Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


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segunda-feira, 19 de março de 2018

Pessoas e lugares grotescos


Há algo nos desenhos deformados que é um gozo para os olhos - vejam-se, por exemplo, as gárgulas góticas e as caricaturas modernas, a casa de bolachas de uma criança e uma obra do Frank Gehry - retratos grotescos e desenhos de arquitectura, quando feitos com destreza, são giros de se ver e de se fazer.



Pode ser por ser mais alto que a média, ou por desenhar sentado muito perto das pessoas, mas tenho a tendência para tornar as pessoas em bonecos cabeçudos nos meus desenhos. Pode também acontecer que começo os desenhos pelas características mais proeminentes das pessoas, e depois vejo-me com pouco papel para o resto da cabeça ou do corpo.



O António Procópio e eu vamos ensinar algumas das bases de como deformar arquitectura e pessoas, numa oficina de dia inteiro em Portimão, no dia 24 de Março.

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4 comentários:

André Duarte Baptista disse...

Já percebi porque me representam sempre começando pelas minhas "entradas".
Que belo post

L.Frasco disse...

Bem apelativo o tema!! Pena de estar um quê fora de mão...

Alexandra Baptista disse...

Sim, parece muito bom.

teresa ruivo disse...

Digo sempre a mesma coisa, mas adoro as tuas pessoas!