Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

terça-feira, 30 de setembro de 2014

aRiscar o Património - lx


para um dia de alerta laranja, a chuva veio tarde.... mas só me deu para dois desenhos.

Forte de São Brás | Ponta Delgada



Tentei contextualizar o Forte de São Brás. Do outro lado da rua (em frente) encontra-se o monumento ao Emigrante de Alvaro França.

Gaivotas, 08h00

Mais uma tentativa de desenhar animais: desta vez gaivotas, no fresquinho das oito da manhã, em Carcavelos. (mexem-se pouco, mas debandam em massa ao mínimo movimento!)

(A)riscar o Património.

Encontro 62 USkP.

Largo de S Roque (Trindade Coelho?), em peças soltas.

Rua do Açoriano Oriental

Rua do Açoriano Oriental, a caminho da Matriz...

Cerveja Caseira e Bicicletas




Uma reunião para discutir projectos que começou em cima, na Av. Conde Valbom e que passou pelo Velocité, o café das biclas. Do lado direito, o Xô Mario Lopes, amigo/colega cineasta/arquitecto e do lado esquerdo, Eliseu Almeida, colega de trabalho e ex-professor meu, grande responsável pelo meu estilo de desenho actual.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

62º Encontro Diários Graficos

(A)riscar o património no sábado passado. Tentei seguir os mais experiêntes na procura de ãngulos diferentes. Tentei este, que a chuva deixou acabar antes de estragar quase tudo.
Daqui, só mesmo um bom almoço animado pelo som da queda do granizo...

A Rua da Madalena

Desenhar na baixa logo pela manhã e sentir a cidade a acordar. Não o faço muitas vezes, mas quando posso, faço questão de o registar. E hoje o azul do céu esteve sempre presente.

62º encontro de diários gráficos

Sempre que vou a Torres Vedras fico eletrico. Desenho, desenho e desenho. Estes forma feitos na tarde de dia 27.
Encontrei este poema no Jornal Mila Gaipa - Jornal do Centro Histórico de Torres Vedras.

"Torres Vedras, minha terra!
Castelo, minha saudade!
Foste a vila que cresceu
E se tornou em cidade.
Ser do Castelo é para mim
Um motivo de vaidade.
Sou parte da sua história,
História da minha cidade"

 Bairro do Castelo: As ruas estão carregadas de memórias.
 Convento da Nossa Senhora da Graça

 Igreja de São Pedro (que fez questão de nos enviar uma grande chuvada logo depois de termos desenhado a sua igreja).
 Chafariz do Cano

 Enquanto chovia fomos a uma casa de chá lanchar. Esta foi a vista.
Ainda não consegui entrar no Castelo mas estou a aproximar-me.