Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

Mostrar mensagens com a etiqueta Rios. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rios. Mostrar todas as mensagens

sábado, 30 de outubro de 2021

Primavera em Praga



Praga, Chéquia. Passeando ao longo do rio Moldava ao fim de uma calma tarde de Primavera.

Esboço aguarelado feito numa viagem em Abril de 2018, quando ainda viajávamos despreocupadamente.


segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Feliz 2020


Desejo-vos que neste tempo que agora começa saibam reconhecer em vocês próprios e nos outros o amor que tudo coloca no lugar certo e tudo cura. O amor que transforma as vossas águas, e as águas de todo o planeta, e vos faz sentir, se permitirem, a pureza do que a Natureza nos ofereceu para viver. 
No nosso planeta cada vez mais será visível que somos todos um, e que as nossas diferenças são afinal tão iguais.

A todos, um 2020 cheio de Fé, Esperança e Amor!


Ler mais sobre este sketch aqui

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Entrar no processo criativo e abrir-me à poesia da alma



Este desenho foi feito durante um exercício dado pela Roísín Curé num dos dias do workshop "Expressing the West", em Galway, em Agosto passado, e foi o resultado de uma séria de incidentes que acabaram por ter grande significado para mim.
A caneta de aparo começou por funcionar com muita dificuldade, pois a tinta não fluía. E só depois de desenhar percebi que a tinta não era à prova de água, e que a aguarela iria dissolver o desenho, pelo que optei por só aguar as formas mais distantes... o maravilhoso do momento é que todos os incidentes me iam fazendo sentir cada vez melhor, pois o prazer de desenhar estava lá inteiro, e sem qualquer impedimento.
Deixei de pensar em cumprir o exercício para viver o momento de desenhar.
Quando finalmente desenhei o barco azul já tinha feito o caminho até me sentir novamente uma criança a desenhar, e adorei que ele saísse assim com um toque mais infantil, destoando da minúcia do resto do desenho, mas compondo em plena harmonia o sentimento do meu coração.

terça-feira, 24 de abril de 2018

A simplicidade da água em nós




Um dos momentos do retiro "O Espiritual no Desenho", em Florença. Trabalhando uma reflexão sobre água, humildade e limpeza, junto ao rio, olhando a Ponte alla Carraia, junto da qual se forma uma língua de areia onde as pessoas passeiam, descansam, e pescam, rodeadas de água no meio da cidade.

Como nós procuramos a água dos rios para nos sentirmos numa ligação tão profunda a nós próprios, à nossa própria água, e a essa medida de ser simples de quando nos abandonamos naturalmente à simplicidade.
O nosso corpo é em grande parte água. Quando, tal como a água flui naturalmente, fluímos no que fazemos, compreendemos em simplicidade quem somos.

Humildade, disponibilidade para esse fluir, e limpeza do que já não precisamos em nós, mas apenas do que a vida vai trazendo para que se faça o processo, sem o exagero de uma falsa pureza, de querer tudo limpar. Como Jesus disse a Pedro... bastam os pés, basta limpar o Espírito e o corpo fluirá esse estar, basta a simplicidade do que se faz nesse estado de união para que o nosso coração seja livre e se entregue sem reservas à simplicidade da água em nós.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Beto, o barqueiro do Castelo de Almourol


A viagem é quase instantânea. É só aquele pouquinho de Tejo entre a margem e a ilha do castelo. Logo que partimos já estamos a chegar. Os poucos pormenores do desenho foram sendo acrescentados nas duas travessias de ida e volta que fizemos no dia do (A)riscar o património. Pessoa calma e gentil, foi um prazer desenhá-lo.