Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Abrantes 2017

E lá fui de encontro a Abrantes para mais um encontro de sketchers na cidade, este ano com a aliciante adicional de ver a exposição de cadernos e desenhos do Pedro Cabral que vale mesmo a pena visitar. São várias vitrinas cheias de cadernos e vários painéis de desenhos organizados por temas.

Depois da visita e do lançamento do encontro rumámos em direcção ao castelo, onde se estava muito bem sentado nas ervas baixas a recolher o calor do sol e a desenhar.



A hora do almoço chegou rapidamente. Na descida em direcção ao restaurante percorremos as ruas da parte velha, onde encontrámos várias lojas com cartazes inseridos nas montras de desenhos realizados no encontro do ano passado.

A seguir ao almoço, como estavam agendadas as apresentações do Pedro Cabral e do Javier de Blas, não havia muito tempo para desenhar, mas ainda deu para rabiscar qualquer coisa no jardim em frente da biblioteca.


quinta-feira, 27 de abril de 2017

Paris que não se apouque

As coisas boas são para se copiar e é assim que se aprende. 
Tal como Abrantes, Paris escolheu uma localização central e tem uma torre visível de toda a cidade, que muito lhe facilita a orientação.
(Encontros de Cadernos de Viagem de Abrantes. Residência Artística).

Beco do Meirinho

Deambulando pela mouraria de Évora, encontrei este recanto.

Uma flor para a Maria Celeste

Pensando no que disse o Mário (no post dedicado à Maria Celeste) que a melhor homenagem que lhe poderia prestar era desenhar, lembrei-me que seria interessante que as nossas flores fossem desenhos!
Hoje à noite quando lá passar, deixarei este "dépliant"para quem lá for e quiser desenhar uma flor.
A minha já cá está.


À sombra




Biblioteca-Espaço Cultural Cinema Europa

Passados 12 anos e 70 dias foi inaugurado no domingo, dia 23 de Abril o novo espaço Biblioteca-Espaço Cultural Cinema Europa em Campo de Ourique. Em Março de 2012 dia 24 e 25 o Movimento SOS CINEMA EUROPA pediu ajuda a muitos amigos para mostrar o quanto necessitava desse espaço. O Movimento SOS CINEMA EUROPA-vai ter um dia dedicado aos "Amigos" e os Urban Sketchers estiveram presentes e em grande número. Estamos convidados para participar na festa do dia 29 de Abril que vai iniciar-se a partir das 16h, e vai até à noite. 

Lojas Tradicionais de Lisboa - Retrosaria Bijou




Obelisco da Liberdade, na Praça Joaquim Melo Freitas, em Aveiro

Este desenho contrasta imenso com o desenho anterior, do Rossio, a sua contenção denota bem o pouco à vontade que sinto em fazer paisagens urbanas com edifícios de muita linha regular e geométrica, um verdadeiro pincel, mas lá se fez :D

Para a Celeste

Fogo de artifício, pedras preciosas, um coração grande... do Duarte para a Celeste.


Finlândia IV - arredores de Helsínquia

Uma amiga levou-nos ao parque natural de Porkkala. É um sítio que passaria despercebido, não fossem os olhos de quem vive em Helsínquia há 40 anos. Não é para menos: saímos da auto-estrada e a estrada vai estreitando, entre campos que ficam cada vez mais apertados pela grandeza da floresta. E no fim, a floresta, composta pela tríade bétula-abeto-pinheiro nórdico, ganha uma nova exuberância, com árvores cada vez mais frondosas.



Já a pé, descobrimos o trilho que nos leva a uma torre de vigia, impecavelmente talhada em madeira. O Markku emprestou-nos os binóculos para que avistássemos a Estónia do outro lado do mar e das ilhas. Assim foi: conseguimos distinguir uma torre de comunicações e as chaminés das refinarias além do horizonte.



Continuámos entre trilhos. É admirável o respeito que os locais sentem pela natureza: apesar das multidões que passeiam na floresta, a limpeza é incondicional. Apenas se vêm luvas solteiras, penduradas nos galhos das árvores, até ao reencontro do par. O almoço foi ao ar livre, apesar das temperaturas negativas, que nem sequer impediram o lume de aquecer a refeição.