Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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domingo, 12 de maio de 2024

terça-feira, 2 de abril de 2024

Florença - do Roof Top do café del Verano


      No Roof-Top do café del Verano, a vista magnífica. Só foi pena ser fim de tarde e faltou a luz.

segunda-feira, 1 de abril de 2024

Florença - Ponte Veccio


      A "Ponte Veccio", de todas as pontes do rio Arno, esta é sem dúvida a mais bonita desenhada e visitada, e foi uma das razões da nossa viagem.

domingo, 31 de março de 2024

Florença, no Museu Delle Cappelle MÉDICEE

     Modelo da Capela mandada construir pela última exponente da família reinante ANNA MARIA LUÍSA DE`MEDICI em !&&/ - 1743
 

sábado, 30 de março de 2024

San Gimignano - Siena


      Casario de San Gimignano, Vila ancestral muito gira, com casario muito antigo e bem conservado.

sexta-feira, 29 de março de 2024

quarta-feira, 27 de março de 2024

terça-feira, 14 de setembro de 2021

Viajar pelo desenho

Há dois anos atrás publiquei aqui o mesmo desenho!

Na altura tinha sido feito com grafite. Pareceu-me o material certo. Acontece que, sem a laca e com o passar do tempo, o desenho foi-se desvanecendo... quase como se quisesse desaparecer do caderno!
Apercebi-me disso por acaso e o acaso fez-me rever todos os desenhos que tivessem sido feitos com o grafite. 
Por sorte, foram poucos!

Não pensei duas vezes quando decidi usar a tinta da china para fixar o desenho, pois esta é das minhas duplas páginas favoritas. Pelo resultado, mas também porque me permite regressar a Florença e reviver a cidade em todas as páginas deste caderno.

sábado, 31 de outubro de 2020

Saudades de viajar, saudades de Florença

 

Esta é a guarda inicial de um caderno de Florença, de 2018. Tinha acabado de chegar à cidade e comprei o caderno na estação de comboios. O desenho é de uma vista do refeitório do hostel :) para um jardim interior, e foi o primeiro desenho que fiz da cidade.

Passei alguns dias a visitá-la sozinha e este era o lugar para onde voltava ao final do dia, e onde bebendo um chá ou um copo de vinho se desenvolveram algumas amizades. Fui depois fazer o retiro "O Espiritual no Desenho" com o Mário Linhares, e ao final voltei a esse mesmo hostel. Senti-me sempre em casa. Para tal também contribuíam os fabulosos pequenos-almoços servidos nessa mesma sala, feitos por uma verdadeira cozinheira italiana (... já não me recordo se era florentina!). O hostel era muito simples e económico, mas com essa riqueza que têm os lugares onde as pessoas têm vontade de fazer as coisas bem feitas.

A cidade transmitiu-me uma grande simplicidade (talvez também pacificidade) e por isso brinquei com a palavra no desenho. Acho que é a simplicidade da harmonia que tem, da Catedral a estes lugares simples e discretos, que me fez amá-la tanto. Já lá voltei um ano e pouco depois, e é um dos lugares de que tenho saudades.

Querida Itália, o meu coração está contigo!

terça-feira, 24 de abril de 2018

A simplicidade da água em nós




Um dos momentos do retiro "O Espiritual no Desenho", em Florença. Trabalhando uma reflexão sobre água, humildade e limpeza, junto ao rio, olhando a Ponte alla Carraia, junto da qual se forma uma língua de areia onde as pessoas passeiam, descansam, e pescam, rodeadas de água no meio da cidade.

Como nós procuramos a água dos rios para nos sentirmos numa ligação tão profunda a nós próprios, à nossa própria água, e a essa medida de ser simples de quando nos abandonamos naturalmente à simplicidade.
O nosso corpo é em grande parte água. Quando, tal como a água flui naturalmente, fluímos no que fazemos, compreendemos em simplicidade quem somos.

Humildade, disponibilidade para esse fluir, e limpeza do que já não precisamos em nós, mas apenas do que a vida vai trazendo para que se faça o processo, sem o exagero de uma falsa pureza, de querer tudo limpar. Como Jesus disse a Pedro... bastam os pés, basta limpar o Espírito e o corpo fluirá esse estar, basta a simplicidade do que se faz nesse estado de união para que o nosso coração seja livre e se entregue sem reservas à simplicidade da água em nós.