Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Casa Amora





Ainda a Casa Amora. Esta árvore é a que fica no alto das escadinhas ladeando a entrada no Procópio.

Estava no início do desenho quando apanhamos uma grande "pancada" de água e por isso ficou inacabada...

People reading : Lisboa : Adamastor

 Marcador : Canetas de Feltro

Igreja Ortodoxa Romena

A hora do culto

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Paderne

Depois de vir de Lisboa, num dia de sol de inverno, passei em Paderne, uma pequena vila do concelho de Albufeira.

Primeiro fui ao castelo que não conhecia, mas quando cheguei lá, é que constatei que se encontrava fechado. Dei um passeio pelas redondezas para ver se existia mais alguma entrada e conhecer a zona, foi então que me deparei com um muro mais baixo  e subi  para ver o que estava do outro lado.

Deparei-me com uma vista lindíssima, para o interior do castelo da qual desenhei o que me pareceu ser uma antiga capela.

Depois fui até ao centro da vila onde desenhei a igreja e alguns recortes que fui achando interessantes.

Em casa reparei como o Vicente Sardinha tinha razão, em Lisboa na casa amora tinha desenhado 2 metros de caderno.

IPO

A câmara gama.
Estes equipamentos de grandes dimensões são sempre aterrorizadores.

No próximo domingo, "Todos em Curto-circuito!!"

Espero encontrar-vos no próximo domingo, no Museu da Electricidade, no "mega" workshop  dos Urban Sketchers Portugal, onde 6 parelhas irão desafiar-vos para experimentarem desenhar fora do habitual.
Para todas as informações e inscrições clicar AQUI.
Eu irei estar com o Filipe Almeida a explorar as sombras e a sua representação para a formalização dos objectos.
Aqui fica mais um estudo de preparação.


Alfabeto LIsboeta - Letra H

No sábado, com um dia de sol maravilhoso, fui à sessão do Alfabeto Lisboeta - Letra H (Técnicas Húmidas), no Mercado da Ribeira; com o Mário Linhares.

Numa parte da manhã estivemos dentro do Mercado a desenhar, confortavelmente sentados, frutas e legumes, com caneta de aparo e tinta da China. Depois, passámos para a guarela. Como o meu caderno era A6 o Mário propôs-me arrancar uma dupla página do meio e acrescentá-la. Fiquei a olhar para o caderno : corta? não corta ? que formato tão diferente do habitual. Mas, arrisquei sair da minha zona de conforto, e eis o resultado. ( os traços do enquadramento final não ficaram direitos porque não tinha apoio do caderno...)




Acasos





No outro dia, a caminho da escola onde estuda o meu filhote (passo por lá todos os dias) «tropecei» num muro revestido por uma trepadeira que estava repleta de um  fruto que não consigo identificar, parece-me um figo, mas tem outra consistência. É certo que achei a forma interessante e sem saber bem porquê considero-a uma agradável descoberta... entretanto fui explorando os marcadores (os posca e os amsterdam) porque me permitem sobrepor e tapar com facilidade....


(Marcadores e caneta caligráfica EF )                                                                                                             |«in situ» |

Lisboa

Das experiências já realizadas no alfabeto lisboeta, fica aqui a da letra E

Ecolines

Quinta das Conchas