Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blog só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Cerveira em três tempos


Era o último encontro da série "Sketching com História", que percorreu todo o Alto Minho, pelo que não quis faltar, apesar do tempo miserável. Chuva e ventania com fartura na viagem até um dos pontos mais a norte do país, mesmo na fronteira do Rio Minho com Espanha. Cheguei tarde, já à hora do almoço, ouvindo umas piadas sobre aparecer só para comer (eheh!). Mas da parte da tarde lá respondi às encomendas. Com as mãos geladas, desenhei primeiro a entrada para o castelo medieval:


Depois, dentro da fortaleza, a Casa dos Governadores, com a muralha à esquerda, a Igreja da Misericórdia no enfiamento e a montanha ao fundo:



E, por fim, as muralhas propriamente ditas (tanto granito!), com líquenes e musgos agarrados às frestas, desenho que foi brindado com uma chuva muito persuasiva. Dei por terminada a minha missão.



A fotografia do fim da tarde mostra um grupo já desconcentrado, ansioso por voltar para o quentinho do autocarro. Mas eu, na primeira fila, ainda faço jus ao mote "Ao mau tempo, boa cara!"


Levada e Azenha do Minante

NÓS E OS CADERNOS 2018.
Percorremos o Trilho das Azenhas das Antas. Lindo!!!

Um café no Corval

Um café, dois dedos de conversa e um desenho.

Montemor-o-Novo

 
Um dia solarengo para receber o 69º Encontro de Évora Sketchers. Centramo-nos no Castelo e sua envolvente que tem muito para desenhar.

A não perder



A partir de amanhã os desenhos do Luis Pedro Cruz vão estar na Biblioteca Municipal de São Domingos de Rana. A não perder este olhar sobre a Parede e Carcavelos!



quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Vamos desenhar com... André Duarte Baptista

No passado sábado rumei a Lisboa na companhia do Paulo J. Mendes para desenharmos com um grande amigo comum... o André Duarte Baptista.
Foi a minha estreia neste tipo de encontros e gostei tanto que se a distância que nos separa não fosse a que é, estaria lá sempre presente. E o Museu do Carmo, que não conhecia, é lindíssimoooo!
Adorei a apresentação do André, confirmando-nos a sua imensa paixão pelo desenho, pelo Património e pelas pessoas. Parabéns André!
E os amigos do André que nossos amigos são, eram tantos e tão bons que acabei por perder-me mais no convívio do que a desenhar.
Um sábado maravilhoso! Obrigado André! Obrigado USkP!


Ria de Faro

Sol, calor, férias... saudades.

Sketching com História em Arcos de Valdevez - Dia 3



Desenhar por desenhar...

Sapatilhas do equipamento da maratona dos Jogos Olímpicos em Los Angeles
1° lugar, 1984, Carlos Lopes

Desenhar por desenhar...

Pavilhão Carlos Lopes


terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Sinfonieta de Ponta Delgada

Dirigida pelo maestro Amâncio Cabral a Sinfonieta de Ponta Delgada fez-nos vibrar, tem vindo sempre a «marcar pontos»(...) ao violino a Ana Teresa Oliveira deixou-nos encantados. A Igreja de Nossa Senhora de Fátima estava cheia de gente para os ouvir e eu senti um orgulho enorme por poder ouvir esta solista, corajosa, que vi crescer e que está agora tão “grande”.

Pavilhão Carlos Lopes

Não estive lá no domingo passado no "Desenhar por Desenhar". Tive pena. O Pavilhão Carlos Lopes é bom para treinarmos a distorção. Queremos que todo o edifício apareça no caderno? Então temos que distorcer, distorcer, até caber.


Escadas para o Céu

Escultura de Didier Fiúza Faustino, na Devesa, em Castelo Branco.


Pavilhão Carlos Lopes


Não podia deixar de desenhar as sapatilhas que o Carlos Lopes usou quando foi medalha de ouro na maratona dos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984. Lembro-me de ter assistido a essa vitória, em directo na TV!

Alcochete ao fim da tarde


Do pontão, junto à Igreja da Misericordia, a vista fica fascinante nestes fins de tarde soalheiros de fevereiro. Passam pessoas que falam francês, romeno, português ou brasileiro. Uns trazem bivalves outros máquinas fotográficas , outros simplesmente conversam. E nós ( eu e a Fefa) a desenhar tentando não ser apanhadas por carrinhas que não deveriam circular ali.
Vamos voltar
Leonor Janeiro

Um caixote de Lixo

Um caixote de lixo pode ser apenas visto para o fim a que se destina, ou numa outra perspectiva estética, analisando as formas, a sua construção, os detalhes.
Foi isso que fiz numa sessão do 10x10 com o Pedro Loureiro... Foi o chamado "andar aos caixotes..."