Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

Apúlia no Verão


Ver a depuração do desenho do Pedro Cabral em Nova Iorque deu-me vontade de ir buscar este meu desenho feito na Apúlia, em agosto passado.

Há aqui um restaurante chamado O Mudo. Tem muita fama, mas nunca almocei lá. Por vezes por causa das filas à porta, outras vezes simplesmente porque não calhou...

Mas o que gosto mesmo na Apúlia é do mar. Da sua bravura. Tem uma certa autenticidade ali que parece não ter noutros lados... talvez seja por causa do vento...

O vento... verdadeiro responsável por estes moinhos estarem ali, com vista privilegiada para o mar...

O mar... como desenhá-lo só com uma caneta? Quem respondeu muito bem a esta pergunta foi a Joana Patrão! Primeiro neste vídeo e, depois, nesta conversa com o João Catarino.


Cada vez gosto mais de voltar à Apúlia. Tenho de fazer o caminho pela praia dali até Fão, encontrar o Tiago Cruz, sentar-me à conversa e desenhar com ele.

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

Desenhar com Mário Linhares


Os Urban Sketchers Azores envolveram-se com as escolas Novas Rotas e Secundária Antero de Quental no âmbito do Plano Nacional das Artes e foi com Mário Linhares que iniciámos esse projeto. Após uma semana de atividades diversas é chegado o momento de nos abrirmos à comunidade.

Se gostas de desenhar, aparece!

Vamos desenhar com Mário Linhares
-largo Mártires da Pátria em Ponta Delgada.
-16:00h
- sexta-feira (8 de outubro 2021)

domingo, 6 de setembro de 2020

Oficinas Singulares #03 | Mário Linhares

À semelhança do desenhar com… esta sessão consiste numa conversa informal - em Livestream - sobre a prática do desenho.
Nesta 3ª sessão convidámos o Sketcher Mário Linhares para nos falar da sua abordagem e a desafiar-nos a desenhar - no/ num local - de acordo com o seu modo de ver.A conversa será apresentada em direto aqui no facebook e partilhada no instagram e no nosso canal de Youtube.
Ao finalizar a conversa o nosso convidado lança-nos um desafio que gostaríamos de ver resolvido por todos aqueles que gostam de desenhar em caderno e se sintam estimulados pelo desenho no local.
Usaremos esta plataforma para que, mensalmente, possamos aproximar praticantes de desenho do País e além fronteiras e partilhar o que se faz em caderno.


Mário Linhares
Blogue urbansketchers.org instagram: @linhares.mr #oficinassingulares #USkPAzores #USkPortugal
#urbansketchers

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

OFICINA SINGULAR #03 | MÁRIO LINHARES

À semelhança do desenhar com… este projeto consiste em conversas informais - em Livestream - sobre a prática do desenho.
Nesta 3ª sessão convidamos o Urban Sketcher Mário Linhares para nos falar da sua abordagem e desafiar-nos a desenhar - no/ num local - de acordo com o seu modo de ver.
Esta conversa será apresentada em direto aqui no facebook e partilhada no instagram e no nosso canal de Youtube.

#oficinassingulares
#uskazores
#urbansketchers 

segunda-feira, 20 de julho de 2020

5 minutos de Desenho

O Eduardo Salavisa alinhou, como sempre fez, em mais uma aventura. Falar dos desenhos em cadernos num vídeo curto, para o evento 5 minutos de Desenho.
Colocámos duas pilhas de livros em cima da mesa da sala (uma à direita e outra à esquerda) e, em cima deles, deitámos uma das portas da sala para servir de vão. Devíamos ter tirado uma fotografia a essa logística louca!

Primeiro take: 22 minutos de gravação! Como é que se conseguiria falar de tudo em apenas 5 minutos? Fizemos uma pausa para transferir o vídeo do telemóvel para o computador e fomos falando de várias coisas...
Segundo take: 15 minutos de gravação! Conseguimos ganhar tempo, mas continuava demasiado longo. Foi preciso tirar a referência a três livros (Jorge Colombo, David Hockney e António Jorge Gonçalves), além de uma edição cirúrgica para retirar silêncios e outros tempos mortos.
Edição final: 5'59''. Como ainda estava dentro do conceito dos 5 minutos de Desenho, optámos por deixar assim e falar do restante na entrevista posterior. 

O resultado final ficou assim:


Na passada sexta feira, na conversa online através do Instagram da Faculdade de Belas-Artes, os problemas técnicos foram tantos que parecia estarmos a viver um pesadelo. Só no dia seguinte é que conseguimos gravar tudo e contornar as dificuldades tecnológicas.
Fica então aqui a partilha destes dois vídeos. Foi um prazer construir isto com o Eduardo.




quinta-feira, 2 de abril de 2020

#weboficinas - proposta 11 - Carta ilustrada

Tenho escrito mais e desenhado menos durante estes tempos de isolamento em casa. 
Ao ver as inevitáveis notícias, penso nos médicos e no trabalho deles. O nosso trabalho é ficar em casa e o deles é tentar salvar os que, por alguma razão, estão sem saúde.

