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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
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quarta-feira, 27 de março de 2019
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
Prémio Valmor 1943
«O Prémio Valmor foi criado em 1903, em cumprimento do legado testamentário do 2.º Visconde de Valmor, Fausto Correia Guedes. Desde esta época é atribuído, em partes iguais, ao arquitecto autor do projecto e ao promotor da obra, “com a condição (…) de que essa casa nova, ou restauração de edifício velho, tenha um estilo arquitectónico Clássico, Grego ou Romano, Romão-Gótico, ou da Renascença ou algum tipo artístico Portuguez, enfim um estilo digno de uma cidade civilizada”.» Fonte: https://www.trienaldelisboa.com/programa/fora-de-serie/valmor
Este edifício recebeu o Prémio Valmor em 1943 e é na Avenida António Augusto de Aguiar, n.º 9, cruzamento com a Av. da República.
Arquitecto: Miguel Simões Jacobetty Rosa
Promotor: Adriano da Costa Carvalho
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
S. Tiago na praça da Batata
A Igreja de S. Tiago fica na Praça da Batata em Torres Vedras, onde à tarde desenhámos no 22º encontro dos Oeste Sketchers.
Foi dia 2 de Fevereiro e a brisa era gélida. O canto mais quente da praça da Batata, ao abrigo da dita brisa permitiu este rabisco.
Foi dia 2 de Fevereiro e a brisa era gélida. O canto mais quente da praça da Batata, ao abrigo da dita brisa permitiu este rabisco.
Antes, foi possível, ao abrigo do "briol" no pórtico da Igreja de S. Tiago, riscar mais este.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
terça-feira, 15 de janeiro de 2019
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
Desenhar o Natal
Encontro de Natal dos Oeste Sketchers. Cheguei quase no fim, mas aquela Casa do Pai Natal tive que rabiscar 😊
Já tinha saudades desta gente toda! Não sei se foi o Bruno Vieira o autor desta foto. O certo, é que quem estava lá atrás a fazer a banda sonora e bem(!) com a viola, era o Pedro Alves! Muito bom 😊!
Já tinha saudades desta gente toda! Não sei se foi o Bruno Vieira o autor desta foto. O certo, é que quem estava lá atrás a fazer a banda sonora e bem(!) com a viola, era o Pedro Alves! Muito bom 😊!
sábado, 15 de dezembro de 2018
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
terça-feira, 13 de novembro de 2018
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
Prainha de S. Pedro
É uma minúscula enseada mesmo ali no Forte de Peniche.
O que viria a ser Forte, começou com o projecto de construção de um baluarte em 1557, sob a responsabilidade de D. Luís de Ataíde, conde de Atouguia que viria concluir-se como um Forte em meados do século XVII, em pleno período de Restauração, quando a Coroa portuguesa levou a cabo uma profunda remodelação do sistema defensivo da costa.
Cerca de 1642 iniciou-se uma obra de ampliação da fortificação (projecto de autor desconhecido), de planta estrelada irregular, delimitada por uma cortina de muralhas com baluartes poligonais e uma segunda linha defensiva. Esta obra estaria concluída em 1645... A fortaleza desempenhou um papel fundamental na defesa da costa atlântica ao longo do te, destacando-se a sua importância durante as invasões Francesas e as Guerras Liberais. Entre 1934 e 1974 o Forte de Peniche foi transformado em prisão de presos políticos do Estado Novo. No ano de 1984 a Câmara Municipal de Peniche transformou o espaço da fortaleza em Museu Municipal.
fonte: Catarina Oliveira GIF/IPPAR/2005
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/71147
O que viria a ser Forte, começou com o projecto de construção de um baluarte em 1557, sob a responsabilidade de D. Luís de Ataíde, conde de Atouguia que viria concluir-se como um Forte em meados do século XVII, em pleno período de Restauração, quando a Coroa portuguesa levou a cabo uma profunda remodelação do sistema defensivo da costa.Cerca de 1642 iniciou-se uma obra de ampliação da fortificação (projecto de autor desconhecido), de planta estrelada irregular, delimitada por uma cortina de muralhas com baluartes poligonais e uma segunda linha defensiva. Esta obra estaria concluída em 1645... A fortaleza desempenhou um papel fundamental na defesa da costa atlântica ao longo do te, destacando-se a sua importância durante as invasões Francesas e as Guerras Liberais. Entre 1934 e 1974 o Forte de Peniche foi transformado em prisão de presos políticos do Estado Novo. No ano de 1984 a Câmara Municipal de Peniche transformou o espaço da fortaleza em Museu Municipal.
fonte: Catarina Oliveira GIF/IPPAR/2005
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/71147
quinta-feira, 17 de maio de 2018
segunda-feira, 14 de maio de 2018
domingo, 13 de maio de 2018
terça-feira, 8 de maio de 2018
Dia do moinho ...atrasado.
Foi com os Oestesketchers e, para me redimir de não publicar há algum tempo, aqui vão os moinhos todos... :)
Aqui, no moinho dos Constantinos, na Bordinheira, logo de manhã, entre as pingas da chuva e abertas generosas.
Ainda no mesmo local, oferecemos ao Sr. Joaquim que nos recebeu de coração aberto, uma saca da farinha "sketchada".
Depois seguimos para Caixeiros onde encontrámos o moinho da várzea, segundo consta, construído em 1836.
De seguida fomos à Azenha de Santa Cruz
Aqui, no moinho dos Constantinos, na Bordinheira, logo de manhã, entre as pingas da chuva e abertas generosas.
Ainda no mesmo local, oferecemos ao Sr. Joaquim que nos recebeu de coração aberto, uma saca da farinha "sketchada".
Depois seguimos para Caixeiros onde encontrámos o moinho da várzea, segundo consta, construído em 1836.
De seguida fomos à Azenha de Santa Cruz
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