Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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quinta-feira, 9 de julho de 2020

Só possível em desenhos ou em fotos...


Usei a última página na contra-capa do cadrno "Lisboa da outra margem III" para ir afinando o traço das poscas. Começava descarregando um ponto de tinta e a partir sempre dele riscar aliviando a força na caneta. Quando o traço fica com a intensidade ou a espessura desejável traço no desenho que está em curso noutra página. E a brincadeira resulta num fogo de artifício, que encaixa bem num dos exercícios que o Richard está a aplicar nesta sessão on-line do LxOM.  E como o fogo de artifício ainda não está proibido de ser feito no papel, há que o fazer noutros meios.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Seis folhas reduzidas a uma

Nos últimos 3 anos consegui acompanhar as iniciativas e a criatividade de Richard Câmara, tendo aprendido a desenhar "saindo" da página.
Este trabalho, feito num extraordinário caderno Laloran (da Ketta e Mário), a princípio fez-me pena usar as sua belas folhas e ainda estou a pensar num modo de as aproveitar. Começou por recortes na cores de folhas antecedentes à última e nas posições respectivas onde iriam ser coladas nessa última folha.
Na digitalização não se percebe bem o efeito da colagem, mas a última folha, que representa o grupo a expor os diários junto ao farol de Cacilhas, podemos sentir as colagens quase como uma espécie de baixo-relevo.
Obrigado Richard. Contigo estamos sempre a aprender.

sábado, 24 de novembro de 2018

Passeio ao Nordeste

Aproveitámos um dia de inverno solarengo e fomos até à Vila de Nordeste...

(Aguarela, caneta caligráfica e grafite)                                                                                                                            
  «in situ»

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Palença de Baixo


Bem junto ao local onde havia a grande fábrica de cerâmica de Palença está a Tagol, Companhia de Oleaginosas do Tejo.  Seja feio ou bonito este local é motivo de muita polémica. A verdade é que muitos, tal como eu, pensam que esta zona do Tejo é muito mal empregada para ser fabril, para sofrer maus tratamentos de ambiente e maus cheiros.
Aqui já existiram palácios, fortalezas e fábricas. Existem apenas ruínas e uma fábrica que mais tarde será outra ruína- Mas uma coisa é certa, a vista sobre Lisboa é de sonho!
E aqui pretendia-se um desenho entre dois elementos. Neste caso entre as árvores da falésia e a chaminé da velha fábrica.




Lisboa da Outra Margem





Palença de Baixo, ruínas de uma antiga fábrica de cerâmica industrial.