Apeteceu-me tentar desenhar esta rua, a caminho da estação da Cruz Quebrada. Tem
o encanto especial das fábricas desativadas (a Lusalite), tem casas podres, barracas abandonadas,
paredes grafitadas e, no entanto, ao fundo do túnel vê-se o Tejo que, a
contrastar, se adivinha magnífico e grandioso!
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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

8 comentários:
Muito bonito este desenho! Gosto da cores numa determinada zona e depois o espaço que é deixado em branco e dos fios que parecem segurar tudo o resto!
Está muito bom o enquadramento e a composição.
Gosto quando motivos menos "bonitos" são explorados, como aqui. Isto prova que tudo é desdenhável - e do feio se faz arte.:)
Ups, queria escrever "desenhável"! Maldito corrector automático!
...grande enquadramento...
Sou só eu que vejo ali nos cabos uma pauta musical?
:)
Não Mário! O meu filho mais velho também a vê, mas ele é um guitarriata inveterado!
...E obrigado a todos!
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