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| A Sé da Guarda (traseiras), ao fundo a Praça Luís de Camões. |
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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
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terça-feira, 2 de julho de 2019
segunda-feira, 1 de julho de 2019
quinta-feira, 25 de maio de 2017
segunda-feira, 22 de maio de 2017
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
Foz Côa - caderno exploratório
Uma das gravuras mais fascinantes de Foz Côa é este auroque (antepassado do boi e da vaca que tinha o dobro do tamanho deles) que tem a cabeça de frente para nós. Perguntava-nos o arqueólogo que nos acompanhou: Quem olha quem?
Antes da ida a Foz Côa, diziam-me que a visita noturna, embora cara, era a que valia mesmo a pena fazer.
Com a ajuda de uma lanterna LED, o arqueólogo mostrou-nos com fascínio e emoção, as gravuras da Penascosa. Depois, com a ajuda das luzes dos telemóveis, pastéis de óleo brancos e aguarelas, tentámos que o caderno trouxesse um bocadinho daquele local mágico...
Mais gravuras aqui.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
Foz Côa
Marialva: desenho a tinta da china e lápis de cor, algures pelas 18h.
Museu do Côa: desenho a caneta preta UniPin 0.3, algures pelas 10h
Museu do Côa: desenho a caneta preta UniPin 0.3, algures pelas 11h
Museu do Côa: desenho a caneta preta UniPin 0.3, algures pelas 12h
Alunos no comboio: desenho a caneta azul UniPin, algures pelas 16h
Estive em Foz Côa no início de Novembro com os meus alunos de Artes Visuais.
O que lá vi ficou gravado para sempre.
Uma coisa é estudar as gravuras rupestres. Outra é vê-las ao vivo.
Vim cilindrado pelos dias que lá passei. Esmagado, diria mesmo!
Escrevi um post mais completo no site dos USk. Pode ser lido aqui.
No meu blogue pessoal, escrevi outras histórias. Podem ser lidas aqui.
O slogan "vá para fora cá dentro" nunca me fez tanto sentido.
Quem nunca foi, diria que é imperativo ir, fazendo o programa completo que o Museu propõe.
terça-feira, 1 de março de 2016
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