Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Porto_dia II

Saímos cedo do Hotel, descemos a rua de Fernandes Tomás e passámos pelo Mercado do Bolhão. Entrámos e percorremos as bancas. Metade do mercado está preenchido por andaimes, anunciando obras. Os manjericos estavam em maioria. Os pregões já não são o que eram. Tudo muito calmo, talvez calmo demais...
Saímos e seguimos até à Rua da Trindade. Um café na explanada do Terrace bar, com vista para a fachada lateral da Igreja da Santíssima Trindade.
 
 
Café tomado, descemos pela Rua da Trindade, até aos Aliados. Lá está a Câmara Municipal a fazer-se ao desenho. Está calor, muito calor, uma boa desculpa para parar à sombra (e desenhar). 
Descemos a Av. dos Aliados e subimos rumo à Torre dos Clérigos, onde fizemos a nossa 1ª visita ao interior, incluindo a subida à Torre. A Igreja é de uma beleza incrível. Tivemos sorte, pudemos ouvir o órgão de tubos a ser tocado. A subida à Torre é atribulada - espera e exiguidade do espaço, mas vale cada degrau que temos de subir. A vista panorâmica sobre a cidade é de uma beleza indiscritível.
 
 
Saímos cansados, mas de alma cheia. Ao lado da Torre, temos um "ser estranho" que parece ter caído de para-quedas - a praça dos Clérigos (recuso-me a classificar esta intervenção). Mas como que a pedir-nos perdão pelo atentado urbanístico, eis que nos deparamos com uma pérola - a livraria Lello. Já se paga para entrar, mas podemos converter o custo do bilhete em livros. A vantagem é que já se pode tirar fotografias. Fiquei-me pelo desenho, um cliché - a escada.
 
 
Depois de um tour pela cidade, parámos junto ao Mercado Ferreira Borges. O Jardim do Infante Dom Henrique está repleto de famílias que gozam os últimos raios de sol. Ao lado o imponente Palácio da Bolsa. Lá em baixo, através da Rua da Alfândega vislumbra-se o Douro e a azáfama dos turistas na frente ribeirinha.
 
 
Apesar do cansaço, não resistimos e descemos, rumo ao rio. Decidimos fazer o ultimo passeio de barco do dia. Enquanto esperamos cá fora, aproveito para registar a Praça da Ribeira. No barco, ainda há forças para um último desenho. Amanhã há mais....
 
 
 

12 comentários:

AB disse...

Um tripeiro a deliciar-se com este roteiro! Quero mais! Excelente!

jeanne disse...

que dias produtivos!

hfm disse...

Gosto tanto!

Ketta disse...

O segundo desenho está de cair para o lado!
Estupenda reportagem!

Paulo Brilhante disse...

Que magníficos desenhos, André! MAGNÍFICOS!!
paulo brilhante

João Santos disse...

Isso é que foi produzir em quantidade e qualidade! Gosto sobretudo das duas primeiras duplas páginas (isto não é fácil de dizer!)

teresa ruivo disse...

André, estão fantásticos!

Suzana disse...

Es´~ao fantásticos, adorei :)!!

Bruno Vieira disse...

Muitos e muito bons, não te escapou nada ;)

nelson paciencia disse...

Muito boa reportagem!

Rosário disse...

Que bela viagem pelo Porto!

André Duarte Baptista disse...

obrigado a todos pelas simpáticas palavras :-)