Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

dona deolinda


Enquanto estivemos em Santa Rita, a D. Deolinda andou com o marido, o Sr. Zé, na apanha da alfarroba. Trouxe estas. Perguntei se a podia desenhar, ela ficou contente. O chão do jardim tem ladrilhos de Santa Catarina e pétalas de flores que caem.

Brisa Fresca

À procura de uma brisa fresca nos piores locais.
No segundo desenho, já não havia referência para dar cor, foi o descalabro.


SAUDI ARABIA SKETCHBOOK ( 1 )


Desenhos de uma dupla página do caderno que fiz na Arábia Saudita: Mulheres de abaya ( roupa tradicional ).

Sintra

Av. Dr Miguel Bombarda em Sintra, a fugir ao estilo habitual da caneta e a regressar ao lápis!


Vila Viçosa a P/B

A ver o jogo da Selecção

Coimbra

Com amigos em Coimbra a tentar sobreviver ao calor infernal
Marcador Staedtler : Canetas de Feltro

Rua da Mouraria



Este edifício era o antigo hospital para crianças órfãs e foi fundado no século XIII pela rainha D. Brites, mulher de D. Afonso III.
Hoje é mais um Espaço Inatel e quando o desenhamos custa muito sentir a degradação e o desrespeito pelos valores monumentais e históricos. Assim nem tive coragem de aplicar cor porque as feridas do tempo e o desprezo patrimonial estragam a beleza do edifício.