Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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terça-feira, 12 de maio de 2020

A casa sem paredes ... mas com prancha para a piscina

Este desafio do Tomás Reis andava a perseguir-me...
Já está. Era mesmo o que eu estava a precisar: dar um salto para a piscina do Algarve :-))


segunda-feira, 4 de maio de 2020

2 em 1 - Uma sala sem paredes e com vazios

Termino as minhas oficinas respondendo em conjunto aos desafios tão criativos do Tomás Reis e da Isa Silva.

E o que era um  2 em 1 transformou-se num 3 em 1. Ou seja, abri a minha sala no primeiro dia do desconfinamento gradual,  no Dia da Mãe retomei as cores vivas no desenho (depois da paleta "terra" que usei nas oficinas) como tributo à vida que cada mãe representa, e finalmente ainda consegui trazer o 1° de Maio através dos cravos que comprámos no 25 de Abril.

(O formato é um A4 panorâmico- clicar na imagem para ver maior)


sábado, 2 de maio de 2020

A casa sem paredes


Com atraso, a resposta ao desafio do Tomás Reis, que achei muito interessante. O mar... para lá destas paredes! Fui procurar nos diários gráficos os desenhos da praia e tentei reproduzir um de 2017.

quarta-feira, 29 de abril de 2020

#weboficina25 #acasasemparedes

Imaginar a casa lá fora, como libertação dos sentidos, é uma ideia que tem sido explorada, seja no cinema, seja na literatura. Em Eternal Sunshine of the Spotless Mind, Joel e Clementine, respetivamente interpretados por Jim Carrey e Kate Winslet, acordam na praia, numa cama que podia ser do quarto. A imagem parece surreal. É essa procura que proponho: aproximar a nossa casa do exterior em tempos de quarentena, em que a promessa do ar livre parece cada vez mais presente.




O processo é simples. Vamos procurar os materiais de desenho que nos deixem mais confortáveis. As canetas mais espessas são ideais, soltam o traço e evitam que nos fixemos em pormenores. O mais importante é a atmosfera que queremos dar ao desenho.

A seguir, vamos desenhar um canto da casa. Pode ser um sofá e uma mesa, pode até incluir um tapete, parte do chão e o rodapé. Vale tudo, desde que nos esqueçamos que o tecto e as paredes existem.

Finalmente, vamos preencher parte do espaço vazio com um elemento do exterior. Pode a vista para a rua, ou uma paisagem abstracta: a linha do horizonte do mar, uma seara, ou aquela paisagem que gostaríamos de ter em casa.

O resultado final é pessoal, talvez intransmissível. Fizemos desenho de observação, mas o ambiente que deixámos nas folhas de papel vai parecer quase onírico. E se o desenho parecer confuso, é porque mal se distingue o espaço interior e o exterior :)