Ainda não tinha partilhado os resultados desta segunda edição do Alfabeto Lisboeta (talvez por o caderno ser tão grande que não cabe no scanner), mas depois da última sessão tinha mesmo que começar a partilhar!
No sábado passado tivemos um orientador convidado, o Kiah Kiean, que nos ajudou a experimentar a sua técnica de desejar com pequenos pauzinhos de madeira e tinta da china. Para evitar entornar a tinta e para a manter na consistência certa, o Kiah coloca gaze de algodão dentro do frasco. Um truque simples, mas muito eficaz!
Fomos até ao Aqueduto das Águas Livres (nunca lá tinha ido) e cheio de vontade de imitar os panoramas magníficos do Kiah. Por isso não hesitei em me "atirar ao monstro", como diz o José Louro, e aqui está o resultado.
A chuva ainda ameaçou um pouco, mas deixou-nos prolongar o trabalho. Tentei uma abordagem diferente e, depois da tinta da china secar, aproveitei para aplicar um pouco de cor.
Do outro lado do aqueduto, a paisagem estendia-se até ao Tejo e à sua margem Sul. O tempo era pouco, por isso tive que acelerar. Curiosamente, este foi o desenho de que gostei mais.
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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
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3 comentários:
Que bem que ficaram!
Celeste Vaz Ferreira
...também gosto muito...
Ficaram giros com a cor . Ganharam vida!
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