Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Exposição de Cadernos Gráficos na Galeria Meeting Point - Ilha Terceira, Açores

 

Exposição de cadernos gráficos na Galeria Meeting Point na Rua do Galo 113 em Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores
Até dia 26 de setembro das 20 às 22 horas.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

USk - Terceira


Praia da Vitória, Ilha Terceira, 01 de Agosto de 2016

Aproveitando uma visita à Ilha Terceira por razões profissionais, aceitei com um enorme gosto o convite que me foi endereçado pelo grupo Usk-Terceira a participar numa tertúlia à volta do desenho em diários gráficos. Para mim foi um encanto ver a sala repleta de gente interessada no desenho em cadernos. Os impulsionadores do grupo Usk-Terceira, o Emanuel Felix e a Rosa Chaves, estão de parabéns pela excelente dinâmica que estão a criar à volta do desenho. Posteriormente foi inaugurada uma exposição de desenhos em diários gráficos onde estão patentes vários “urbansketchers” da Ilha Terceira. Mas o dia não acabou com a visita à exposição. Para os mais persistentes, e lá por volta das 23:30, ainda restou um tempinho para desenhar a Igreja que hoje vos apresento – Igreja da Matriz de Santa Cruz – Praia da Vitória.


O programa arrancou com uma conversa informal com grupo Urban Sketchers, que contou com a presença de Paulo Brilhante, de São Miguel, primeiro urban sketcher açoriano a publicar em livro o seu diário gráfico. Técnico de engenharia, Paulo Brilhante começou a tomar notas em cadernos gráficos, por necessidade, na profissão, mas nos tempos livres foi ganhando gosto pelo desenho. Depois de muitos anos a desenhar sozinho, integrou um movimento de Urban Sketchers em São Miguel e recentemente editou um livro com uma seleção de desenhos, cujas receitas revertem para a delegação regional da Associação de Cegos e Ambliopes de Portugal. Para Paulo Brilhante, os encontros de Urban Sketchers permitem que os artistas se desinibam de desenhar em público e ajuda-os a evoluir, ajudando-se mutuamente. “Essa troca de experiências com outras pessoas que possivelmente não tiveram a mesma dificuldade vainos enriquecer e vamos ultrapassando as nossas barreiras na partilha com outros sketchers”, frisou. O Alto da Memória é um dos monumentos da ilha Terceira que já passaram pela caneta de Paulo Brilhante, mas o urban sketcher destaca muitos outros. “Todo e qualquer recanto aqui na ilha Terceira tem um relato histórico que é importante nós registámos”, salientou.