Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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sábado, 2 de dezembro de 2017

Desenhar com (V) Beatriz Brum_#02



Foi diferente, gostei!

(Aguarela, grafite, caneta caligráfica, carimbo e lápis de cor)                                                                                                     Mais aqui:  «in situ»

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Desenhar com (V) Beatriz Brum_#01

O encontro foi na Lagoa, no Ateliê da Beatriz Brum e do João Ramos. Foi engraçado, logo de inicio apareceram dois Estrangeiros que vinham à nossa procura para participarem no encontro, a
Cathy Prior dos USk New York e o Jim de Martino do Connecticut, foram muito simpáticos connosco, no final deixaram dois desenhos no ateliê.

A Anfitriã recebeu-nos calorosamente, com a sua simpatia e um lanchinho que nos acompanhou durante toda a tarde. Após mostra de trabalhos e explicação do seu processo criativo a Beatriz desafiou-nos propondo um desenho feito por camadas. 
                                                                                                          


À falta de luz -porque o dia estava cinzento e chuvoso- a Beatriz sugeriu que, em vêz de procurarmos isolar as superficies iluminadas, destacando-as dos elementos percecionados por nós, desenhássemos como habitualmente e numa segunda ou terceira camada (transparente) destacássemos alguns elementos. Resolvi o meu exercício, simplificando -por nivelamento- as superficies e a cor apliquei-a por associação tipológica ou cromática com a realidade ou simbologia. Usámos marcadores e acetatos.


(Aguarela, grafite, caneta caligráfica, carimbo e lápis de cor)                                                                                                                   «in situ»

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

APRECIANDO GENTES E VELEIROS_2012























Para além dos veleiros, o que eu vi naquela tarde escaldante...



Não faltaram : uma enorme teleobjetiva, animais domésticos acompanhantes, indumentária da época, mochilas, chapéus, óculos solares....


Muita azáfama e calor.

DESENHANDO VELEIROS_2012

THE TALL SHIPS RACES







































No dia 19 JUL12 estive presente no cais de Lisboa - de Santa Apolónia ao Cais do Sodré.

Foram estes os meus rabiscos feitos naquele local.

Entretanto, um dos elementos da USKP também ficou por lá a desenhar, fazendo-me companhia.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

29º Encontro - The Tall Ship Races, Lisboa


Acabei por não desenhar nenhum veleiro. Fiquei verdadeiramente impressionado com a quantidade de gente que fazia filas para visitar os barcos. Estava um calor intenso. As pessoas formavam uma massa que se deslocava lentamente como um todo, tal como num tapete rolante de uma unidade de produção.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

29º Encontro - Cais de Sta Apolónia





Olá
Foi a primeira vez que me juntei ao grupo e gostei imenso.
Deixo aqui alguns desenhos dessa tarde de sábado e também de domingo. Não consegui deixar de ir ver aquele que acabou por ser um espectáculo magnífico - o estuário do Tejo decorado de dezenas de pequenos barcos que acompanhavam os grandes veleiros.
Até uma próxima oportunidade.
Maria Manuel Cachada


Continuação

29º Encontro





quinta-feira, 26 de julho de 2012

29º Encontro Urban Sketchers - Veleiros mas não só!

Olá a todos!
Participei, e pela primeira vez, no encontro de Urban Sketchers que decorreu no cais de Santa Apolónia, onde estavam os veleiros da Tall Ships Race.
Foi bom conhecer, e rever, pessoas apaixonadas pelo desenho como eu. Andei três horas debaixo do sol mas valeu a pena.
Como andavam todos ocupados a desenhar os veleiros, ocupei-me do Argos, o navio da Marinha que me pareceu estar ali para manter o respeitinho!
Um abraço e até ao próximo encontro!
Tiago Leal

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Tall Ships


A Caravela Vera Cruz
(Página dupla aqui)

Tall Ships

Da minha tarde com os veleiros saíram dois desenhos muito distintos entre si. O primeiro foi um desenho muito controlado, essencialmente um exercício de medições por triangulação. É infernal tentar localizar correctamente os pontos de referência no meio de tantos cabos e mastros, e por isso mesmo é um desafio irrecusável para quem como eu anda um bocado obcecado com os métodos de medição.  
Um aspecto curioso é que as linhas diagonais que servem de referência, e que geralmente são linhas imaginárias, eram neste caso quase linhas reais, porque correspondiam à localização de algumas das cordas entre os mastros. O veleiro já vem triangularizado de origem! :)
O segundo desenho foi o oposto. Trata-se do bote da Sagres (o mesmo que pode ser descortinado no primeiro desenho, ao fundo, a bombordo junto à popa) desenhado sem medições, directamente a pincel, e brincando alegremente com as luzes e sombras, sem preocupações de rigor. Porque é preciso manter o equilíbrio mental :).


Grandes veleiros em Lisboa



Neste 29º encontro, adorei rever os companheiros dos desenhos em cadernos e conhecer pessoalmente alguns que descubro aqui no blog. Esta parte de convívio distraiu-me bastante - não se pode ter tudo - e desenhei menos do que gostava.Acho que o calor, já aqui referido, também não ajudou. O desafio de cabos e mastros cruzando os céus era fantástico mas ficou registado apenas na memória...Obrigada a todos por mais um encontro feliz!

terça-feira, 24 de julho de 2012

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Tall ship em Lisboa.

Grande calor se apanhou naquela tarde para ver os veleiros. Gostei da experiência, que puxou muito pela concentração e pelo desgaste físico. Muitas foram as pessoas que espreitavam o caderno, alguns miúdos pediram para ver e até alguns comentários engraçados.


Conseguir desenhar o navio russo MIR, sentado no chão à sombra e sempre com pessoas à espreita. Tive pena de não poder ver o navio alemão (Alexander von Humboldt II) e o Creoula. No primeiro caso esteve sempre fechado e no segundo a fila era enorme.


Mas não queria deixar de desenhar o alemão cujas cores gostei muito. No fim só apetecia uma massagem das que tanto sucesso fizeram na feira pelo Inst. Medicinas Tradicionais.
Gostei muito do encontro e com o desafio enorme que é desenhar estes belos veleiros.

Tall Ships

Veleiros

Primeiro desenhei o Sagres, depois vim para a sombra e no fim guardei o Creoula no meu caderno.