Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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sábado, 1 de setembro de 2018

Oficinas de Sara Simões na Casa da Cerca

Estas sessões orientadas por Sara Simões são muito agradáveis, num local maravilhoso. Todos os 1ºs sábados de cada mês há um grupo de apaixonados pelo desenho e pelos motivos infinitos, normalmente inspirados no mundo vegetal e rodeados por uma paisagem de cortar a respiração. Foi a primeira vez que lá fui e vou tentar não falhar mais.Desenha-se, conversa-se, aprende-se, aconselha-se, etc.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Encontro no próximo domingo: Lisboa da outra Margem


O simpósio acaba já no sábado, mas a festa continua. É para quem ficou em Lisboa, ou quem está de ressaca do Simpósio.

O encontro é às 15h, no cais fluvial do Cais do Sodré. Atravessamos o Tejo em cacilheiro e caminhamos pelo Ginjal. A Casa da Cerca é o destino, porque tem a melhor vista para Lisboa.

Os amigos estrangeiros que vieram ao Simpósio também podem vir. Vão conhecer um Tejo (ainda) quase desconhecido e onde apetece desenhar. É uma oportunidade única!

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

À espera, em Porto Brandão

Por vezes estes tempos de espera são os melhores para desenhar.
Nem quero saber do resultado. O desenho acaba quando acaba o tempo que, no entanto, não é roubado a nada nem a ninguém.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Cova do Vapor


Cova do Vapor, Trafaria.

7 Novembro 2017 na Cova do Vapor, algumas casas de pescadores junto á praia. Já tinha desenhado este mesmo lugar em 17 de Fevereiro deste ano e lembrei-me hoje de lá voltar e desenhá-lo de uma forma completamente diferente.


Casas de pescadores na Cova do Vapor, Trafaria.


Em cima, feito em 7nov2017, desenho a marcador fino e aguarelado, em baixo feito em 17fev2017, caneta posca preta e tintas ecoline, no contexto de um workshop orientado pelo Richard Câmara.



Desenho final feito em marcador preto 2mm "eding calligraphy", aguarelado, em caderno 47x17cm, papel de algodão de 300gr.



sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Praia de São João, Costa de Caparica



Fim de tarde na Praia de São João
























No miradouro da praia de São João, olhando para a arriba fóssil da Caparica.



















Arriba fóssil da Caparica vista do miradouro da Praia de São João com a aldeia dos Capuchos no horizonte.





domingo, 3 de setembro de 2017

Fruto do algodoeiro, já com cores de outono.




Setembro na Casa da Cerca.

 Fruto do algodoeiro, já com cores de outono. 



Sábado, 2 de Setembro de 2017, realizou-se mais uma sessão de desenho vegetalista na Casa da Cerca com a orientação da Sara Simões. Aguarela sobre papel de algodão 300gr em diário gráfico.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Cais da Trafaria e uma reflexão sobre Urban Sketching



O Cais da Trafaria não é bem assim, como se vê na fotografia. Falta-lhe uns pedaços aqui e ali, mas quem conhece o local consegue reconhecê-lo. Para mim o Urban Sketching é cada vez menos representar fielmente o que observo. É mais usufruir do acto de desenhar e de pintar, representando o que sinto no contexto do desenho (nesta tarde, sentia-me uma garota “naïf” a brincar com a aguarela e os lápis-de-cor). Ser Urban Sketcher também é inventar um bocadinho para facilitar ou para ter esse espaço de transgressão em relação à realidade. É ainda explorar os lugares, representando-os com técnicas e materiais diferentes, numa incessante procura de soluções.



O momento desta dupla página e toda esta tarde tão bem passada são o que de melhor tem a comunidade de Urban Sketchers Portugueses: as pessoas. Desenhar é um veículo para atingir um fim com uma estranha dualidade. Por um lado, é desaparecer para dentro de mim numa partilha única de silêncios agradavelmente estranha. Por outro, é divertir-me, virando-me para fora num encontro colectivo de partilha com sorrisos e boa disposição.




Esta dupla página tem um aspecto de que não gosto: a mancha de aguarela no centro. Acontece quando existe o meio do caderno, mas principalmente quando se usa muita água e o papel não é o mais adequado para a técnica aplicada – uma aguada destas precisa de papel com qualidade e de 300g/m2. Assim, perdeu-se a continuidade, o fluxo, de uma página para a outra. Enfim… adoro experimentar tintas, pincéis e papéis… Se não experimentarmos não descobrimos o que nos faz falta e o que se adequa às nossas características e interesses. Sendo assim, querido papel Claire Fontaine 180g/m2 de faces diferentes, volta! Sinto-te a falta no contexto do diário gráfico.