Cresceu em mim uma vontade grande de escrever uma espécie de carta aberta dirigida a todos os médicos do nosso país. Talvez devesse ter sido dirigida a todos os profissionais de saúde. Seria mais precisa...


É esta a minha proposta para a 11.º weboficina: escrever e ilustrar uma carta para alguém que tem mesmo de ser. Alguém que, nestes tempos de pandemia, não pode ficar sem receber notícias nossas.




Proponho os seguintes passos:

1. Começar pelos desenhos. Desenhar algo que mostra as nossas rotinas caseiras. Eu optei por desenhar o que passei a ver melhor, mas podem ser mais criativos;

2. Escrever o local e a data no topo;

3. Escolher um dos desenhos para começar a escrever e depois deixar a escrita fluir;

4. Terminar apenas quando não tiverem mais espaço para escrever;

5. Assinar (no meu caso, esqueci-me!).


Bom trabalho!

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Fábrica na Ucrânia


Falhei o nosso aniversário de 10 anos por causa de uma viagem a Kharkiv, Ucrânia.
Foi mais uma viagem no tempo, daquelas mesmo verdadeiras em que quando aterramos estamos verdadeiramente noutra época.

Uma das coisas que mais me impressionou foi a visita a uma fábrica de metais (metalurgia: fundição + siderurgia: conformação) que ainda tinha tudo aquilo que está no nosso imaginário sobre a revolução industrial: pouca segurança e pessoas a trabalhar como máquinas.


A par disto tudo, encontrei lá um sentimento de urgência acelerado para crescer e evoluir. É uma sensação de que não há tempo a perder, pois o país já esteve parado no tempo e agora há que avançar.

Os Urban Sketchers Kharkiv são como nós. Orgulham-se de ter este nome "urban sketchers" e não outro qualquer. Abrimos o caderno e parece que somos amigos de longa data. Falamos, rimos, comemos e bebemos como se não existissem fronteiras...

Há qualquer coisa de mágico neste movimento internacional que não se repete facilmente...

Por isso, foi também com muito orgulho que seguia as publicações no instagram do que se ia celebrando por Lisboa a propósito dos 10 anos USkP. 
Parabéns a todos os que organizaram. Celebrar é mesmo uma das melhores coisas da vida! 

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Museus


Cada vez gosto mais de ir a museus.

Aprender através do olhar é uma das especialidades dos desenhadores, parece-me.
Olhamos para as cores, as suas nuances, onde pousou o pincel, que movimento fez, como está destacada a figura central...
São tantas as possibilidades que se torna um exercício infinito de observação.
Então quando se começa a desenhar, o desafio é mesmo inesgotável: usar apenas uma cor? Um lápis? Uma caneta? Aguarela? Pastel? Misturar tudo? Simplificar? Limpar? 

Uma obra daria para um estudo exaustivo durante meses.
Tanto para ver e uma só vida...

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

A imensidão


O que fazer perante a imensidão?

Esta vista para Florença desde Fiesole é deslumbrante.
A cidade fica distante, mas percebe-se a sua malha e, com algum esforço, até a duomo.

Estava frio, um céu azul que mostrava até uma certa geada.
Era final de tarde e o Sol escondia-se por entre as nuvens e o horizonte.
Florença via-se no meio de uma grande paisagem verde e só uma espécie de nuvem avermelhada permitia distingui-la.
Mais perto, as árvores e os seus contrastes notavam-se melhor.

Ficou muito por desenhar.
Fica sempre.
Até a duomo não entrou.
No limite, esta dupla página podia ser qualquer outra paisagem. Mas não é.
É a página que abre o meu caderno de Florença.

terça-feira, 2 de julho de 2019

Encontro de Urban Sketching: 8 de julho


O projeto Cabine de Leitura, estacionado na Praça de Londres, procura estimular a leitura e promover a cidadania na utilização de livros.

No próximo dia 8 de julho, segunda feira, entre as 18h45 e as 21h15, eu e mais alguns sketchers estaremos lá a desenhar o espaço (que recebeu recentemente um projeto de mobiliário urbano feito por alunos do Técnico) e povoá-lo de pessoas!
Sim, este desenho está a meio caminho... no dia 8 será povoado!

Apareçam! Será um encontro livre de urban sketching, mas também irei desafiar os que aparecerem com algumas indicações...

