Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Desenhar com (VII) Maura Barreto #03


Depois de tanta redução aproveitei para subverter a escala dos elementos...

E foi assim que acabámos o 32º, de sorriso na cara. Na foto final ficaram a faltar pelo menos cinco pessoas, saíram mais cedo, foi pena. O grupo esteve muito composto, que bom! 

(mais fotografias do encontro aqui )


(Caneta caligráfica, carimbo, grafite, aguarela e lápis de cor)                                                                                       «in situ»

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Desenhar com (VII) Maura Barreto #02

Os insetos são fabulosos... as cores, as texturas e padrões as formas...


(Caneta caligráfica, carimbo, grafite, aguarela e lápis de cor)                                                                                       «in situ»

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Desenhar com (VII) Maura Barreto #01

Maura Barreto é professora de Artes Visuais desde 2001. Concluiu a licenciatura na Universidade de Évora e o Mestrado na Faculdade de Belas Artes do Porto em 2007 em Arte e Multimédia. Durante esse período frequentou ainda vários cursos de Ilustração Científica. Reside e trabalha em São Miguel e dedica-se ao desenho e à pintura em miniatura. Levou-nos a desenhar no Museu Carlos Machado, no núcleo de Santo André. A escolha das salas dos invertebrados e dos fósseis (na história natural) prendeu-se ao seu interesse pelo desenho cientifico. A Maura toca saxofone e uma das coisas que tem vindo a colecionar são as palhetas do instrumento que toca e, atualmente, todas aquelas que lhe oferecem. As palhetas converteram-se em suporte de desenho, são uma delícia. Tenho vindo a acompanhar o seu projeto e é muito interessante vê-la em constante exploração. Os cadernos que leva para os encontros são, também, em miniatura, como se desenhasse para formigas. Ofereceu-nos uma palheta e dasafiou-nos a «desenhar pequeno», muito pequeno. Confesso que tive imensa dificuldade em reduzir a escala mas adorei o desafio e constatei a dificuldade de desenhar em miniatura sobre junco.Gostei muito deste 33º encontro e das caras novas que se juntaram.
(Caneta caligráfica, carimbo, aguarela grafite e lápis de cor)                                                                                                            «in situ»



quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Encontro de Constância
Só agora publico as fotos do encontro de Constância que ainda não tinha tido oportunidade de partilhar. Recordo o dia bem passado  não só fazendo sketches, mas também o convívio com os outros elementos do grupo no almoço de confraternização e visita ao Centro Ciência Viva de Constância.
Usei tinta da china com cana de bambú e aguarela. 






quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Constância

Ao almoço procurei sentar-me em frente ao Vicente para o desenhar. Enquanto eu fiz este, ele encheu quase um caderno. Como é que é possível ele ser tão rápido?

 Mal a vi sabia que a tinha de desenhar. Estas perspectivas picadas atraem-me mesmo...
É pena a digitalização não ter ficado nada de especial (tenho de comprar um scanner melhor). O Tejo estava lindo neste final de tarde em Constância...

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Constância

Fui a Constância "riscar a arquitectura"


Um dia gelado mas cheio de sol, uma vila tipicamente ribatejana branca e limpa.
A presença da água não está só nos riscos que fiz, mas nos rios que passam por Constância, o Zêzere e o Tejo e são visíveis até nas paredes das casas onde se podem ver as placas com a marca do nível das águas nos anos de grandes cheias.No primeiro desenho, procurei propositadamente essas marcas (ao centro) e o enquadramento que escolhi foi a partir delas.

 (é mesmo verdade que o Mário esteve em cima do corrimão a desenhar a Praça!)

No final da tarde estivemos no Parque Temático de Astronomia. O resto dos desenhos estão aqui. 

Constância

Deambulei por Constância desde a parte mais recente junto ao rio até ao casario mais antigo. Se quiserem podem ver mais desenhos no meu blog.
 

encontro em Constância

Ter estado com o Lapin durante quase uma semana fez-me ganhar a coragem de abordar as pessoas e pedir-lhes para as desenhar. No pequeno mercado que a Rosário já referiu estava a Sr.ª Manuela Simões a vender bolos caseiros e umas empadas deliciosas.
Depois de lhe comprar uma e ter ido beber um café decidi voltar para a desenhar. Com o passar do tempo ela foi-me contando várias coisas, mas destaco uma delas: estudou na António Arroio em 1974. Incrível não é? Ficámos logo ali com algo em comum...

Sentado no corrimão e lançado nesta praça que é o centro histórico de Constância vi-me envolvido numa troca de bens assumidamente benéfico para ambas as partes: desenhei uma escuteira (de 12 anos?), ofereci-lhe o desenho e em troca recebi um queque de chocolate.
Há lá coisa melhor do que isto!