Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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sábado, 24 de setembro de 2016

Conversa com os correspondentes e participantes Portugueses no Simpósio de Manchester

Participantes do 7º Simpósio USk no Edifício Benzie da Manchester School of Arts, por Luís Frasco

No dia 11 de Outubro, às 18h30, os correspondentes Portugueses Luís Frasco e Pedro Loureiro estarão no Museu Bordalo Pinheiro para falar sobre a sua experiência no 7º Simpósio USk em Manchester. Estarão também presentes na conversa os formadores Nelson Paciência e Vicente Sardinha, bem como outros associados USkP que participaram no Simpósio.

Estão todos convidados a comparecer e a descobrir de viva voz o que é a experiência de participar num Simpósio Internacional USk!

A cerimónia de abertura do Símpósio no Manchester City Council, por Pedro Loureiro

sábado, 20 de agosto de 2016

Leporello -Atividade 9 do Simpósio ,coordenada pelo Vicente




...de manhã desenhei ,durante a Atividade,  uma vista de Manchester a partir do 8º e á tarde ,antes das palestras, noutra sala vazia desenhei o material ...de manhã desenhei o Campus, antes do pequeno almoço, da janela e à tarde ,de acordo com o combinado com o coordenador voltei ao piso 8 do Benzic de tão lindas vistas e fechar o ciclo...

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Manchester - Actividade






Uma das muitas actividades que corriam em simultâneo com os workshops e as palestras.

 Esta não podia ter perdido, o Vicente Sardinha e o Nelson Paciência tinham preparado uma actividade cujo nome despertou logo o meu interesse - Draw if you're sober-, além disso havia que apoiar os "portugas" não era que fosse preciso pois o pub, relativamente pequeno, rebentava pelas costuras e havia muita gente cá fora fazendo os exercícios adaptados ao exterior.

 O tempo era pouco e fui indicando o que fiz no 1º, 2º e 3º exercícios.

 Como estávamos no fim? Para isso era preciso lá estar! Posso apenas dizer que havia resultados fantásticos e os outros estavam mesmo divertidos.

Se fosse nos Jogos Olímpicos teriam ganho uma medalha.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

...na véspera de começar o Simpósio...


...no caderno de rascunho ,.sentada num murete da Oxford St, virada para a direita a torre e para a esquerda um pub ...

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

...no Simpósio de Manchester...

...no Simpósio não me inscrevi nas workshops, mas nas actividades  e palestras...
...a actividade CRIT correu mal e não pude participar...
...mas a actividade 6 do Nelson e Vicente foi muito divertida... 

...havia a proposta para desenhar objetos e outra para desenhar pessoas...

...a 3ª proposta era desenhar pessoas e objetos de perto...

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Manchester


A melhor semana do ano

Manchester foi o palco da melhor semana do ano. 
Depois de Paraty, voltei a deixar-me surpreender por tudo o que envolve um Simpósio dos Urbansketchers. A energia que carregamos dentro de nós, enquanto acartamos pesadas mochilas às costas durante kilómetros, a pé e debaixo de uma chuva miudinha, não se consegue descrever. Temos de lá estar para o sentir.
Foi tudo mágico, igualzinho ao que o Pedro Loureiro e o Luís Frasco contaram nas reportagens deliciosas que publicaram naqueles dias. Não me canso de admirar o trabalho extraordinário que os nossos correspondentes fizeram naqueles dias, foram dos maiores craques dos 470 que andaram por ali, aposto com quem quiser.
Desenhei pouco Manchester, que me enamoro pelas pessoas. Não lhes resisto. E vou estar no próximo ano em Chicago por causa delas, tenho a certeza.
Nem mesmo a chegada a Lisboa já depois da meia-noite, e o roubo da minha mala no aeroporto, me tiraram a energia. Lá dentro, por entre roupa meio suja, e o saco de presentes do Simpósio, estava uma caneta nova que tinha comprado, e também um desenho especial, que comprei no leilão à melhor urbansketcher de Singapura. Tirando esse desenho da TIA, tudo o que me interessava estava comigo, na mochila às minhas costas e pesada que nem chumbo: os meus cadernos e duas camisolas pequeninas do Manchester United que trazia para oferecer. 
Daqui por um ano estou aqui a mostrar os meus desenhos de Chicago...

As estórias contadas aos pedacinhos, podem ser lidas nos próximos dias no meu BLOG

 Os dois correspondentes portugueses, eu e o Vicente, no jantar da primeira noite.

  A Escola de Arte. Ao virar da esquina ficava o edifício Benzie, o quartel general do Simpósio.

