Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Acanthocereus Tetragonus, Gasteria Bicolor, Austrocylindropuntia Subulata e Crassula Ovata






Quando é o momento certo para pousar a caneta? Quando sabemos dizer "chega, o desenho não vai mais longe do que isso?" Quando o processo corre bem e a caneta flui nas páginas do caderno, isso acontece de forma natural. Quase sem pensar. O problema é quando sabemos que o desenho vai correr mal desde a primeira linha! Isso acontece-me várias vezes! Resolvo a situação num instante: passo a página em frente e, mais tarde, quem sabe volto a ela. Até lá é uma página com um traço no meio de páginas com desenhos! Às nem volto atrás. Às vezes são muitas páginas assim no mesmo caderno!
Mas neste caderno não! Não pode haver páginas em branco. Não pode haver páginas com uma linha! É mais uma regra a acrescentar! Podia dizer que uma linha não é (ou não chega a ser) um desenho mal feito, mas não me convence! É antes um desenho mal começado! Mais rapidamente percebo isso e paro do que o momento certo para pousar a caneta durante o desenho!
Talvez o problema não seja da linha. Talvez seja do material ou talvez do modelo. Ou talvez o problema seja do meu estado de espírito quando escolhi o material e o modelo para desenhar! Se calhar é um conjunto de tudo mais a pressão de ter de cumprir as regras impostas por mim mesma! 
O que me convence é que uma linha mal começada é o momento certo para arriscar. Experimentar. E saber quando parar de saturar o desenho, de saturar a página! E quando não se sabe, o melhor é mesmo pousar a canetinha, fechar o caderno e ir passar a roupa a ferro!

sexta-feira, 31 de março de 2017

Aeonium Arboreum "Black Rose"




A favorita cá da casa.
Talvez por ser a primeira planta a partilhar o mesmo espaço e ambiente que nós. 
Foi um prenda de aniversário e faz 6 anos que a temos!
É daquelas prendas bonitas que duram muitos anos se assim quisermos!

quarta-feira, 29 de março de 2017

Lantana Camara e Aloe Africana Mill





Fim-de-semana do dia do pai.
Um sábado cheio de encontros e reencontros.
Um domingo tranquilo, a "vegetar", tal e qual como as plantas!

quinta-feira, 23 de março de 2017

Sedum Nussbaumerianum e Aeonium Haworthii

 



Por norma não tenho regras para os cadernos ou para os desenhos. Faço-os como me apetece e pronto. Mas ando a disciplinar-me: ser organizada, desenhar mais, escrever mais, experimentar mais. Ou pelo menos ando a tentar!
E por isso tenho novas regras para este caderno:
1. desenhar uma planta por dia
2. não passar páginas em frente: respeitar cronologicamente a enumeração e a data dos desenhos
3. experimentar diferentes materiais e técnicas de desenho em diversas páginas
4. escrever sempre que possível ou me apetecer
5. descobrir o momento certo para parar o desenho (e talvez para parar a escrita...)
Provavelmente irei acrescentar mais regras ao longo das páginas...

segunda-feira, 20 de março de 2017

Crassula Gollum e Mammillaria Elongata




Às vezes acontece-me achar que o desenho vai correr bem e afinal não! Como foi o caso desta Mammillaria Elongata! O bom de me comprometer com a enumeração e a publicação deste caderno é que me obriga a encontrar uma solução para os desenhos que correm mal e a ver os modelos numa outra perspectiva. Depois de algumas tentativas e sobreposição de desenho sobre desenho com diferentes materiais, eis que a simplificação e a redução do desenho resolvem a situação!

sexta-feira, 17 de março de 2017

Opuntia Subulata


 
Há muito tempo que não desenho. Nem em cadernos, nem em folhas soltas.
O desenho não tem sido uma prioridade. Tenho tido imenso trabalho e o tempo que me sobra ocupo-o a brincar com o Matias quando ele chega a casa. Afinal, essa é a melhor parte do meu dia.
De repente resolvi disciplinar-me: um caderno novo com apenas um tema! Plantas, claro, vivas mas paradas, paradinhas e sem reclamarem do resultado final! Para que possa ser organizada, irei numerá-las.
Por dois motivos. O primeiro é para saber quantas plantas conseguirei desenhar num caderno 16,5cm x  28,5cm com 96 páginas (cada número representará uma planta por vaso ou por terreno onde se encontra, ainda que sejam plantas da mesma espécie). O segundo motivo da numeração é para obrigar-me a publicar neste blog todas as páginas do caderno (qualquer que seja o resultado final dos desenhos).
Alguns “senãos” disto: andar sempre com este caderno atrás (não vá aparecer-me um modelo atraente enquanto passeio por aí) e com outro para desenhar outras coisas; cansar-vos com este tema e não terminar (novamente) os cadernos anteriores, uma vez que comecei com este!