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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
sábado, 20 de janeiro de 2024
Oficinas Singulares #43 | António Procópio
segunda-feira, 7 de junho de 2021
Oficina USKP em Penela
No passado sábado dia 5 de Junho fui até Penela falar das minhas Perspetivas distorcidas. Foi um dia em cheio com muito entusiasmo por parte dos participantes. Desde os mais pequenos aos mais graúdos todos entortaram a perspetiva com grande dedicação. Esta Iniciativa está integrada na Programação Cultural em rede das Terras da Chanfana. A parceria com os Urban Sketchers Portugal irá culminar com o Encontro Nacional nos +próximos dias 19 e 20.
terça-feira, 6 de abril de 2021
Anonas
Este fim de semana estava eu na conversa com o meu vizinho Francisco quando surgiu, já não me recordo por quê, a questão da fruta. Ele que nasceu nos açores disse-me que na sua casa nunca faltam anonas. Perante a minha estranheza e desconhecimento, nunca tinha ouvido falar de tal fruto, o meu vizinho foi buscar uma e disse-me: "Prove e diga-me se é ou não é muito bom".
Eu confesso que o aspeto exterior não me deixou muito convencido. Resolvi fazer alguns desenhos e só depois a abri.
Só quando provei é que me apercebi da riqueza deste fruto. É doce e delicado. Uma verdadeira descoberta.
Eu devia ter desconfiado pois o meu vizinho é um bocadinho guloso. E eu como também sou, tornei-me imediatamente fã.
segunda-feira, 5 de abril de 2021
Regresso à escola
Hoje foi o primeiro dia de aulas presenciais após 2 meses e meio de ensino em casa. Cheguei bem cedo à sala de professores. Fui eu a abrir os estores para deixar entrar a luz da manhã. Os colegas foram chegando mas não havia muito animo na sala de professores. Farto de ver o mundo através do ecrã não perdi a oportunidade de desenhar à minha volta e poder contar um pouco do ambiente ali vivido, è certo que pouco animado. Mas para mim foi uma maravilha. Desenhar para além das paredes da nossa casa tem outro encanto. E só por isso já valeu a pena ter acordado mais cedo.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2021
O guache
Fiquei apaixonado pelo guache desde o primeiro dia em que conheci a Marú Godas e a vi pintar. Guardo na minha memória com muito carinho o workshop dado por ela, na casa Vieira da Silva.
No dia a dia como urban sketcher acabei por usar pouco porque sujo tudo em meu redor quando estou na rua. Mas é precisamente na rua a olhar o mundo com os 5 sentidos que o guache faz mais sentido. O guache permite-me expressar no papel aquilo que vejo, quase de forma ilimitada. E posso desenhar por cima da pintura. Adoro! Voltei a encontrar a Marú no curso da Doméstika e com algum aprofundamento e as suas dicas estou a criar estratégias para tornar o guache uma ferramenta prática para o dia a dia, como urbansketcher. Com este desenho vou começar uma serie de registos de rotundas. Não sei porquê mas sempre gostei de rotundas. Parecem um micro mundo perdido enquanto a cidade anda em seu redor.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2020
Boas Festas
O dia acordou com sol. Gosto destes dias de sol de inverno. São frios mas luminosos. Decidi levar os guaches para experimentar pintar na rua. Assim foi a minha manhã : Sentado numa esplanada na Ericeira (muito vazia para esta altura do ano) a beber um café e a pintar com guache. Que este dia bonito e calmo seja o início de uma viragem de coisas boas. Desejo a todos um Feliz Natal e um Ano novo repleto de de desenhos e encontros.
terça-feira, 8 de dezembro de 2020
Um café e desenho
segunda-feira, 30 de novembro de 2020
Um desenho rápido
Nas últimas semanas tenho reparado neste clássico estacionado na rua da explicadora da minha filha. Ando a namorá-lo. Paro, observo e sigo caminho. Hoje quando fui buscar a minha filha e a explicadora me disse para esperar um pouco decidi atirar-me de cabeça. Foram 15 minutos frenéticos, intensos e de enorme prazer. Absorver cada linha em cada segundo porque a minha filha podia chegar a qualquer momento e acabar com a "brincadeira". A pintura foi feita em casa mas já tinha o mais importante: A viagem da linha.
quinta-feira, 22 de outubro de 2020
Retratos imperfeitos
Na segunda feira estive no Museu Bordalo Pinheiro para ver de perto o Projeto do Eduardo que está imparável nos seu retratos imperfeitos. Foi muito interessante ver os desenhos dos retratados e identifica-los. É que nesta "imperfeição", o Eduardo conseguiu apanhar detalhes que marcam e caracterizam cada um. O seu poder de síntese é incrível. O projeto que já tem livro continua. na parede estavam 28 retratos novos que se juntaram aos 96 e nessa tarde ainda ouve tempo para mais retratos o meu incluído.
Entre desenhos ainda houve tempo para dois dedos de conversa e mais desenhos claro. Neste que fiz podemos ver o Pedro Cabral que fez um desenho excelente., O Eduardo imparável e o Javier de Blás que estava encantado com o museu e parecia querer desenhar todas as peças.
Quem ainda não viu a exposição ainda o pode fazer sexta e sábado no Museu Rafael Bordalo Pinheiro no Campo Grande.
domingo, 27 de setembro de 2020
No Parque das Nações com Lapin
Ontem fui até ao Parque das Nações participar na oficina do Lapin. Foi uma manhã excelente com muitos reencontros, conversas e desenhos. É disto que tinha saudades.
sábado, 27 de junho de 2020
Encontro USKP no Castelo de São Jorge Lisboa
Aqui ficam os dois registos da manhã de hoje.

terça-feira, 2 de junho de 2020
Desconfinar
quarta-feira, 29 de abril de 2020
Fermento Andy Warhol
quarta-feira, 22 de abril de 2020
segunda-feira, 6 de abril de 2020
Museu dos objetos insignificantes
domingo, 5 de abril de 2020
Cronica da quarentena, uma proposta de Teresa Ruivo
Dentro da garagem pouso o saco das compras que fica de quarentena, descalço-me e dispo-me. Depois subo para a sala deixando tudo para trás. Parece que de repente passámos todos a viver num filme de ficção científica. Estes procedimentos e o isolamento social são a antítese do ser humano. Eu não sei se vai ficar tudo bem, mas sei que vamos ficar diferentes.






















