Por vezes começo um desenho com a noção de que não o vou acabar, sobretudo quando tenho diante de mim tanto detalhe e não muito tempo. No entanto é por vezes nessas situações que me permito soltar mais, desenhando sem grande preocupação quanto ao resultado final, que pode mesmo ficar incompleto. No final, fiquei com um registo leve deste intrincado palácio, aproveitando a tinta solúvel para aplicar as sombras.
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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

7 comentários:
tem tando do palácio que os pormenores nem são o importante!
tá maravilhoso!
...está mesmo bom...
Como fica bom só com preto e branco!
É de facto avassalador, o palácio, com tanto pormenor... Mas a síntese resultou e a técnica mostrou-se adequada!
Que bom chegar de férias e ter tanta coisa boa para ver...
Quanto mais rápido e "raspadinho" melhor... não há nada como desenhar "em cima do joelho"... Bonito registo.
PS: e pensar que no Porto, onde hoje é o Pavilhão Rosa Mota, existiu um Palácio de Cristal - edifício ícone do periodo da Arquitectura do ferro e do vidro.
Pedro Gomes
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