Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Frio e Chuva, Protegidos pelo Alpendre


No 5º aniversário do Gabriel, miúdo do meu primo, fomos todos para o Casal do Camarnal, a casa de campo do Sr. Arlindo (Avô do aniversariante, à direita) uma típica e agradável casa de campo/praia ali na minha zona. Os miúdos brincavam cá fora, até que a noite, bem como a chuva começaram a cair e como tal, foram todos para dentro excepto estes resistentes aqui representados: A minha mãe, o David, o meu pai, eu e o anfitrião da casa. O calor da fogueira e o tinto estavam uma maravilha e nós íamos despejando jarro atrás de jarro à medida que íamos dando cabo dos amendoins e das nozes. A conversa era em tudo banal, trivial, tal como eu gosto. Nada de politiquices ou física quântica que testa os limites dos nossos neurónios e provoca discussões quando todos querem dar opiniões diferentes sobre a mesma matéria, não... Era um simples recordar de velhos tempos, portanto, factos, coisas que já acontecerem e que não podemos especular, apenas recordar com um sorriso. Entre a evolução do nosso povoado e a recordação de entes queridos que já partiram até ao desporto-rei da altura, roubar fruta. Neste preciso momento do desenho, discutíamos a falsidade do " Laranja de manhã é ouro, à tarde prata e à noite mata", um provérbio inventado pelo clero, que detinha a maioria dos pomares, para dissuadir os mais pobres de roubar/comer laranjas na altura mais propícia, à noite.

1 comentário:

Eduardo Salavisa disse...

Também pratiquei o desporto-rei, que no meu bairro chamava-se "ir à chinchada".