Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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domingo, 12 de abril de 2020

WebOficinas #15, #16 e #17

#weboficina17

#weboficina16

#weboficina15
Aqui fica a minha participação relativa aos últimos desafios!
Do desafio da palete reduzida, à linha, à composição e cor diverti-me (e aprendi em todos).
Obrigada à Manuela, ao Bruno e ao Hélio!
Uma Páscoa Feliz a todos e bons desenhos! 

terça-feira, 7 de abril de 2020

Alinhando com o Bruno Vieira

Arrisquei a minha interpretação do enunciado do Bruno Vieira,  sem ter a certeza de estar a responder ao solicitado.
Mas a verdade é que deu-me gozo ir compondo a cena procurando variar o tipo de linha.
E pronto, saiu isto.


A Linha, o canivete suíço da linguagem


Obrigada Bruno pela ofícina. Hoje deparei-me com um jogo de família on-line e não pude deixar passar este reflexo do tempo em que nos confinamos em casa. Comecei por desenhar sobre um papel com motivos com uma linha solta e depressa me aprecebi que estava a fugir ao exercício proposto pois tive de adicionar mancha  (a branco) para ajudar a esclarecer as superficies. Voltei ao início, aplicando a linha, por vezes dupla, sobre um fundo branco.

Uma linha só

Fui preguiçosa, não fiz o pedido pelo Bruno, apeteceu-me fazer um desenho de uma linha só, como a música do samba duma nota só ( é que no domingo fui ao Brasil...)
Obrigada Bruno pelo desafio!



Pague dois, leve um

Fiz dos dois um só desafio
O Catarino e o Vieira
Outra vez o login caiu
E isto é uma trabalheira

Weboficina 15 - A Linha

"Coisas" necessárias em quarentena...
Utilizar a linha para sintetizar, transformar, deformar, distorcer... dar vida...

Web Oficina USkP "A linha, o canivete suíço da linguagem"

Web Oficina 15 - A linha tem muito que se lhe diga

Não tinha tempo para fazer duas vezes o mesmo cenário e lembrei-me que  - na "vista"que vejo durante mais horas agora na quarentena, aqui sentada na sala, ao computador .- podia usar duas linhas diferentes: uma cá para dentro, outra lá para fora. Como sempre, não ficou nada idealizei mas, como dizia a minha avó: "O que conta é a intenção" :)

WebOficina 15. A linha.


web oficina atrasada

Tenho tentado cumprir o calendário mas, ontem, foi a última coisa do dia.
Obrigada, Bruno!
Fiz várias tentativas de contrariar a minha linha  habitual.


A linha...


WebOficina 15. A Linha

Tentando responder à proposta do Bruno Vieira.

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Web Oficina 15 - Bruno Vieira - A Linha

Aqui vai a minha resposta ao desafio do Bruno Vieira - Desenhar o mesmo espaço aplicando a linha de maneiras diferentes. No primeiro só linha, no segundo, manchas feitas com linhas múltiplas.

Gostei muito da tua introdução à importância da linha no desenho. Mas não sei se esta resposta ao desafio está dentro do que pediste.

Não usei caderno. Acho que é um suporte que faz sentido no exterior. Dentro de casa temos outras opções.


Weboficina 15 - A Linha, o canivete suíço da linguagem.

Quando foi feita a primeira linha?

Seria um traço na areia ou um risco de carvão queimado? Ninguém sabe.

Há quem diga que as linhas não existem, um pouco como as bruxas, mas estão em todo o lado, fazem parte da essência do desenho, e o que é o desenho? É um resumo de uma ideia, uma síntese, mesmo que seja da nossa ideia da realidade. A linha resume um contraste, um limite, uma transição… e um conjunto de linhas pode definir um desenho complexo ou simples, um esquema, um símbolo, uma palavra… é capaz de transmitir até emoções…

A linha tornou-se num elemento essencial de comunicação e possui a sua própria linguagem, intimamente ligada a quem a cria, seja uma linha direita, torta, fina, irregular, intermitente, inconstante, suave ou fortemente expressiva… pode sugerir movimento, certeza, delicadeza, nervosismo, incerteza, ritmo, etc…

Uma só linha pode criar manchas de contraste, texturas ou detalhes, fluir de forma ultra rápida e mesmo assim ser suficiente para que o nosso cérebro preencha os detalhes em falta e interprete uma mensagem visual. O cérebro gosta de linhas, de ritmos, de orientação, o resto é prazer da imaginação inconsciente.

O desafio de hoje tem o objectivo de vos fazer explorar as potencialidades gráficas da linha e consiste em dois desenhos sobre um conjunto de objectos, uma pessoa ou vista, interior ou exterior, podem optar por repetir o mesmo desenho ou mudar a perspectiva, o importante é que possa ser comparável.

Material:
Caneta ou marcador a PRETO.
Para os rebeldes que não gostam de preto, escolham uma cor escura.

Dois desenhos com expressões gráficas diferentes:
Preparação: Memorizar uma forma gráfica a seguir como nas sugestões abaixo, seja por dupla linha, distorção, texturas, contrastes, prioridade de linhas horizontais ou verticais, sombras trabalhadas de forma diferente, etc… (ver exemplos)

Execução: Desenhar de acordo com o grafismo escolhido e procurar que o processo seja quase automático, terapêutico, tentar compreender o potencial de cada grafismo sem grandes preocupações de proporção ou perspectiva.

Nota: O ideal é que escolham formas gráficas que não costumam usar.


Sugestões e Exemplos:



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