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| O Pavilhão existente no interior do jardim. |
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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
terça-feira, 26 de junho de 2018
Jardim da Estrela
Desenhar em Campo de Ourique, levou-nos mais uma vez a desenhar no Jardim da Estrela, pela mão da Rosário Félix e do Campo Vivo. Tarde muito agradável e bem passada.
segunda-feira, 25 de junho de 2018
Caderno de Viagem Brasil 2018 - dia IX
26.10.2018 Ribeirão Preto
O Encontro de desenho na Fazenda do Pinhal terminou perto da Hora de almoço. Mal que nos despedimos de todos os participantes, faço-me à estrada com o Lauro, rumo a outra cidade - Ribeirão Preto. Nas estradas o ambiente tenso da falta de combustível. Filas e filas nas estações de serviço.
Chegámos a Ribeirão, mas não houve tempo para descansar, pois tinha um workshop para dar no SESC.
Entre as esperas e os trajectos (SESC - Praça Rio Branco), ainda houve tempo para uns registos rápidos. As cores, essas vieram mais tarde.
À esquerda um boteco de beira de estrada. À dir. umas pequenas e tradicionais casas, que foram transformadas em espaços comerciais.
Um dos palacetes abandonados e em elevado estado de degradação. Foi adquirido recentemente. Esperemos que seja recuperado em breve.
Durante o workshop, com um grupo tão disciplinado, ainda tive tempo para desenhar.
Aproveito para agradecer ao Domingos Guimarães, arquiteto, professor e coordenador do grupo Urban sketchers Ribeirão Preto. Foi ele que me convidou e quem organizou estes workshops no SESC.
A viagem está a terminar. Amanhã partilho os últimos desenhos antes de voltar a Portugal.
Melgaço
Mais um pequeno logradouro, mais um espigueiro.
Vigotas de betão, tijolo industrial, telha marselha... Não é uma peça de colecção, não é pata turista ver, é uma alfaia em uso.
Vigotas de betão, tijolo industrial, telha marselha... Não é uma peça de colecção, não é pata turista ver, é uma alfaia em uso.
The Typical Neighbourhood
The Typical Neighbourhood é a 5ª aula de verão do curso anual de Urban Sketchers 10×10 Lisbon. ATENÇÃO: Irá ser na quinta-feira, dia 28 de Junho (e não na quarta-feira como inicialmente previsto).
O foco desta oficina serão as interações humanas num bairro típico de Lisboa. Na companhia de Pedro Alves, um nativo da Graça, e de Pedro Loureiro, um turista na Graça, Iremos fazer uma série de exercícos que nos vão preparar para desenhar multidões, pessoas em movimento e histórias interpessoais.
A oficina The Typical Neighbourhood irá ter lugar no Largo da Graça, em Lisboa. Encontramo-nos em frente à Estação dos Bombeiros.
O foco desta oficina serão as interações humanas num bairro típico de Lisboa. Na companhia de Pedro Alves, um nativo da Graça, e de Pedro Loureiro, um turista na Graça, Iremos fazer uma série de exercícos que nos vão preparar para desenhar multidões, pessoas em movimento e histórias interpessoais.
A oficina The Typical Neighbourhood irá ter lugar no Largo da Graça, em Lisboa. Encontramo-nos em frente à Estação dos Bombeiros.
Evento Facebook
Contacto para inscrições:
education@urbansketchers.org
Consulta aqui o programa completo.
Contacto para inscrições:
education@urbansketchers.org
Consulta aqui o programa completo.
Paço de São Miguel, Évora
Paço de São Miguel, Évora, pertença da Fundação Eugénio de Almeida. Ver sua interessante história do sítio da Fundação: aqui.
Torres Vedras - Araraquara V (FIM)
Dia 27 de Maio, pelas 8:00 voltámos à Fazenda do Salto Grande para terminar em nota alta o Encontro Internacional de Desenho de Rua. Uma vez que já tinha desenhado parte do património construído na passada semana, desta feita, eu e o António Bártolo quisemos registar o património Natural que inclui um rio que passa mesmo no centro do local e que contém uma cascata que dá o nome ao mesmo, Salto Grande. Depois disso foi tempo de descansar porque no dia seguinte esperava-me uma viagem de 10 horas de avião + 3 horas de carro até ao aeroporto.
