Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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segunda-feira, 26 de março de 2018

Dublin_dia 3_ parte II

À porta da Guinness Store House. Esta sim, é a verdadeira catedral da cerveja.
O ambiente industrial é inconfundível.
 
 
 
No interior do "museu da cerveja", a cultura é-nos apresentada em estado líquido, servida nos balcões dos pubs. Guinness Store House é uma mistura de museu, centro interpretativo, centro comercial.... Tudo transpira cerveja.
 
 
Mas na verdade, é um verdadeiro centro cultural. Saímos dali a saber a história de uma fábrica/empresa que foi fundada em 1759 pelo Arthur Guinness.
 
A Harpa Irlandesa só foi adoptada como símbolo da empresa no século seguinte, em 1862.
Do que vi, o que mais me impressionou foi, em primeiro lugar os documentários do quotidiano dos trabalhadores no início do século XX. Em segundo lugar, os trabalhos de design gráfico e o merchandising de promoção da empresa pelo mundo inteiro.
 
No último piso, o êxtase total - o Rooftop Bar, com uma vista de 360º sob a cidade, onde não podia faltar a bela cerveja.
 
Para quem não bebe, é fácil distrair-se com as vistas,. Desenhar é que é mais difícil, muita gente e muita gente a olhar para ti e a pensar "mas estes tugas não bebem?"
 
 
 
 
 
Depois do calor do Rooftop Bar, o gelo da rua. Ao sair, deparámo-nos com este ambiente nostálgico, onde "quase apanhamos" o Arthur Guinness a entrar na carruagem.
 
 
 
Mais desenhos desta viagem no blogue Lugar e Forma
 

segunda-feira, 19 de março de 2018

Dublin_dia 3_parte I

26 de fevereiro de manhã - 1ª paragem - Rory O'More Bridge
 
 
Ponte de ferro inaugurada no ano de 1861

 
2ª paragem - Sean Heuston Bridge. Esta ponte foi construída em 1827 para permitir que as carruagens de cavalos passassem pelo rio Liffey.
 
 

Pearse Lyons Distillery
 
 

Parish of Saint James
Junto à fábrica da Guiness. A igreja começa a ficar esmagada pela fábrica.
 
 
 

 


quarta-feira, 14 de março de 2018

Dublin_dia 2 _ parte III

Custom House (1794)
 
Um edifício neoclássico implantado na margem norte do rio Liffey. 
Foi desenhado pelo arquitecto James Gandon, que também desenhou o Four Courts.
Custom House é onde funciona o Departamento de Habitação, Planeamento e Governo Local.
 
Ao fundo, a ponte desenhada pelo Calatrava - Samuel Beckett Bridge, construída no ano de 2009.
Do lado esquerdo, localizado na Docklands de Dublin, fica o Convention Centre Dublin, do arquitecto Kevin Roche. Definem-no como o "copo inclinado" e a sua construção teve início na primeira década do séc. XXI.
 
Quando estou a fazer o desenho da ponto, o meu olhar começa a desviar-se para o lado direito do rio e sou seduzido pela Igreja do Imaculado Coração de Maria.
 
 
Pelo "buraco da fechadura" apanhei o edifício governamental que acolhe vários ministérios, entre os quais as Finanças.
De seguida uma das entradas do St. Stephen's Garden.
 
 
Ao final do dia, surge a Catedral de São Patrício (1192), como que a brindar-nos pela capacidade de resistência, depois de tantos quilómetros percorridos. Um edifício de uma beleza impressionante.
 
 
 
 

domingo, 11 de março de 2018

Dublin_dia 2_parte II

Tinity College
Campus Universitário fundado em 1592.

O desenho à direita representa as duas bibliotecas, a nova e a antiga, onde está exposta a harpa mais antiga da Irlanda, símbolo máximo deste país. A biblioteca serviu de cenário para filmes como Harry Potter e Ataques dos Clones. 


Depois de percorrer todo o campus universitário, seguimos para uma visita ao Museu Mais Pequeno de Dublin. Um Museu pequeno, despretensioso ao nível das infraestruturas, mas com muito conteúdo. Por outro lado materializa aquilo que defendo para este tipo de equipamentos: bom conteúdo e excelentes funcionários compensam sempre eventuais constrangimentos. Uma visita parcialmente cantada, onde durante cerca de 1,5h percorremos grande parte da história da Irlanda. Um obrigado à Margarida Caldeira que em boa hora nos recomendo esta visita.

Tomás e o Sam, o nosso "Guia-cantor".


Vista geral do Museu.




À frente do Museu, fica o St. Stephen's Garden, criado no ano de 1663. Chegou em boa hora - piquenique. Aos domingos, os parques verdes da cidade ficam cheios de famílias, sobretudo quando o sol espreita, como foi o caso.


Depois de acalmar o estômago, seguimos para a National Gallery, fundada em 1864. A  arquitectura, sobretudo a distribuição das salas é uma cópia da National Gallery de Londres. Tem uma colecção incrível e pasmem-se - entrada livre.



mais desenhos em Lugar e Forma

sábado, 10 de março de 2018

Dublin_dia 2_parte I

25.fev.2018

2º dia. aquele entusiasmo de conhecer tudo. Repensar percursos. Pontos de interesse. Recomendações de amigos...Por onde começar?
O Rio falou mais alto. O primeiro elemento de referencia foi a Igreja de São Paulo, do lado norte do rio, que foi construída entre 1835 e 1837.


Ao longe vislumbramos o Tribunal que se encontra em obras.
O conhecido Four Courts foi construído no ano de 1785.
Ao longo do percurso encontrámos a Ha'penny Bridge, uma ponte pedonal construída em 1816. 

Mais uns metros, mais uma ponte, esta de grande fluxo: automóvel; Bus; Tram; ciclovias; pedestres. Confusão? nada disso, convive tudo em plena harmonia, ao ponto de não se ouvir qualquer buzinadela ao longo do dia. Impressionante. Aqui perdi-me com a beleza dos candeeiros. Estamos na ponte O´Connell Bridge (1880).



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quinta-feira, 8 de março de 2018

Dublin_dia I

Ao final do dia, ainda houve coragem para um último passeio no centro histórico. Aqui, uma vista parcial do City Hall.
 
No regresso ao Hotel, fizemos o percurso junto ao Rio Liffey, que separa a zona norte a zona sul da cidade. A generosa quantidade de pontes, permite eliminar barreiras. As duas zonas fundem-se perfeitamente, apesar das diferenças, arquitectónicas e sociais.
 
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segunda-feira, 5 de março de 2018

Dublin: O primeiro contacto

Dublin: o primeiro contacto
Depois de deixarmos tudo no hotel, saímos à descoberta e o primeiro contacto foi com a St. Audoen's Church e o famoso muro Viking. O espaço exterior está em obras.


Quando vínhamos no carro, percebeu-se logo a cor dominante da paisagem urbana - "vermelho-fogo" dos tijolos de burro à vista.



Ao virar da esquina, deparamo-nos com o "coração espiritual da cidade" - a Catedral da Santíssima Trindade, ou Igreja de Cristo. A sua construção teve início no séc. XI e é uma obra-prima da arquitetura medieval.



Com o frio que se faz sentir, nada como um bom café. depois de ver o preço arrependi-me.


Na terra dos pubs, tínhamos de conhecer o principal - O Temple Bar.

Ao voltar para o hotel, ainda conhecemos a Igreja de São João e Santo Agostinho.



As cores foram dadas à noite no hotel. Desenhar foi difícil por várias razões, mas a principal dificuldade foi o frio que se fazia sentir.