Ponto de encontro aqui.

quarta-feira, 26 de junho de 2019

impoSSibiLidAdES


Às vezes lembro-me de uma frase do Zé Louro naquele tom que só ele consegue usar:
"O desenho é uma mentira."

Claro que é, todos sabemos que a ilusão da tridimensionalidade num plano bidimensional é isso mesmo, uma mentira.
Mas o desenho também é verdade, ou como diz Pedro António Janeiro, professor de Desenho na Faculdade de Arquitectura: "desenhar é aumentar o mundo".
...

Há desenhos que aumentam apenas a matéria ao mundo.
Há outros que aumentam o nosso entendimento do mundo, criam novos pontos de vista, alargam o nosso conhecimento.

Este workshop intitulado de "impoSSibiLidAdES" a acontecer na Batalha, já este sábado, das 15h às 17h30, tem esse pretensiosismo: avançar para territórios inexplorados...

Apareçam!
Inscrições para este email: batalhapelacultura@gmail.com

terça-feira, 18 de junho de 2019

Encontro de diários gráficos: Gulbenkian


Este sábado temos encontro de garden sketching marcado para os jardins da Fundação Gulbenkian.
Aquele espaço verde incrível no meio da cidade já estava com saudades de um encontro USkP!

Mais informação aqui.

Apareçam!

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Alfabeto Lisboeta


O Alfabeto Lisboeta tem sido uma aventura gigante em termos de preparação de desafios de desenho. Cada letra é uma aula, dando, no total, 26 sessões. Ora, sendo este o quinto ano que o Alfabeto acontece, no total já criámos 130 aulas de desenho com enunciados diferentes. 
De novo: tem sido uma aventura gigante e um prazer trabalhar com o José Louro e a Ketta na preparação.

Às vezes perguntam-nos: "onde é que vão buscar tantas ideias para as aulas?"
Não sabemos...
Acho que é a conciliação de várias informações: os lugares da cidade, livros, exposições, filmes, música, técnicas, autores, artistas...

Para o Alfabeto 2018-19, já só faltam 3 sessões:
Letra X: orientada pelo Zé este sábado, dia 15.
Letra Y: orientada pela Ketta no dia 29 de junho.
Letra Z: orientada por mim em julho (estou a ponderar dedicar a letra ao tema: "Zé Louro"!).

E para o ano, vai haver um novo alfabeto?
Pois parece que sim... andamos aqui a fervilhar de ideias...


Sobre os desenhos: 
- o de cima foi feito na sessão de modelo nu, onde o rosto, mãos e pés deveriam ser os protagonistas, ficando o resto do corpo apenas em linha de contorno. 

- o de baixo, a partir de uma pintura, usando apenas as cores primárias e complementares para trabalhar figura e fundo.

São demonstrações. Desenhos rápidos com o objetivo de expressar graficamente o que antes se explicou por palavras. Nem sempre é possível desenhar durante uma aula, mas eu acho sempre importante tentar resolver o enunciado que se apresenta...

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Cemitério de Agramonte


Este sábado passado estive no Porto a orientar dois workshops.
O primeiro na rotunda da Boavista. O segundo no cemitério de Agramonte.

Hoje, a caminho da escola do Matias, depois de 5 minutos em silêncio no carro:

- Pai, quando é que eu vou morrer?
(... silêncio no carro... e eu a pensar: como é que se responde a isto? O rapaz tem quatro anos... onde é que vai buscar estas ideias?)
- Quando tiveres 100 anos! - respondi eu na esperança da conversa ficar por ali...
...
- Pai? E quando é que o pai vai morrer?
(desespero e suores frios a correr pela testa...)
...
- Quando eu tiver 100 anos...
...
- E quando é que a mãe vai morrer?
- Quando a mãe tiver 100 anos...
...
- Então todas as pessoas morrem aos 100 anos?
- Algumas morrem mais cedo porque ficam doentes, mas se chegarmos todos aos 100 anos é muito bom. Para isso temos de comer comida saudável, lavar os dentes todos os dias, respirar ar puro, não comer muitos chocolates...
- Mas eu comi dois chocolates no outro dia! - Interrompe-me desesperado...
- Não há problema, o importante é não abusar...

E pronto, chegámos entretanto à escola e o tema mudou radicalmente de assunto:
- Pai? Quem é que me vem buscar à escola hoje?

terça-feira, 21 de maio de 2019

Sintra


Era uma quinta feira no início de março e estava um frio em Sintra daqueles de fazer doer os ossos.
O objetivo era desenhar o Palácio da Vila, mas a ideia de um travesseiro e um galão na Piriquita ganhou aos pontos. Em vez de uma aula sobre arquitetura e espaços interiores, aconteceu uma sobre as proporções da cabeça humana. Sempre que falo disto, lembro-me do professor Artur Ramos da FBAUL, para mim o grande estudioso do retrato em Portugal.

