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Nesta postagem cingi-me aos seguintes quesitos do 2º. Momento Formativo, ocasionado em 16ABR11:
O registo efémero;
Da sarça ao quotidiano.
1.O registo das duas imagens está baseado em três suportes (extrato de texto oportunamente distribuídos, de documentários mostrados em filmes / you tube, seguido de debate e de trabalho de campo em VV).
2.Assim, neste meu desenho recorda-se um dos célebres episódio de Moisés - a cor da pele humana que referencia o contato com o fogo que não queima (v. y_tube); a mão rabiscada carateriza a capacidade de operar, de curar, de transformar cientificamente e com arte. Conotando com as imagens passadas em “sessão de cinema” no Seminário de São José, o construir e refazer exigem experiência e trabalho. Por isso, nesta abordagem concretizada e ocorrida nos terrenos do Castelo de VV (trabalho de campo), houve necessidade de ver, de escolher, de colher, de fixar com a mão, as pétalas da papoila. Contudo, a flor tornou-se efémera. Num sopro, as pétalas soltaram-se da mão e, num ápice esvoaçaram-se com o vento. Então, o vermelho, ficou reduzido a quimeras, mas a mão como instrumento do trabalho lá ficou e perdura no seu dia-a-dia.
3.Aproveito para enaltecendo o trabalho do Mário Linhares, transmitir-lhe que apreciei bastante o ultimo filme que me serviu para momentos de reflexão e basear o tema seguinte ”O DESENHO E O OUTRO”.
4.Concluindo: alheando a crise, foi uma estadia necessária e vantajosa com a cooperação de todos a quem me dirijo agradecendo-lhes a atenção até os últimos momentos, a companhia e simultaneamente a partilha de saberes.