação de mesmo nome.
Quando lá chegamos o
artista, a entrevistadora e algum público entre os quais alguns do USKP já lá
estavam.
Reparando a imagem seguinte: o registo dos conteúdos dos dois
quadros constam apenas de manchas porquanto eu estava no piso superior do
edifício e não vislumbrava os detalhes das respetivas obras de arte de Júlio
Pomar penduradas no rés do chão e que me apareciam do alto.
Este atelier foi inaugurado em Abril de 2013. Possui um acervo
de várias centenas de obras, decorridas em diferentes fases da vida de Júlio
Pomar - desde pintura, escultura, desenho, gravura, cerâmica sendo ainda
durante a visita dessa tarde que alguém teria evocada trabalhos de tapeçaria.
Não
conseguia estar totalmente atenta aos diálogos, às explicações decorrentes no
momento, porque estaria concentrada no meu desenho e do meio que me rodeia. É o costume.
Tentei registar várias
poses de Júlio Pomar e da entrevistadora. Nesta imagem seguinte foi quando ambos permaneciam no piso superior junto à viga do corrimão.
3. NO PISO SUPERIOR

Do primeiro piso onde eu me encontrava registei para além dos visitantes um grupo de USKP que curiosamente permaneciam juntos.
Nesse dia fazia muito calor.
Desta
vez juntas mas sentadas no soalho, embora houvesse quem se fizesse acompanhar
de um banquinho.
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