Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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terça-feira, 20 de agosto de 2019

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Camisa hawaiana

Cá está ela, a camisa hawaiana.
Em cada aeroporto internacional que frequento vejo pelo menos um cavalheiro encorpado com uma camisa hawaiana. É uma teoria que venho confirmando há anos. A Casa de Rembrandt e o galeirão já estavam na página do DG.

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Amsterdão

Sentado na borda do canal com as pernas penduradas sobre a água.
Por trás de mim passa um grupo de finalistas rindo e falando alto.
Paira uma nuvem de fumo suspeito.
#urbansketchers
#usk
#uskp
#bonecosdebolso


terça-feira, 6 de agosto de 2019

Rembrandt Huis

A Casa de Rembrandt.
É uma visita emocionante! Os verdadeiros locais onde O Artista viveu, as suas oficinas, os seus espaços, os seus objetos...
Numas excelentes ações de divulgação assistimos a curtas demonstrações de gravura (com uma prensa copiada da original) e de fabrico de tintas com pigmentos e materiais idênticos aos da época. Uma lição.
Curiosidade: O quadro RONDA DA NOITE precisou de 80kg de tinta, toda produzida ali no atelier.

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Ronda da Noite

Este desenho valeu-me uma descompostura.
No espaço mais concorrido do Rijksmuseum, onde estão os Vermeer e, ao fundo, a RONDA DA NOITE de Rembrandt (que está a ser restaurado), estava a casa completamente cheia e só arranjei um lugarzinho para desenhar mesmo ao fundo da sala, junto à parede.
Eu bem senti uns olhos cravados em mim, mas não liguei. O desenho era algo demorado e, por apenas breves instantes, encostei-me à parede mas nem tive oportunidade de descansar as costas pois logo apareceu uma enorme loira, com cara de muito poucos amigos e voz de comando dizendo: "NÃO SE ENCOSTE À PAREDE! FOI TODA PINTADA À MÃO!" Obedientemente e sem qualquer hipótese de dúvida desencostei-me, acabei o desenho e desandei.

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

sábado, 27 de julho de 2019

Amsterdão 5

Ralph Thopson, americano, é um veterano. Já o encontrei em três symposia e, com os seus 80 anos, é talvez o mais sénior de um evento que chama muitos seniores. Em conversa com a organização do symposium deste ano, algumas questões foram levantadas sobre o assunto. Ou a rapaziada nova não desenha ou, pior, desenha mas foge da molhada e do preço.
À esquerda outra rapariga com brinco, desenhada no tram, logo pela manhã.

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De verde, outro instrutor veterano, James (Jim) Richards. Disse-me que o melhor symposio foi o do Porto. Mas os americanos são sempre "very friendly".
No canto superior esquerdo, Adam the Haron, a garça mascote do symposium. Boneco da designer residente dos USk Anne Rose oosterbaan.

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Não é normal encontrar uma formadora usando hijab. Bonita, Reham Moniem Ali, fez perder a cabeça a uma das figuras.

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Visita ao Worshop da Rita Sabler. Desenhar o contexto e fazer zoom in, era uma das propostas. O local era o Waterlooplein Market. Escolhi uma banca que vendia um tesouro nacional: túlipas. Três sacos de sementes a 10 euros. Pechincha, tendo em conta que a planta deu origem à primeira bolha financeira da História.

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Sketch Crawl final.
Ao contrário de Chicago, os Sketchcrawls eram grátis e havia vários simultaneamente. Desenhar casas em Amsterdão é fácil - são todas iguais, mas bonitas.
Terminámos no NEMO Science Museum, edifício em forma de proa mas a chegada por terra faz-se pela popa.


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Silent auction. Momento final do Symposium. Este ano não foi no local de encontro, mas num espaço formatado para este tipo de eventos. Salvou uma varanda convés, com o pôr do sol, aqui bastante mais tarde, a acompanhar o desenho.