O espelho lá ao fundo pôs-me a pensar n'O Nome da Rosa, o famoso filme a partir do livro do Umberto Eco.

Os azulejos na parede puseram-me a pensar nas minhas aulas de cerâmica na António Arroio.

O desenho é uma viagem...

sábado, 18 de maio de 2019

Composição


O que define uma boa composição na página? 
Para mim, tem de estar sempre relacionada com a história que se está a contar.
Neste caso, dois objetos tinham de relacionar-se e criar uma história através do trabalho de pormenor.
Uma luz no Oriente foi o título final.

Claro que muito se fala de peso visual, a regra dos terços, equilíbrio ou desequilíbrio. E tudo isso é muito válido, obviamente. 

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Convivências


Uso bastante estas pedras com umas linhas de quartzo para as minhas aulas de aguarela.
Gosto da história que elas têm. Vieram das praias da Sicília, apanhadas numa tarde com a Ketta, o Claudio Patanè e a Maria. O nosso Matias e o Mattia deles ainda não tinham nascido.

Gosto cada vez mais de desenhar pessoas. As minhas aulas de modelo são um privilégio por poder partilhar o que sei com outros, mas também por conseguir desenhar. Neste dia, as mãos e o rosto tinham de estar em contacto. A nossa modelo tem um cabelo tão volumoso que é impossível não lhe dar importância também...

Não tinha pensado forçar a convivência destes dois desenhos, mas o caderno tinha terminado e havia que encontrar espaços livres. 

Ficou assim. Um por trás do outro, mas tudo bem, é só um caderno...

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Pintura e Escultura no MNAC


Quando visito um museu, fico sempre na dúvida sobre o que desenhar. Existe o edifício em si, os espaços menos nobres que antecedem as exposições (bilheteiras, bengaleiros, corredores, etc.) e depois as diversas salas cheias de obras. Um mundo onde poderia passar uma semana...

Dou-me conta que tenho um especial encantamento pela escultura. Não sei se é pela matéria em si que gosto tanto de desenhar, ou se pela escala que se impõe...
A pintura atrai-me mais pelo tema. A execução técnica também é admirável, claro, mas o que faz a diferença, pelo menos para mim, é a escolha do autor, o ponto de vista, a intenção...

Neste caso, não consegui resistir a fazer uma representação livre das pinturas do Veloso Salgado sobre o casal amigo francês que o acolheu numa residência no final do séc. XIX. É muito forte a intensidade e cumplicidade que os retratos mostram.

Em pano de fundo, a minha amiga escultura, pois claro...

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Páginas de trabalho


No outro dia fui para a aula de modelo sem me aperceber que já só tinha uma página livre no caderno.

Como acho importante desenhar com os meus alunos - de modo a ter de resolver os mesmos enunciados que lhes proponho - acabei por ter de recuperar vários espaços vazios de páginas anteriores com experiências. Neste caso era um estudo de cores da caixa de aguarelas.

É interessante como o caráter experimental ganha ainda mais realidade deste modo. O caderno é onde tudo pode acontecer.
Acho que vou pensar duas vezes da próxima vez que chegar à última página. Folhear e procurar espaços vazios. Sobrepor e fazer conviver dois momentos diferentes. 

O caderno é ilimitado...

terça-feira, 26 de março de 2019

Dez anos de USkP


Não tenho digitalizado os meus cadernos e, por isso, publico aqui um desenho antigo.
Não sei porquê, mas gosto de publicar neste blog apenas quando digitalizo o desenho e o caderno. No instagram é tudo mais imediato, uma fotografia e já está, mas aqui, toda uma aura se estabelece para se fazer um post mais completo.

Há precisamente dez anos começava este blogue. Foi o último dia de um workshop do Eduardo Salavisa e do Possidónio Cachapa na Fbaul e o grupo decidiu criar um blogue a que chamou Coletivo de Diários Gráficos, mudando de nome pouco tempo depois, com anuência do Gabi, para o que já toda a gente sabe.

Às vezes ainda penso no momento em que vi um cartaz na parede da Fbaul a anunciar o workshop. Não hesitei em inscrever-me, mas estava longe de imaginar no que aquilo ia dar. Para ser sincero, acho que ninguém imaginava nada e foi isso mesmo que tornou tudo tão mágico.

De uma sala, um espaço interior, rapidamente saímos para a rua. O que se ouvia e apontava lá dentro, era depois colocado em prática lá fora. Desenhar e escrever: brilhante! Não seria apenas um caderno de desenhos, mas também não seria apenas um diário escrito. Seria um diário gráfico.

Parabéns a todos, em especial aos que estão com maior responsabilidade na coordenação dos USkP. 
Prometo publicar aqui com mais frequência!