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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
sábado, 31 de janeiro de 2015
Cafés de Tomar
Os cafés de Tomar são cadernos de apontamentos da minha memória, são inacabados, e sei para que serve cada um, e dão-me o conforto de não me surpreender, de estar lá como eu espero que estejam.
Hoje dois: O Santa Iria, que exala ainda o recolhimento conventual, íntimo, interior; e o novo Café dos Artistas, que nos convida ao indolente juízo do que se passa na praça e que, na correspondente postura, nos revela novos ângulos do que já conhecemos.
Hoje dois: O Santa Iria, que exala ainda o recolhimento conventual, íntimo, interior; e o novo Café dos Artistas, que nos convida ao indolente juízo do que se passa na praça e que, na correspondente postura, nos revela novos ângulos do que já conhecemos.
domingo, 25 de janeiro de 2015
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Manuel dos Santos e D. Manuel I
Almoçar no Café Central é uma daquelas peregrinações (sem ofensa a nenhuma religião) que tenho que fazer uma vez por outra. É como ir passar um bocado ao pé do farol de São Pedro, ou comer uns pasteis de nata em Alcobaça (mesmo em frente ao mosteiro) ajuda ao equilíbrio emocional.
E como o solinho estava a pedir, ficámos por ali, e eu aproveitei para desenhar o Manuel e o Manuelino.
E como o solinho estava a pedir, ficámos por ali, e eu aproveitei para desenhar o Manuel e o Manuelino.
sábado, 3 de janeiro de 2015
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
O Natal na minha aldeia
O Natal na minha aldeia, era assim no tempo em que a adotei como minha, o velho Matateu dormia no adro, do lado do sol sobre a pedra quente da igreja, a ovelha do sr. Joaquim lá estava ao pé da oliveira, sem fazer nada, como é comum nas ovelhas, e à noite era a missa do galo e a oliveira, que não era a do sr. Joaquim, a arder à porta da mesma igreja, que é muito bonita, como a aldeia, que se chama Louriceira.
domingo, 2 de novembro de 2014
sábado, 4 de outubro de 2014
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