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O symposium em números:
Participantes pagantes: 640
Voluntários: 60
Local team + board team: 20
Participantes no total (skethcrawls, etc): cerca de 800

Próximo symposium: Hong Kong 2020


sexta-feira, 26 de julho de 2019

Amsterdão 4

Começo do dia em cheio. O nosso homens e senhora do symposium do Porto chamados ao palco para uma salva de palmas: Pedro Alegria, Fernanda Lamelas, Maria do Céu, Nelson Paciência.

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Primeiro workshop com o 'Boss' - Gabi Campanario, fundador dos USk. Como fazer os desenhos caber em formatos de cadernos pequenos, era a sua proposta de workshop.
Parece que a solução passa por fixar um visor à cabeça. Este curioso dispositivo tem que levar fotografia, porque o desenho não lhe faz justiça...


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De seguida, ala para o workshop do Santi Salles, que está no meu top five. Fazer sobressair os verdes através de contraste de complementares, prestar atenção aos detalhes e trabalhar com thumbnails. Pois, pois...
O local era o Hortus Botanicus Amsterdan, uma gigantesca e arrojada estufa de vidro. Um bucólico lugar em plena cidade. Uma garça - motivo do logo deste symposium - posou para mim. Melhor era difícil.


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De volta ao venue, como se diz por aqui, ainda tempo para um desenho dos vários workshops que estão por todo o lado.
Amsterdão, por esta altura é água, bicicletas e sketchers.

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Novidade deste ano: comes e bebes no recinto do symposium. 
Dá muito jeito, por duas razões: preço da comida em qualquer restaurante, e os 38º que parecem cozinhar qualquer sketcher. É menos uma saída...

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Terminar o trabalho assistindo a uma demo da Marina Grejanik. No desenho mal se distingue, não fosse a fita vermelha no pescoço. É um dos momentos mais chatos para alguns formadores. Mas é um prazer ver a Marina a trabalhar. 
Em espaço negativo, o nosso Nelson Paciência :)
Amanhã, grande final. 


quinta-feira, 25 de julho de 2019

Amsterdão 3

Rapariga com brincos vermelhos no elétrico que sai do hotel e torre daquela que deve ser a igreja mais desenhada do mundo neste momento: Zuiderkerkof, sede do symposium em Amsterdão.
Desenhos de aquecimento, antes dos workshops.



Inscrevi-me no worshop da Karen Siyun Sung, coreana, mas que vive e trabalha em Londres. O local era na Rembrandtplein
Tinha a companhia de 4 formandos. A Karen não é uma cabeça de cartaz dos USk... É muito simpática e tem uma tatuagem em forma de aparo de bambu.
O workshop prometia. Desenhar (e pensar) fora do formato do caderno. Não tentei.
Podem ver o seu trabalho no instagram (@caffeinated.karen).



Apanhei no mesmo local o workshop da Virginia Hein, que é facilmente reconhecível e desenhável. É ela – em ação - na zona superior do desenho. Na zona inferior, as figuras em 3D da “Ronda da Noite” vs os sketchers e turistas que enchem a Rembrandplein. 
Fiz outro desenho enfiado no meio da escultura.




À tarde, no interior da Zuiderkerkof, foi altura para o Skit Sketch. Palestras de 6 min onde cada um conta a sua experiência. Ninguém se pode engasgar porque os slides não param. O nosso Pedro Cabral brilhou, com os seus famosos percursos algarvianos.



Todos os anos os sympósia transformam-se numa feira de artigos de belas-artes e este, sendo na Holanda, não foi exceção. 




quarta-feira, 24 de julho de 2019

Amsterdão 2

Abertura oficial do symposium. O local é no espaço público de uma igreja mesmo no centro da cidade, numa pacata praça que tem o nome de Zuiderkerkhof. O interior é lindo. O vermelho é a cor oficial do symposium.



Parece que este ano o meu apelido no symposium foi modificado para uma coisa mais .... exótica.