Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

domingo, 2 de abril de 2017

Siga...


Após o dilema familiar que descrevi de forma meio metafórica (aqui), o inevitável aconteceu e a minha família perdeu um dos seus elementos basilares e sempre presente nas nossas vidas. O conceito de imortalidade de algumas pessoas que nos são especiais vai-se esfumando aos poucos à medida que crescemos. Os irmãos já não vão sorrir juntos como outrora e os jantares de família que irei continuar a desenhar contarão com menos um elemento.  A minha mãe é agora a resistente desta geração e a comandante da nossa casa de família que aos poucos vai retomando a rotina após este golpe duro e acima de tudo baixo, pois não devia ser permitido partir tão cedo... Continuemos a viver então, siga...

5 comentários:

Procópio António disse...

Que texto tão extraordinariamente sentido!

Aquele abraço!

Jrosa disse...

Maravilha!!!

teresa ruivo disse...

Os piores momentos ressaltam o que há de melhor em nós.Obrigada Pedro.

Marcelo de Deus disse...

Um abraço. Não me sai palavra alguma...

Teresa disse...

Um abraço, Pedro.