Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

sábado, 25 de junho de 2011

contributos da família Rolão no HSJ!





Aqui vão alguns desenhos de nós três. A tarde foi muito bem passada - mas o edifício merece ser explorado outra vez...
A nossa guia, Célia, deixou-nos o contacto para visitas posteriores. Foi mais um dia fantástico entre o pessoal dos cadernos. E já conheci pessoalmente mais alguns urbansketchers que só conheço do blog e outros que também vão ao simpósio!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Clouds over California

Na marina de Lagos, convenientemente no interior de um café, via o vento a sacudir as palmeiras, e o céu cinzento a pesar sobre o horizonte. O fim-de-semana prolongado deve ter-se revelado uma desilusão para muita gente.

Eu cá, acho refrescante o tempo assim.

Lisboa




Aguarela feita hoje de manhã nas escadinhas de S. Francisco quando fui ver a exposição de Álvaro Siza Vieira na R. Ivens.

auto-retrato

22 de Junho


Último dia de aulas.
No comboio de volta a casa.

O salsicha que pensa que é pessoa

A minha irmã segura no cão ao colo depois do jantar. Há já algum tempo que ele deve pensar que também é um ser humano, com as mordomias que recebe.

Na estação de comboios




À espera de um amigo...

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Khoreía

(Do gr. khoreía, «dança» + gráphein, «escrever», pelo it. coreografia) 

"Esta série teve origem em desenhos feitos num espectáculo de dança. Enquanto o olhar acompanhava os corpos em movimento, a caneta divagava mais ou menos livre pela folha de sala. Procurei traduzir as deslocações e as pausas, continuidades e descontinuidades de um percurso que se vai apagando e substituindo por novas e fugidias impressões. O gesto no espaço, que a dança consagra, relaciona-se assim com o gesto no plano. Por isso, a obra toma a forma de uma espiral que termina na representação da mão. A introdução das molduras pretas tornou-se uma limitação necessária à autonomização de cada desenho, mas permitiu que o suporte se tornasse parte integrante da obra, em diálogo com a linha, umas vezes atravessando-a outras contendo-a. Através do desenho procurei também comentar a escrita para dança. Desenho não apenas registo, mas pauta e anotação. Desenho e dança que se contemplam, circundam e completam." Mostra Jovens Criadores 2010
 

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Ao almoço

Enquanto almoçava numa esplanada de Oeiras...

Vilar






No outro fim-de-semana passei 3 dias em Vilar, uma aldeia no norte, aqui estão os desenhos que lá fiz (ainda há um que me falta acabar)