Em Castelo Branco, a desenhar o que estava à minha frente, enquanto esperava pela Nini, que tinha ido cortar a franja, o que demora para aí uns 10 minutos. Mundo muito complexo este do cuidado capilar feminino, onde, em lugar de se cortar todo o cabelo, a coisa faz-se por secções. Há uns tempos atrás, num acto meio tresloucado, a Nini pediu-me a mim para lhe acertar a franja. Disse que se sabia desenhar também deveria conseguir dar uma tesourada a direito. Eu não achei boa ideia, mas ela insistiu... eu tinha razão...
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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
quarta-feira, 4 de dezembro de 2019
«A Minha Primeira Audição 2019»
Há já vários anos que o Conservatório de Música do Choral Phydellius, de Torres Novas, organiza o evento «A Minha Primeira Audição». Nesta audição, muitas das crianças da iniciação, fazem a sua primeira apresentação ao público (na sua grande maioria, familiares), quer executando os instrumentos que estudam, quer no coro.
O momento que registei, foram os instantes que antecederam o espectáculo, em que os "meninos do coro" esperavam sentados o inicio da sua "primeira audição".
Portaram-se lindamente, e estão todos de parabéns!
O momento que registei, foram os instantes que antecederam o espectáculo, em que os "meninos do coro" esperavam sentados o inicio da sua "primeira audição".
Portaram-se lindamente, e estão todos de parabéns!
terça-feira, 3 de dezembro de 2019
56º Encontro de Diários Gráficos USK Açores | Dia Internacional do Chá
Domingo dia 15 de dezembro, das 14:30 às 17:30, os Urbansketchers Açores comemoram o DIA INTERNACIONAL DO CHÁ com uma visita orientada por Pedro Pascoal de Melo (*) à Gorreana, uma produtora de chá de primeira classe e de reconhecimento internacional.
«A Gorreana enquanto plantação, fábrica e museu, é o local idilico para degustar uma chávena de chá ao mesmo tempo que se pode apreciar as máquinas Marshall originais datadas de 1840 ainda em funcionamento na fábrica. O cheiro do chá fresco e das flores que circundam a propriedade associados à vista deslumbrante sobre o mar azul e o verde inebriante das montanhas constitui um autêntico paraiso tão peculiar como o chá das nossas plantações que deve as suas características únicas ao nosso clima, ao PH do solo argiloso, ácido e rico em minerais e, claro, à briza maritima que cai sobre as plantações e aos métodos de cultivo artesanais. São essencialmente estas as razões pelas quais o único local onde se produz chá na Europa há mais de um século é aqui nas plantações Gorreana na inebriante ilha de São Miguel.»
*Pedro Pascoal de Melo (Ponta Delgada, 1961). Licenciado em Estudos Portugueses (U. Açores) e em Património Cultural (U. Açores), Pós-Graduado em Património, Museologia e Desenvolvimento (U. Açores). Membro do Instituto Cultural de Ponta Delgada. Investigador na área do Património, Arte e História local. Tem desenvolvido trabalho sobre a História do chá nos Açores, nomeadamente sobre as fábricas da Mafoma e Gorreana.*Pedro Pascoal de Melo (Ponta Delgada, 1961). Licenciado em Estudos Portugueses (U. Açores) e em Património Cultural (U. Açores), Pós-Graduado em Património, Museologia e Desenvolvimento (U. Açores). Membro do Instituto Cultural de Ponta Delgada. Investigador na área do Património, Arte e História local. Tem desenvolvido trabalho sobre a História do chá nos Açores, nomeadamente sobre as fábricas da Mafoma e Gorreana.
Salinas de Rio Maior
No passado dia 30, os Oeste Sketchers estiveram nas Salinas de Rio Maior no evento Presépios de Sal, foi um dia de encontro de artistas fabuloso, fomos muito bem recebidos por Alcides Ribeiro e Ana Alves da Fábrica da Alegria , a paisagem pedia mesmo desenhos.
Deu para desenhar em cadernos ou em folha solta no cavalete.
Pintar na rua ou ao abrigo.
Até deu para desenhar nas toalhas do restaurante...
Fizemos as habituais exposições relâmpago.
Agradecimentos à Ana Alves e Alcides Ribeiro da Fabrica da Alegria, aos patrocinadores do almoço: Churrasqueira Solar do Sal, Restaurante Salarium, Loja SalGema, Oficina e Casa de Artesanato "O Poço"; e à Loja do Sal, pela lembrança de Sal.
Créditos desta bela foto para o fotografo de Sal Sem Mal.
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