Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Amarelo, Azul e sanguínia

São três razões mais que suficientes para ir a Óbidos. Mas se juntarmos às cores predominantes de Óbidos as suas casa tortas, as ruas labirínticas, desníveis, escadas, muralhas e um festival (LATITUDES), que junta amigos, viajantes, escritores e desenhadores para falar das suas aventuras, então torna-se imprescindível estar lá. No sábado lá fomos os 4. ficámos na Casa do Castelo, uma casa dentro das muralhas estrategicamente escolhida para dar de comer às crianças, passear, descansar e desenhar sem interferirmos nas liberdades de cada um.  Foi assim descontraído que vi as palestras que pude e que consegui fazer estes dois desenhos.
Enquanto a Júlia desenhava uma flor, eu comecei este desenho.Preparava-me para continuar para a página da direita quando a Júlia me disse que o seu desenho esta terminado e queria continuar. Mas até ficou melhor assim. Aproveitei o espaço vazio para esfregar o dedo nas paredes das casas e transferir a cor "verdadeira" para o papel.

A casa onde ficámos tinha dois andares. A vista dos quartos era soberba. Depois de almoço  aproveitei que as miúdas estavam a brincar na sala e subi ao quarto para desenhar. A Inês fez o mesmo e foi para a outra Janela. Foi um desenho demorado a montar as peças deste puzzle que é Óbidos. Já estava a terminar quando a Júlia, o cronómetro cá da casa, veio ter comigo e disse: "Já te deixamos desenhar. Agora queremos ir passear".

4 comentários:

Lurdes Morais disse...

Gosto imenso, sobretudo do primeiro.

nelson paciencia disse...

Adoro esta tua visão de Óbidos!

Fernanda Lamelas disse...

muito bonitos estes desenhos!

DiasVanda disse...

Poucos, mas bons!