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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio



14 comentários:
... as praxes...
Lindissimo, o desenho!
bonito desenho de algo não tão bonito!
O sentimento mais leve que tenho para as praxes e os trajes é o desprezo, mas os desenhos estão muito bons.
(Também cabiam no Lisbon Week...)
Pois eu também, Pedro! Por isso, quando hoje ali passei e vi este triste espetáculo, encostei o carro e peguei na caneta...(e obrigada)
Estudante da FLUL ... fico triste ao ver estes desenhos ... Parabéns, pois cumpriram muito bem a sua missão. Pena, a etiquete que se perdeu ...
Que bons que estão os desenhos Teresa!! Pela simplicidade do traço e o peso das capas negras...
Triste e feio. Infelizmente na minha escola também persistem, não sei explicar porquê, como.
Mas gosto destes desenhos 1) pela crua qualidade do traço, 2) por não virarem a cara ao desagradável.
pensei, inicialmente, não comentar, indo ao encontro da publicação mas por maior que seja a minha repulsa por estas «idiotices» não seria justo silenciar a minha opinião porque o post é muito interessante e inteligente... o silêncio... e a monocromia são intensos...
há uns tempos atrás, postei algo do género, mas com comentário: http://urbansketchers-portugal.blogspot.pt/2013/12/sketchbook-therapy_11.html
Uma reportagem gráfica fantástica sobre uma idiotice!
É um belo ensaio gráfico, os contrastes de tons nas figuras fazem o comentário todo.
Muito interessantes.
Os desenhos estão magníficos! Têm vida e contam uma história que, infelizmente, não é muito agradável. Mas há histórias assim...
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