 O edifício da Câmara de Manchester, onde teve lugar a majestosa recepção aos participantes.

 O Norberto Dorantes, desenhado no RAIN BAR.

"Fish and chips", almoço no Lass O´Gowrie com o nosso amigo Sílvio Menendez.

A Rita Sabler, mãos de pianista transformadas em mãos de lenhador...

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Simpósio USk Manchester 2016_ Dia 3 (parte 2)

Na parte da tarde do último dia do Simpósio, ainda houve tempo para as últimas demos, actividades e palestras. Como fiquei verdadeiramente impressionado com o que vi na sua exposição, optei por ir ouvir a Lynne Chapman apresentar o que esteve por trás dos inúmeros "leporellos" expostos. Tratou-se de uma "residência" no Morgan Centre for Research into Everyday Lives, onde durante um ano registou tudo, mas mesmo tudo, o que a sua curiosidade lhe ditava, dos colaboradores aos espaços e projectos daquela entidade.


A meio da tarde, enquanto não começava a cerimónia final do simpósio, todos convergiram para o parque de All Saints, vizinho à sede do simpósio. Foi o momento da foto final, de difícil concretização na tentativa de enquadrar os quase 500 participantes, mas que a boa disposição geral deu lugar a momentos bem divertidos.

(foto oficial do simpósio)

No meio de tantos, não foi fácil reunir todos os portugueses num grupo só, mas ficou o filho da Sofia Gomes, o Duarte, mesmo à frente à direita do R em jeito de representação dos "tugas" presentes. Depois, para atenuar a sensação de despedida, multiplicaram-se as fotos com amigos de sempre, novos amigos e sempre com uma alegria imensa. 
Mais uma vez a confusão geral não permitiu juntar todo o contingente português numa foto, que aqui ficam para memória futura: Nelson Paciência, Vicente Sardinha, Pedro Loureiro, Fernanda Lamelas, Luís Araújo, Sofia Gomes e Duarte, Mário Linhares, Ketta Linhares e Matias, Rosário Félix, Maria Celeste, Helena Monteiro, Maria José, Tuba Fromtuba, Nuno Pais e Patrícia Assunção. Ah, e eu!

Na cerimónia final, já no interior do Edifício Benzie, entre conversas de despedida e confusão geral, não me foi fácil parar para registar em desenho toda a actividade. 
Iniciou-se com o habitual leilão (silent auction) dos desenhos oferecidos pelos sketchers, cujas ofertas revertem para apoiar as iniciativas da organização internacional dos Urban Sketchers. Um cortejo imenso de sketchers percorre em fila indiana as mesas onde os desenhos estão pousados, licitando num papel a sua proposta. 20 , 30 , 50 , 80 £, os valores sobem quando os sketchers são mais conhecidos, mas trata-se da oportunidade de levar para casa um original de quem admiramos.
Seguiu-se uma demorada atribuição do resultados das rifas previamente vendidas, distribuindo materiais de desenho dos patrocinadores do simpósio. Mas o ponto alto foi guardado para o fim: o local do próximo simpósio - Chicago!! - e o efusivo aplauso geral pareceu confirmar a aprovação de todos.


Terminadas as despedidas - "See you next year in Chicago" - lá rumámos para o último jantar no nosso restaurante das ultimas 3 noites, um indiano cheio de iguarias deliciosas, que parecia uma extensão do simpósio tal a quantidade de sketchers presentes. Com a boa disposição reinante, resolvi arriscar a caricatura, embora a folha não tenha chegado para o Vicente e os restantes comensais da nossa mesa.


O pós-simpósio foi de descompressão. No domingo, em vez de acompanharmos algum dos vários grupos de sketchers que iam desenhar por aí, decidimos ir espreitar o festival "Comic Con", um evento ligado aos comics americanos, aos manga e outros meios de entretenimento, onde os fãs (novos, velhos, famílias inteiras) envergam réplicas perfeitas dos seus personagens favoritos ,enquanto se deixam tentar pelas bancas repletas de todo o tipo de mershandising.

A seguir ao almoço, e antes da ida para o aeroporto, ainda houve tempo do último desenho. De Manchester mas também do caderno Laloran que estreei para o Simpósio e que assim ficou totalmente dedicado ao registo desta incrível experiência.


(Nota de rodapé - o devido pedido de desculpas deste vosso correspondente, pela demora na publicação da cobertura do simpósio; vicissitudes várias, cá e lá, atrapalharam e, entre fazê-lo a despachar  ou em condições, optei pela última)

3º dia - início do Simpósio





Na abertura do Simpósio. Simone e Elizabeth no palco. Feito ainda no meu sketchbook acordéon apenas com aquilo de que gosto ou que o meu olhar capta.

