Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

sábado, 17 de junho de 2017

Corto Maltese em São Roque?


Terminei as digitalizações do meu caderno Leporello.
Para não saturar o nosso blogue, escolhi apenas este pedaço, com um exercício que levava o Corto Maltese até São Roque. As páginas todas estão publicadas aqui.

Escolhi uma página das aventuras de Corto Maltese, digitalizei-a e apaguei algumas partes das vinhetas do Hugo Pratt (sim, sacrilégio), para deixar espaço para novos desenhos acontecerem. Ficaram apenas as gaivotas, algo que Lisboa também tem...

Fiz um exemplo da linha e pincelada que se pretendia nessa aula, desenhando aquela mochila. Depois, cada pessoa tinha de copiar as vinhetas com as gaivotas e depois procurar novos personagens para criar uma nova história. A minha ficou incompleta por falta de tempo. Faltava-me uma última vinheta para a conclusão.

Os azulejos do lado esquerdo, esses, são outra história! ;)

5 comentários:

Alexandra Baptista disse...

Grande caderno esse... a sucessão e ligação de camadas é muito bonita.

Filipe Pinto disse...

Graficamente atraente a forma como os diferentes estilos convivem na mesma página.

Fernanda Lamelas disse...

Fantásticas as composições! E como consegues conciliar o aparentemente inconciliável!

Pedro Ribeiro disse...

Extraordinário Mário!
Não só os desenhos, que só por si são magníficos, mas sobretudo como se encadeiam as histórias e as cores.
É muito bom ter-te como professor!
Parabéns.

teresa ruivo disse...

Só tu, Mário,consegues dar uma continuidade gráfica e estética a registos tão difentes. Fantástico! Mas olha, sobrecarrega o nosso blog! Não te acanhes :)))