Ser Urban Sketcher é ser curioso e ter um desejo incessante de conhecer os lugares de passagem e de evoluir, sempre de caderno na mão. É representar o mundo como o vemos e sentimos num momento – ou como gostaríamos de o ver e sentir – e não a realidade.

Texto publicado ALI


No mesmo dia em que escrevi este texto,
encontrei outro muito interessante
da Urban Sketcher Jane Wingfield:
Falling in love with the world, one sketch at a time

domingo, 20 de agosto de 2017

Na Trafaria

A Paula Cabral mostrou interesse em ir desenhar à Trafaria. 
Facilmente se juntou um grupo, porque desenhar em conjunto é outra coisa...





segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Jardim do Rio, Almada

Quando fui a 2ª vez à Casa da Cerca tive de parar no jardim junto ao elevador para desenhar a vista :-)


sexta-feira, 21 de julho de 2017

Alcáçovas


Dois cedros em Almada


Estes dois cedros chamaram a minha atenção por , embora sendo da mesma espécie, cresceram da maneiras tão diferentes. Um com os ramos para cima, o outro com os ramos para baixo. os botânicos certamente terão um explicação para isto e se por aí os houver seria bom fazerem sobre isto alguma luz. 
































Sketch em Almada enquanto aguardo a Luísa que está em exames. Dois cedros, um para cima o outro para baixo. Em caderno da produção da Marilisa (14.5x10) cm, com caneta "Pilot G-TEC-C4" sépia.



quarta-feira, 12 de julho de 2017

A outra margem


O vento estava de feição, e fui num barco de um amigo, Tejo acima. Saímos de Belém e só fixámos amarras em Valada. Entretanto, tentei desenhar tudo o que aparecia à frente. No final, grande parte do caderno tinha sumido, mas tinha captado toda a margem sul, da foz, na Trafaria, até à Ponta da Erva. Esta panorâmica pode ser vista em 360º aqui.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Pintar sem riscar e riscar sem pintar



Neste domingo houve mais uma sessão de #LisboadaOutraMargem com Richard Câmara. Estivemos no antigo bairro da Companhia Portuguesa de Pescas- Olho de Boi em Cacilhas, onde fomos gentilmente recebidos pelo amigo residente, António Silva. Um belo piquenique e uma jornada com desafios interessantes, tal como estas 2 páginas do diário gigante - desenhar sem colorir e colorir sem desenhar.
Quando o desafio terminou nunca tanto apeteceu colorir como também nunca tanto apeteceu desenhar.

terça-feira, 9 de maio de 2017




Workshop com Richard Câmara 
Lisboa da outra margem.

É já no próximo sábado mais uma sessão de desenho "Lisboa da Outra Margem" e só agora me dou conta que já vamos com três metros de desenhos... nunca tinha pensado em desenho neste conceito de ser "a metro"... estranha sensação.




































Na verdade ,á ultrapassei os três metros porque já ocupei um bocadinho da parte de trás, mas isso fica para a próxima vez. O caderno é mesmo grande.

Mais aqui no meu blog: http://cesarcaldeira11.blogspot.pt/












quinta-feira, 9 de março de 2017

De novo na Cova do Vapor

É verdade, gostei tanto de ser mordido pelo cão, na última vez que lá estive, que voltei.
É um local onde os motivos, não acabam, com uma luminosidade própria.

Uma das casas, pescadores.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Cova do Vapor

No passado dia 21, fomos descobrir a outra margem, começámos na Cova do Vapor, lugar com muitos assuntos, para lá voltar. Como foi o primeiro desenho do caderno, foi mais difícil.
Para quem não sabe a Cova do Vapor, fica junto à Trafaria, e também ao Bico da areia.



quarta-feira, 21 de setembro de 2016

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Cacilhas

Em Cacilhas a olhar o Tejo e Lisboa
Esferográfica BIC : Canetas de Feltro

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Costa de Caparica


Sketches de Verão...























Arriba fóssil da Caparica. A parte que se vê da janela do meu quarto, em Stº António.






























9jul2016, passeio no Ribatejo até à Póvoa da Isenta numa tarde de calor entre amigos.

































Domingo de calor, 10jul, no cais de Stª Apolónia.

































Arte xávega, na Costa de Caparica, 13jul2016. 

































Em frente ao bar de praia Chapéu de Palha... Família portuguesa almoçando na Praia da Saúde, abrigada do escaldante sol do meio dia, com as respectivas lancheiras de campismo com as "mines" fresquinhas.

Mais aqui: http://cesarcaldeira11.blogspot.pt/