Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Finlândia VI


Deixo esta imagem sem título: aqui o mar já não é rio, nem o rio é mar. E o Báltico, esse mar-lago, espelha as margens que também são tranquilas. Na floresta, nem uma folha mexe. E a presença humana só se faz anunciar numa ou noutra chaminé, cujo fumo civilizado nem vejo, só cheiro. É lenha de bétula, parece, mas não tenho a certeza.

2 comentários:

Rita Catita Afonso disse...

Muito bonito, Tomás. Deve ser um sítio maravilhoso para estar quieto, em silêncio, a desenhar. (se calhar tem imensa gente...)

USKP disse...

Era engraçado ver enchentes nesse sítio, género Woodstock. Amigos finlandeses falam muito entusiasticamente nos festivais de Heavy Metal que há no Verão. Mas em meados de Abril, as únicas enchentes que apanhei em todo o país foram na fila de embarque do aeroporto, antes de o deixar :)