Nesse longo intervalo de tempo, foi mais que suficiente para terminar alguns desenhos, revisitar outros anteriores e chegar a conclusão que já não iria voltar a ver as pessoas e os locais que foram a minha casa nos 12 dias que passaram. Se bem que a saudade de casa era bem mais forte, não pude deixar de ter aquela sensação estranha que a vida a que tão bem me acostumei, as pessoas maravilhosas que conheci, dificilmente as iria reencontrar tão cedo.
Esses desenhos encontram aqui: https://intervalosalmoco.blogspot.com/2018/06/torres-vedras-araraquara-v-fim.html
Quando no altifalante anunciavam que o embarque para o AD8750 com destino a Lisboa, estava iminente, foi tempo de fazer o último registo desta viagem, o A330 da Azul que nos voltou a transportar de volta a Portugal. Estes dias passados no Brasil não foram apenas mais uma viagem mas sim uma experiência cultural muito enriquecedora que se não fosse a convite do artista Lauro Monteiro (baptizado de Embaixador desta conexão cultural) nunca teria a oportunidade de experienciar... O meu muito obrigado à Câmara Municipal de Torres Vedras por nos possibilitar esta viagem; à Prefeitura de Araraquara e à cidade em geral e suas gentes que tão bem me receberam, sempre com um sorriso e alegria contagiantes; aos meus companheiros de viagem: André Baptista, António Bártolo, Olga Neves e Cátia Candeias pela camaradagem, troca de conhecimentos e o cimentar de amizades que irão perdurar certamente; ao USk Araraquara, ao Joel e Madu, pela amizade e coragem de divulgar o movimento USk num ambiente que ainda resiste bastante a esta prática; a Casa do Pinhal e ao Novo Hotel Municipal pela arte de bem receber; à Daniele, Daniel, SESC e à UNIARA pelo apoio sempre presente; e a todos vós que foram acompanhando esta série de posts e que desta forma também viajaram comigo. Muito obrigado a todos! Por todas as razões já mencionadas, adorei toda esta experiência, espero que tenham gostado também. Até uma próxima Araraquara, decerto irá haver oportunidades para um regresso!
Jardim em Dillenburg, Alemanha
Apesar do tempo meio invernoso, este jardim com um lago e cisnes negros, tem o seu encanto. É simples e as árvores que se vêm ao fundo são cerejeiras que estão carregadas de frutos . As cerejas, embora pequenas, são doces e qualquer pessoa as pode colher. Com frio, os sketches têm que ser rápidos como este sob pena de congelarmos.
Leonor Janeiro
Leonor Janeiro
Desenhar com o Bruno Vieira
No sábado passado aconteceu mais uma das interessantes sessões do "Vamos desenhar com..." no MAC. Tenho imensa pena de não ter conseguido ir a algumas apresentações anteriores, porque são sempre imperdíveis! E desta vez, não foi excepção! Foi muito bom ouvir o Bruno falar do seu percurso e das suas reflexões em torno do Desenho.
A escolha de uma das inúmeras miniaturas com os seus desenhos, era o ponto de partida para o desafio lançado, pois no seu interior estava uma palavra e uma forma escondida.
No meu caso, saiu a palavra "chafariz" e a forma triangular.
Isto levava-me inevitavelmente para o Largo do Carmo.
Comecei por registar o chafariz, e de seguida, o meu olhar fixou-se no chapéu da esplanada com uma estrutura triangular e bandeirolas com a mesma forma, que permitia resolver o exercício na perfeição.
A sobreposição dos dois registos com cores diferenciadas pareceu-me ser a solução adequada.
Por outro lado, num largo repleto de turistas, o que me apetecia mesmo era desenhar pessoas. E a esplanada com o chapéu triangular acabou por ser um bom pretexto para isso!
A escolha de uma das inúmeras miniaturas com os seus desenhos, era o ponto de partida para o desafio lançado, pois no seu interior estava uma palavra e uma forma escondida.
No meu caso, saiu a palavra "chafariz" e a forma triangular.
Isto levava-me inevitavelmente para o Largo do Carmo.
Comecei por registar o chafariz, e de seguida, o meu olhar fixou-se no chapéu da esplanada com uma estrutura triangular e bandeirolas com a mesma forma, que permitia resolver o exercício na perfeição.
A sobreposição dos dois registos com cores diferenciadas pareceu-me ser a solução adequada.
Por outro lado, num largo repleto de turistas, o que me apetecia mesmo era desenhar pessoas. E a esplanada com o chapéu triangular acabou por ser um bom pretexto para isso!
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