Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blog só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

sábado, 6 de janeiro de 2018

Fim-de-semana no Alentejo_parte II

Ainda em Monsaraz
Um dos aspecto mais interessantes do casario, é o contraste entre a frieza do branco da cal e os tons quentes da cor do xisto. Um jogo de texturas e cor que definem a identidade desta arquitectura vernacular.


Uma breve pausa no largo frontal à igreja Matriz.


As paredes deformadas tornam esta arquitetura, mais orgânica, complexa, mas ao mesmo tempo harmoniosa. De tudo o que vi, o que mais me atraiu foram as chaminés. Apesar de haver uma matriz identitária, verifica-se  uma variação tipológica, resultante de uma procura constante pela melhor relação entre forma e função.

Foi uma passagem rápida, mas deu para perceber que temos de voltar.


10 comentários:

Mário Crispim disse...

Grandes traços!!!

Eduardo Salavisa disse...

Bonitos desenhos. Estás a desenhar cada vez melhor. Sem dúvida. E, por mim, a mancha não faz falta.

nelson paciencia disse...

Verdade, cada vez melhores!

João Santos disse...

Grandes desenhos André! E concordo, a evolução é óbvia!

AB disse...

Muito bom!

Luís Ançã disse...

Belos desenhos de Monsaraz. Parabéns, André.

Isa Silva disse...

Giros! Giros! simples e lindos :-)

teresa ruivo disse...

Comcordo com tudo:)

André Duarte Baptista disse...

muito obrigado pelas vossas palavras de incentivo. um abraço para todos

Suzana disse...

Tão bonitos, gosto imenso!