Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


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quarta-feira, 1 de março de 2017

O Carnaval de Torres Vedras em 3 actos: III Fazer parte da loucura

Dentro do corso senti-me invadido pelo espírito de Carnaval. Desenhei, dancei e fiz amigos. Tirámos fotografias juntos. Encontrei o Wally (EH , EH). Os foliões desenhados apoderaram-se do meu caderno e escreveram mensagens nele. 
Conheci a Ângela a amiga da Merkel. Comi chouriço assado oferecido por um grupo de foliões.
E conheci o Carlos  que quis assinar o desenho porque assim ele vale mais. Afinal de contas foi a primeira Matrafona a ser entrevistada na TV.

Ainda hoje oiço a festa no ar. Olho para cada desenho e viajo para lá. Não se vai a Torres Vedras assistir ao Carnaval. Em Torres Vedras vai-se VIVER O CARNAVAL. É uma experiência humana formidável porque apesar de existir uma organização forte para que tudo corra bem, continua a existir a espontaneidade de quem vive a festa como se o mundo fosse terminar amanhã.
Até para o Ano!





5 comentários:

Pedro Alves disse...

Não preciso de adicionar nada para descrever o espirito do Carnaval Torriense. Descreveste tudo e muito bem! Belos 3 posts que fizeste aqui. Ainda bem que foste tu e não um de nós porque assim não seria isento. Experimentaste em primeira mão o que é realmente estar em Torres Vedras na nossa festa. Para o ano há mais e subo a parada: Para além de desenhares no corso diurno, quero-te a desenhar durante noite, nas ruas do centro histórico! Grande Abraço! Posts extraordinários ;)

Eduardo Salavisa disse...

Apesar de estar com o Marcelo, esta reportagem está fabulosa!

Bruno Vieira disse...

Os desenhos ficaram mesmo bons, e pela descrição, adoraste.
No dia seguinte, à noite houve a tradicional passerelle de matrafonas, tenho a certeza que podias ser uma forte candidata, eheh

Jrosa disse...

Magnífico trabalho. Só falta o som!

Rosário disse...

Muito giro!