Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

Mostrar mensagens com a etiqueta #quarentena desenhada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta #quarentena desenhada. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Noite e pantufas

 O confinamento tem as suas vantagens. Não é só à noite, como aqui, refastelado no sofá, mas todo o dia posso e ando de pantufa. Vivam as pantufas!



sábado, 27 de junho de 2020

quinta-feira, 18 de junho de 2020

Desenhos da quarentena













































As primeiras semanas da quarentena fizeram-me voltar aos cadernos.
Aqui algumas páginas de Março, entre Lisboa e Póvoa e Meadas.

quinta-feira, 14 de maio de 2020


Reaprendendo a vadiar, fui até Sintra. Senti um choque, pois não encontrei quase ninguém (talvez uma dúzia de pessoas)!!?? Tudo encerrado, pude desenhar sem ser atropelado por turistas ou alunos do secundário com os respectivos profs. a debitar sobre os Maias!!! Nem tanto ao mar, nem tanto à terra!  

terça-feira, 12 de maio de 2020

A casa sem paredes ... mas com prancha para a piscina

Este desafio do Tomás Reis andava a perseguir-me...
Já está. Era mesmo o que eu estava a precisar: dar um salto para a piscina do Algarve :-))


sábado, 9 de maio de 2020

Meet à la minute ...

Que aventura incrível tem sido esta dos desafios ... Por problemas técnicos, não consegui partilhar a minha participação ... regresso agora, aos bocadinhos ... Que saudades dos vossos rostos e do nosso cumbíbio ! Beijinho covid free :-*

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Lixo Tóxico




Com grande espanto e indignação ,tenho visto já por várias vezes ,máscaras faciais anticovid abandonadas no chão.É desolador!
Quem  fará tal ato tão anti-cívico e anti-higiénico?
Embora o cão nos olhe de frente,acho que no fundo tem um ar zangado,por ter passado pela máscara.
Temos ainda um longo caminho a percorrer.
Fiquem bem.

terça-feira, 5 de maio de 2020

Que paisagens encontramos dentro de casa?

Aqui em São Miguel passámos do estado de emergência para o estado de calamidade, já podemos circular no espaço público, individualmente, cumprindo a etiqueta e todas as normas sugeridas pela autoridade de saúde. O Nordeste da Ilha ainda se encontra com uma cerca sanitária e eu estou, em casa, em regime de tele trabalho. Vou alternando as minhas atividades profissionais com os desafios lançados pelos Urbansketchers Açores e Portugal. Desta vez fui levada a encontrar paisagens dentro de casa e como estou tão saudosa das minhas caminhadas com amigos, dei por mim a «mergulhar contemplativamente» sobre a minha cama antes de a fazer.

domingo, 3 de maio de 2020

IGNOTUS

(...)
– Não vos queixeis, ó filhos da ansiedade,
Que eu mesmo, desde toda a eternidade,
Também me busco a mim… sem me encontrar!
Antero de Quental

sexta-feira, 1 de maio de 2020

O Vazio está redy-made

Isa, não podia deixar de participar na tua web oficina, já está feito!
Nesta primeira hipótese apropriei-me da Fonte de Marcel Duchamp e de alguns dos seus Redy Made.
Na segunda hipótese, resolvi acrescentar mais pormenor aos meus pés de modo a complementar a configuração. Sentei-me - contemplativamente - no quintal, mas começou a chover e voltei para casa...

"A casa sem paredes" no Alentejo


terça-feira, 28 de abril de 2020

O Warhol que me perdoe

Já que Andy warhol ficou conhecido por também ter explorado algumas técnicas de reprodução de imagem, com incidência na serigrafia, tentei vestir-lhe a pele respondendo ao desafio com uma monotipia improvisada. Selecionei duas latas de conserva da Corretora (não há casa que as não tenha) e um frasco de Geleia de Vinho de Cheiro que a marca Açores nos proporciona e que faz parte da minha despensa.  Aconselho vivamente a sua degustação. 
À falta das tintas adequadas, utilizei o que aqui tinha em casa... et voilá a borratada obtida.