Estrelícia, ou "Pride of Madeira".
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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
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quarta-feira, 25 de março de 2015
terça-feira, 24 de março de 2015
domingo, 8 de março de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
terça-feira, 3 de março de 2015
Mãe de água.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
72º Encontro USKP - MÃE D'ÁGUA
Mãe d'Água ... um paraíso mesmo ali ao virar da esquina ! Que aventura, desenhar com os cabelos ao vento, o casaco ao vento, as folhas ao vento ... por pouco até as aguarelas iam com o vento. Do alto do terraço, o olhar toca a outra margem ... viaja por chaminés, torres modernas, jardins interiores, prédios espelhados, monumentos e igrejas ... ruas e ruelas ... Eis que Lisboa nos sorri a cada piscar de olhos! Este prédio sorriu mais alto e lá saí da zona de conforto ...
No jardim interior, um arbusto pousava verdejante ... qual cupcake ;-)
Não resisti aos encantos do Tejo ... e lá saiu uma aguarela em três tempos...
Fugi ao frio e sentei na ilha central ... que bela experiência ! Não sei qual foi o desafio maior ... se os arcos, se a fonte rochosa.
Que bom que é encontrarmo-nos !
72ºEncontro na Mãe d'Água
E assim decorreu o 72ºEncontro USkP. Entretanto fomos desafiados pela gerência da Mãe d'Água a expor naquele fantástico espaço os desenhos realizados. Assim, vão publicando neste blog e, se esta iniciativa for para a frente, logo comunicamos e combinamos como enviar os desenhos.
Mãe D'Água - encontro 72
Depois de ter falhado os encontros da semana passada confesso que estava ansioso por regressar e rever os amigos.
Já tinha visitado a Mãe D'Água há alguns anos e planeei desenhar primeiro no interior e depois no terraço.
Sentei-me na plataforma central em madeira sobre a água. Enquanto lá estive parecia que estava a desenhar num barco, porque a plataforma ia ondulando à medida que os visitantes iam e vinham. Felizmente não costumo enjoar e tudo correu bem.
Subi ao terraço, mas a ventania era tanta que não encontrei vontade para me atirar às centenas de telhados que se avistavam naquela grande panorâmica da cidade. Decidi voltar a descer, no entanto antes de o fazer fiquei fascinado pela perspectiva das escadas vistas de cima, pelo que decidi aceitar o desafio que elas me lançaram e desenhá-las ali mesmo.
Ainda dei um saltinho ao jardim exterior antes de voltar para a cisterna e desenhar o túnel que passa por baixo da fonte.
No final tivemos a partilha habitual e, como diz a Manuela, participar num encontro é formidável.
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Mãe d'Água. 72ºEncontro
Representar uma vista com tanta informação é sempre um desafio. Obriga-nos a seleccionarmos o que queremos representar. A simplificar. A não ser que estejamos ali várias horas. Ou dias. Mas isso é outra coisa...
Mãe d'Água
Mas que tarde tão agradável que passámos na Mãe d'Água das Amoreiras. Deu para desenhar e para conversar. Ver amigos, desenhos de amigos, partilhar ideias opiniões.
O meu primeiro desenho foi feito no terraço. Foi uma pequena aventura desenhada com o vento como companheiro.
Depois de terminar o primeiro desenho, decidi ir para dentro (estava frio lá fora). Sentei-me a desenhar na plataforma central. Mas como estava sob a água baloiçava sempre que alguém caminhava por ali dando a sensação de estar no barco. Fiquei ligeiramente enjoado e por isso o registo ficou um pouco diferente.
No fim do dia ainda fiz um duelo de retratos com o Filipe Pinto numa das pastelarias da zona.
O meu primeiro desenho foi feito no terraço. Foi uma pequena aventura desenhada com o vento como companheiro.
Depois de terminar o primeiro desenho, decidi ir para dentro (estava frio lá fora). Sentei-me a desenhar na plataforma central. Mas como estava sob a água baloiçava sempre que alguém caminhava por ali dando a sensação de estar no barco. Fiquei ligeiramente enjoado e por isso o registo ficou um pouco diferente.
No fim do dia ainda fiz um duelo de retratos com o Filipe Pinto numa das pastelarias da zona.
72º Encontro, Mãe d'Água
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