Manchester

No workshop da Suhita Shirodkar depois de uma apresentação preciosa para esboçar rapidamente pessoas em movimento, fizemos as nossas experiências!

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Manchester

Com o Nelson e o Vicente para comprender-mos um novo lugar devemos estar atentos a tudo (mesmo as conversas que eu não registei)!

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Manchester

No workshop do Swasky a tentativa de representar o espaço seguindo várias convenções! (esta é uma possível)

domingo, 7 de agosto de 2016

Simpósio USk Manchester 2016_ Dia 3 (parte 1)

E, irremediavelmente, chegou o último dia do simpósio! Já estava tão rotinado naquelas ruas, naquelas caras, naqueles espaços, que de repente me dei conta que ia acabar. Era a última oportunidade de aproveitar tantos workshops interessantíssimos, e como escolher agora? O que privilegiar? Desenhar espaços a 360º, desenhar pessoas em movimento, trabalhar com a luz dramática?

Acabei por me decidir por uma vertente que claramente não domino: pintura a aguarela. Num ímpeto, deparo-me com a Marion Rivolier e lembrei-me da observação do Pedro Loureiro que, apesar de ter passado de raspão no workshop dela, disse que "nunca mais iria pintar da mesma maneira". Como se houvesse um antes e um depois da Marion.
E, percebi depois, talvez o Mário Linhares e a Fernanda Lamelas possam dizer o mesmo, já que também fizeram o mesmo workshop.

Chamava-se "Paint like nobody´s watching" e pensei eu que se iria trabalhar apelando à nossa liberdade e expressão própria. Ou seja, iria pintar descomplexado, solto de pressupostos e sem preocupações. Mas não! E ainda bem. Logo a seguir fui percebendo que ía ficar bem longe das lambidelas de cor que costumo dar nos desenhos.
A Marion leva mesmo a sério a pintura a aguarela. Começou por nos apresentar pelos seus nomes completos as cores que iríamos utilizar: uns azuis cerúlios, uns vermelhos cadmiuns e vermillions, uns indigos, uns sienas, etc. De seguida fez questão de ver a caixa de aguarelas de cada um para procurar equivalentes da sua paleta e, como se não bastasse, ainda avaliou a qualidade do papel de cada caderno, a sua gramagem e textura e mesmo os pincéis que tínhamos. Como habitualmente subestimo estes detalhes, comecei a perceber do discurso da Marion como são relevantes para obter resultados satisfatórios.


Após a análise da cena quanto ao primeiro plano (foreground), plano médio (middle-ground), plano de fundo (background) e plano distante , Marion pediu-nos para representar cada um destes planos com grandes manchas de cores quentes e cores frias, sem detalhes e variando a intensidade (diluição) da aguarela, embora para minha surpresa fosse indiferente representar o primeiro plano em escuro ou em claro.


A experimentação continuou, primeiro alternando frias e quentes e depois introduzindo os "values" (sombras?) para trabalhar a profundidade e os volumes.


No exercício seguinte foi-nos permitido introduzir alguns detalhes alargando a dimensão do desenho.


No final do workshop sobrou-nos apenas 35 minutos para o "grande momento", onde poríamos em prática tudo o que tínhamos trabalhado, utilizando as cores "reais" da cena. O tempo reduzido ajudou-me a soltar os gestos e, no fim, fiquei mesmo surpreendido comigo.
Sem dúvida que valeu a pena!



Manchester


No workshop do Don Low depois de uma apresentação preciosa sobre proporção humana e escala passámos aos desenhos! Foi só seguir os contornos (primeiro só exterior e depois também interiores). Gostei muito!

sábado, 6 de agosto de 2016

Manchester


No dia do workshoop com a Liz Steel! Representar o edifício como um todo, sem pormenores!

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Manchester


Na "Albert Square" onde acontecia o "manchester jazz festival" ouvia-se música, bebia-se e conversava-se animadamente!

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

THE MANCHESTER JOURNEY






O título deste post coincide com o título da atividade que orientei no Symposium em Manchester e os desenhos correspondem ao caderno concertina que a Ketta fez para os participantes. Os desenhos foram feitos durante os dois primeiros dias e representam o almoço do primeiro dia, o interior da Escola de artes durante o check in dos participantes, o exterior da Escola, o quarteto de cordas que tentava fazer-se ouvir entre as 500 pessoas que estavam na cerimónia de abertura, o hotel onde estávamos alojados e, finalmente, um desenho que fiz durante a minha atividade.