Não só de perspectivas vive a representação dos ambientes construídos, mas também das TPOs, (triplas projecções ortogonais, vulgo plantas, cortes e alçados), que não são exclusivos da GD ou do desenho técnico, antes havendo inúmeras vantagens no seu apontamento “à mão levantada”.
O entendimento e admiração pelo trabalho dos mestres canteiros que edificaram, neste caso, o Templete da Batalha do Salado (séc. XIV), no Largo da Oliveira, em Guimarães, cresceu com a execução destes desenhos. À medida que os esboçava na folha, parecia decifrar pela primeira vez o próprio processo construtivo, apercebendo-me da espessura dos alinhamentos por detrás da leveza desenhada com pedra.
3 comentários:
Uma obra magnífica que não me canso de desenhar. Belos estudos!
Uma beleza eternizada pelo punho de gerações de canteiros.
Ora aqui está um belíssimo post!
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