Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Vila Viçosa

No último fim de semana aconteceu o último 10 por 10 Alentejo. Aproveitei para ir na sexta, ver os meus pais e passar lá o fim de semana. Para além dos desenhos da oficina e do encontro fui fazendo outros aproveitando as alturas mais frescas do dia.

Na noite de 16 de Junho estava calor e abafado. Por isso decidi fazer um desenho na rua e tentar desesperadamente apanhar algum ar fresco. Desenhei a Igreja de São Bartolomeu. Como as luzes da praça são escassa e amareladas a pintura foi  mais ou menos daltónica. Só quando cheguei a casa é que me apercebi das cores que tinha utilizado. Achei esta experiência divertida.

Acordei bem cedo no sábado. Fui até à esplanada do Café Restauração do meu amigo Manel. Estava fresquinho. Bebi um café e comecei a desenhar. Foi um desenho demorado, quase introspectivo. Entretanto chegou o Vicente Sardinha e o desenho ficou por aqui porque tínhamos de por a conversa em dia.

No sábado à tarde depois do encontro começou-se a levantar um ventinho. Por isso eu e a Inês decidimos fazer mais uma pausa e desenhar. Tenho boas memórias daquela esplanada ao fundo. No passado comi ali muitos caracóis acompanhados de uma imperial. 

8 comentários:

Pedro Loureiro disse...

Série estupenda! A pintura daltónica não te saiu nada mal. Quando experimento, fica tudo verde ;)

hfm disse...

Belíssimos desenhos.

Rosário disse...

Belos desenhos com muitas memórias!

Ketta disse...

Uauuu! (e de seguida ficou com o queixo caído!)
CARAMBA!!!

João Santos disse...

Muito bons!

André Duarte Baptista disse...

sempre a surpreender. excelente. parabéns

Eduardo Salavisa disse...

Estás a desenhar cada vez melhor António.

nelson paciencia disse...

Pois estás!