À espera, na Estação do Rossio.
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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
sexta-feira, 29 de dezembro de 2023
quarta-feira, 27 de dezembro de 2023
Encontro de desenho em caderno | Natal 2023
sábado, 23 de dezembro de 2023
quinta-feira, 21 de dezembro de 2023
Odeceixe
terça-feira, 19 de dezembro de 2023
segunda-feira, 18 de dezembro de 2023
domingo, 17 de dezembro de 2023
sábado, 16 de dezembro de 2023
Oficinas Singulares #42 | Luís Pedro Cruz
À semelhança do desenhar com… esta sessão consiste numa conversa informal - em Livestream - sobre a prática do desenho.
Nesta 42ª sessão convidamos o Luís Pedro Cruz
para nos falar da sua abordagem e a desafiar-nos a desenhar - no/ num local - de acordo com o seu modo de ver.
Finalizamos com um desafio:
“No desenho sequencial há sempre algum elemento que estabelece a ponte com o desenho seguinte. Há sempre o longe, depois o perto e, por fim, o deixar para trás, passando, então, para o que vem a seguir. É este efeito de movimento que reflete o andar. Embora, por vezes, se justifiquem paragens frente a um objeto que, por qualquer razão, impõe ser subtraído ao conjunto. Estas paragens também servem para olhar para trás, porque, antes, o que se queria ver não se viu - faltou espaço e não se conseguiu abarcar os edifícios, o que acontece quando a rua é estreita ou sinuosa e a proximidade aos limites da rua é excessiva, e, claro, mais à frente o espaço que não tínhamos já existe, a rua alarga, e, portanto, ver o que não vimos já é possível. Estes momentos são espaços de respiro na malha urbana, o equivalente aos momentos que na vida servem à reflexão. Olho para o desenho sequencial como olho para a vida, refém de um tempo que não para, em que os acontecimentos se sucedem a uma velocidade vertiginosa, em que o presente, é imediatamente passado, e o futuro próximo, presente, e, assim, sucessivamente. E encaro a memória, ainda que filtrada e adulterada pelo nosso pensamento, como a capacidade de fixar os acontecimentos, como se o tempo parasse. Sem as hesitações das paragens, percorrer um caminho e registá-lo passo-a-passo, expressando o movimento, lembra-me a água imparável de um rio. Quem regista e escreve está fixado no movimento, relata as sensações, comunica o que apreende enquanto anda, dá corpo à paisagem, como se essa fosse abstrata e precisasse de ser decifrada, o que não está longe da verdade. (Luís Pedro Cruz)”
Divirtam-se!
Sites:
https://www.facebook.com/profile.php?id=100009345634004
#USkPAzores
#USkPortugal
#oficinassingulares
@cruzluispedro
sexta-feira, 15 de dezembro de 2023
quinta-feira, 14 de dezembro de 2023
Oficinas Singulares #42 | Luís Pedro Cruz
À semelhança do desenhar com… esta sessão consiste numa conversa informal - em Livestream - sobre a prática do desenho.
Nesta 42ª sessão convidamos o Luís Pedro Cruz para nos falar da sua abordagem e a desafiar-nos a desenhar - no/ num local - de acordo com o seu modo de ver.
A conversa apresentada em direto aqui no facebook será partilhada no nosso blogue e canal de Youtube.
Sites:
https://www.facebook.com/profile.php?id=100009345634004
#USkPAzores
#USkPortugal
#oficinassingulares
@cruzluispedro
quarta-feira, 13 de dezembro de 2023
terça-feira, 12 de dezembro de 2023
Rota Vicentina
segunda-feira, 11 de dezembro de 2023
Festival Terras sem Sombra
sábado, 9 de dezembro de 2023
Presépio Tradicional Algarvio
quinta-feira, 7 de dezembro de 2023
Zambujeira do Mar
quarta-feira, 6 de dezembro de 2023
Museu do Aljube
No passado dia 18 de Novembro, os Urban Sketchers Portugal estiveram a desenhar no Museu do Aljube Resistência e Liberdade em Lisboa, mesmo ao lado da Sé.
Confesso que este museu surpreendeu-me pela maneira como está exposta toda a história e mensagem. Por aquele edifício - que foi uma prisão - passaram muitas pessoas, homens e mulheres, que sofreram inúmeras torturas durante os anos de fascismo.
Se não conhecem, passem por lá.
Nota: não se assustem com o telefone. Percebam a história dele.